terça-feira, 19 setembro, 2017
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Avião capota ao tentar decolar em São Paulo

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) sofreu um acidente ao tentar levantar voo no Campo de Marte, em São Paulo, no fim da tarde deste domingo (9). A aeronave P-95BM (Bandeira Patrulha Marítima), conhecida como “Bandeirulha”, caiu de bico no gramado da pista quando tentava decolar.

De acordo com o G1, ninguém ficou ferido. Haviam dois pilotos e seis passageiros a bordo na aeronave, que sofreu danos nos motores e no trem de pouso.

Segundo a FAB, os pilotos perderam o controle do avião ainda no solo. O “Bandeirulha” retornava de Florianópolis, em Santa Catarina, onde fica o 2º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação.

As causas do acidente serão apuradas pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) de São Paulo. Inicialmente, acredita-se que uma falha no trem de pouso frontal possa ter causado o acidente.

O avião foi removido da pista nesta segunda-feira (10).

Notícias ao Minuto

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Com fome, três mil venezuelanos invadem o Brasil

O principal motivo para migração, é a crise humanitária que está instalada no país latino americano

Mais de 3 mil venezuelanos já atravessaram a pé a fronteira com o Brasil e entraram em Roraima, na região de Pacaraima. O lugar conta com uma pequena favela.

O principal motivo para migração, é a crise humanitária que está instalada no país latino americano. Segundo o jornal O Dia, o perfil é composto por jovens, adultos e até famílias com crianças.

Os grupos chegam em número maior a cada dia e utilizam a BR-174, que corta o Estado até o Norte, na fronteira. Eles usam a cidade venezuelana Santa Helena de base.

Notícias ao Minuto

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Ladrões invadem casa de Romário e levam PC, bebida e camisas de futebol

Um adulto e seis adolescentes foram detidos em flagrante neste sábado (8) após invadirem a casa do ex-jogador de futebol e senador Romário (PSB-RJ) no Lago Sul, em Brasília. Segundo a Polícia Militar, eles levaram computador, boné, casacos, bermudas, bebidas e camisas de futebol. Um deles vestia uma camisa do Barcelona quando foi flagrado. A maior parte dos pertences era carregada em mochilas.

O G1 não conseguiu contato com Romário. A casa dele estava vazia na hora do furto, que ocorreu por volta das 16h30. Segundo a polícia, o grupo estava tomando banho no lago. A princípio, eles não tinham a intenção de invadir a casa, na QL 24, informou a PM.

Ao perceberem que os sete pularam o muro dos fundos da casa, um amigo do caseiro teria ligado para o colega, que os seguiu enquanto a PM não chegava. Eles foram pegos em uma parada de ônibus.

Aos policiais, os detidos disseram que não sabiam que a casa era de Romário. Também relataram morar em São Sebastião, a 30 quilômetros do centro de Brasília. A PM chegou a usar cães para fazer varredura atrás de possíveis armas. Nenhum deles estava armado no momento do flagrante.

O grupo foi levado para a Delegacia da Criança e do Adolescente. Até as 19h, os sete continuavam detidos.

G1

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Assaltante engole 22 peças após roubo a joalheria

Dois homens, um deles adolescente de 16 anos, foram presos após roubar a uma joalheria em Varginha, no Sul de Minas Gerais. O maior, Ramon Soares Fernandes, teve de ser levado ao hospital onde ficou internado por 16 horas porque engoliu 22 peças, entre aneis, correntes e brincos, pouco antes de ser preso. Ele foi liberado nesta quinta-feira, 6, um dia após ser preso.

O acusado estava a caminho de Contagem (MG), na região de Belo Horizonte (MG), quando foi abordado dentro de um ônibus na Rodovia Fernão Dias. Policiais militares contaram ter notado que faltavam algumas joias do roubo e ao questionarem o suspeito, ele acabou confessando ter engolido. Radiografias confirmaram as joias, que, somadas às demais, totalizam R$ 300 mil.

Segundo o delegado Antônio Carlos Buttingnon, antes de agir a dupla analisou todas as lojas da cidade. “Eles chegaram à conclusão de que aquela joalheria era a mais vulnerável”. O crime foi filmado pelo circuito de segurança, sendo o adolescente apreendido e o maior, preso após deixar o hospital.

Estadão

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Homem atira contra família da ex-mulher, mata a filha e comete suicídio

Um homem de 35 anos atirou contra a família da ex-mulher, matou a filha de 7 anos e cometeu suicídio em seguida. O caso ocorreu por volta das 6h desta quinta-feira (6), no Setor Crimeia Leste, em Goiânia. O homem entrou na residência portando duas armas e disparou contra a ex-mulher, a filha, a ex-cunhada e a ex-sogra.

Há um mês, a ex-mulher Lidiane Gomes Reis Medrado estava com uma medida protetiva, impedindo que David da Silva Medrado se aproximasse dela a menos de 300 metros. As informações são do portal Diário da Manhã. O homem era considerado agressivo e tinha um histórico de ameaças contra Lidiane.

Baleadas, as vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Lidiane e a irmã Lídia Gomes, de 29 anos estão bem. A mãe delas, Maria Gomes, 53 anos, segue em estado grave. A filha do casal, Ana Beatriz Medrado, não resistiu aos ferimentos.

O caso é investigado pela Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH).

Jornal de Brasília

S11 ARQUIVO 02-06-2010  CADERNO DE TV ESTADAO  Imagem de Vaquejada, tradição regional nordestina, em foco no Canal Rural. FOTO DIVULGACAO

Supremo decide que vaquejada é inconstitucional

BRASÍLIA – Por 6 a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira, 6, que uma lei estadual do Ceará que regulamenta a prática da vaquejada é inconstitucional. Muito popular na região Nordeste, a vaquejada é uma atividade recreativa em que dois vaqueiros, montados em cavalos distintos, buscam derrubar um boi, puxando-o pelo rabo, uma prática considerada de “crueldade intrínseca” pelo ministro Marco Aurélio, relator do processo. Com a decisão, a prática fica proibida no País.

A ação foi movida pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que acusava a vaquejada de maus-tratos e crueldades contra animais, enquanto que o governo cearense defendia a prática, sob a alegação de que se trata de patrimônio cultural do povo nordestino.

O julgamento foi iniciado no STF em agosto de 2015, quando Marco Aurélio ressaltou que o dever de proteção ao meio ambiente prevalece sobre o aspecto cultural da atividade esportiva. À época, Marco Aurélio afirmou que a “crueldade intrínseca à vaquejada não permite a prevalência do valor cultural como resultado desejado”.

O voto do relator contra a vaquejada foi acompanhado pelos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e pela presidente do STF, Cármen Lúcia.

“Sempre haverá os que defendem que (a prática) vem de longo tempo, se encravou na cultura do nosso povo. Mas cultura se muda e muitas foram levadas nessa condição até que se houvesse outro modo de ver a vida, não somente ao ser humano”, disse Cármen.

O julgamento dividiu a Corte. “A vaquejada não é uma farra, como no caso da farra do boi, é um esporte e um evento cultural. Vejo com clareza solar que essa é uma atividade esportiva e festiva, que pertence à cultura do povo, portanto há de ser preservada”, disse o ministro Dias Toffoli, que defendeu a constitucionalidade da lei cearense.

Votaram no mesmo entendimento os ministros Edson Fachin, Teori Zavascki, Luiz Fux e Gilmar Mendes.

eSTADÃO

TQ 7981 SAO PAULO 24.05.2011 OE CIDADES METROPOLE Poupatempo da Praça da Sé. Imagens dos corredores e do movimento para os usuários tirarem suas carteiras de identidade (RG). FOTO TIAGO QUEIROZ/AE

Prisões em unidades do Poupatempo superam capturas por equipes de DPs

Criado para dar agilidade a serviços prestados à população, o Poupatempo tornou-se uma “armadilha” para foragidos da Justiça. O número de pessoas detidas ao tentar obter um documento chega até a superar as prisões por mandados feitas por delegacias de São Paulo. Para especialistas, as ocorrências acabam inflando as estatísticas de produtividade dos DPs e revelam a “passividade” da Polícia Civil.

Há seis postos do Poupatempo na capital, o maior deles na Sé, no centro. Segundo policiais civis, pelos menos 15 foragidos são capturados por mês em cada unidade e levados para o DP da região, responsável por fazer o registro. Por outro lado, apenas 16 das 87 delegacias que não ficam em área de Poupatempo, ou 18,4%, registram média mensal de prisão por mandado igual ou superior a essa, conforme dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) deste ano.

Entre janeiro e agosto, as delegacias da cidade registraram 7.375 prisões por mandados, mas só parte resulta do trabalho específico desses distritos. Isso porque, além das prisões no Poupatempo, eles também “herdam” capturas feitas pela PM – que representam cerca de 40% dos registros.

No caso do Poupatempo, os foragidos da Justiça são descobertos por equipes do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD), da Polícia Civil. O órgão confere dados de pessoas que utilizam serviços dos postos e cruzam informações com bancos nacionais de procurados. Os policiais também fazem análise biométrica, o que permite identificar documentos falsos com base nas digitais do portador.

O mandado de prisão é decretado pela Justiça e pode ser civil ou criminal. “Há muitos casos de autores de crimes contra o patrimônio que vão emitir um documento e acabam presos. Mas a maior parte é por dívida de pensão alimentícia”, afirma o delegado José Luiz Ruas de Abreu, titular do 65.º DP (Artur Alvim), que registra ocorrências do Poupatempo Itaquera, na zona leste. O posto é responsável pela maior parte dos 228 mandados de prisão deste ano.

Não raro, os capturados foram condenados em tribunais de outros Estados brasileiros e fugiram para São Paulo. Mas também há ocorrências locais. No dia 13 de setembro, uma mulher foi presa no Poupatempo Santo Amaro, na zona sul, por um homicídio cometido em 1995. Ela foi julgada pela 3.ª Vara do Júri de São Paulo, mas estava foragida desde 1998.

Só de junho a agosto, o 11.º DP (Santo Amaro) registrou 87 capturas feitas no Poupatempo – quase uma por dia. No mesmo período, a delegacia conseguiu prender outras cinco pessoas após investigações. “Às vezes, a pessoa acredita que a pena está prescrita. Em outros casos, ela desconhece a decisão da Justiça”, diz a delegada assistente Luciara de Cássia Conceição. O delegado Marcel Druziani, titular do 7.º DP (Lapa), na zona oeste, afirma que bandidos mais perigosos são minoria entre os capturados no Poupatempo. “Normalmente, é trabalhador que nem sabe que está devendo.”

Passiva. “As delegacias estão muito imobilizadas, com escala de trabalho de 12 horas e folga de 72 horas. Na prática, trabalham um dia por semana e não conseguem investigar”, diz o coronel José Vicente Filho, especialista em segurança pública. “A burocracia de balcão está substituindo a polícia.”

Segundo o especialista, essas capturas terminam “inflando” o rendimento dos DPs. “A prisão de criminosos ocorre ‘estatisticamente’, mas não ‘policialmente’”, afirma.

A opinião é compartilhada pelo cientista político Guaracy Mingardi. “Pode até ter havido investigação anterior para se obter o mandado, mas não redundou na prisão”, diz. “A grande questão é que não houve investigação para localizar o criminoso. Isso mostra que a Polícia Civil está esperando chegar.”

Para secretaria, não é possível fazer a comparação

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que “não cabe a comparação” entre as prisões feitas em unidades do Poupatempo pelo IIRG e o número de mandados cumpridos após investigações de delegacias de São Paulo. Nos dois casos, as prisões são fruto do trabalho da Polícia Civil, diz a pasta. A SSP destaca que as delegacias precisariam apurar o crime antes de conseguir prender o responsável. “(É) consequência de inúmeras diligências e oitivas até o resultado final de esclarecimento que culmina na decretação da prisão do(s) autor(es)”, afirma, em nota.

A SSP ressalta ainda que as capturas resultam de um trabalho integrado das polícias. “Tais pessoas são presas tanto pelas equipes policiais civis como em abordagens policiais militares.”

Estadão

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Doria quer privatizar parques de São Paulo

O prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), pretende conceder à iniciativa privada os principais parques de São Paulo, como o Ibirapuera. Ele entende que esses espaços têm estrutura falha atualmente e que isso vai mudar quando os espaços forem privatizados.

Segundo o prefeito eleito, empresas poderão se interessar em fazer a parceria com a prefeitura porque poderão explorar o espaço, como os quiosques de alimentação, por exemplo. A entrada dos parques, porém, deve continuar gratuita.

A concessão dos parques já era prevista por Doria em seu programa de governo durante a campanha eleitoral. Uma das medidas presentes no plano era “Investir na qualidade de gestão dos parques municipais, com destaque para a ampliação das parcerias com o terceiro setor e empresas privadas, mediante convênios e concessões”.

Também deverão ser concedidos à iniciativa privada outros grandes parques da capital, como o da Aclimação e o Parque do Carmo. São Paulo conta atualmente com 107 parques municipais, entre urbanos, lineares e naturais.

Privatizações
A estratégia é semelhante ao que Doria pretende fazer em outras áreas da administração pública. O prefeito eleito quer, por exemplo, vender o complexto do Anhembi e o autódromo de Interlagos que, segundo ele, trazem prejuízo atualmente à prefeitura. Segundo Doria, o atual uso desses espaços, para corridas e carnaval, por exemplo, será mantido.

O prefeito eleito também quer ampliar as parcerias com a iniciativa privada em outras áreas da gestão, como saúde e educação.

G1