domingo, 27 maio, 2018

Multas de trânsito vão ficar (bem) mais caras

Um olho no trânsito e outro no bolso. Dentro de 15 dias, cometer infrações vai sair mais caro para os motoristas. É que no dia 1º de novembro, todas as multas — leves, médias, graves e gravíssimas — serão reajustadas em até 66,12%, com base em alterações na legislação do trânsito sancionadas em maio deste ano e que só entram em vigor nesta data. Os novos valores vão ficar entre R$ 88,38 (leve) e R$ 293,47 (gravíssima).

No caso dos motoristas que forem flagrados dirigindo embriagados ou se recusarem a fazer o teste do bafômetro, a punição é dez vezes mais alta do que a multa gravíssima. Nesse caso, o valor passará dos atuais R$ 1.915 para R$ 2.934,70, um aumento é de 53%. O infrator ainda terá a carteira de habilitação suspensa por 12 meses.

O valor da multa por dirigir alcoolizado já havia sofrido uma alteração em abril de 2012, quando foram aprovadas várias medidas destinadas a endurecer a punição para a perigosa mistura álcool e direção, incluindo a ampliação de provas de embriaguez. Na ocasião, a multa, que era de R$ 957,69 até então, dobrou.

Ao justificar os valores que valerão a partir do próximo mês, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) explicou que os índices para as quatro modalidades de multa, representam a correção parcial pela inflação acumulada do período de outubro de 2000 a abril de 2016, que ficou em 184,48 %, pelo IPCA. O órgão alega que a correção “é fundamental para resgatar o caráter punitivo e educativo das multas aplicadas aos motoristas que transgredirem as leis do trânsito”.

Outras mudanças relacionadas às penalidades por infração de trânsito vão entrar em vigor na mesma data. Comunicar-se pelo telefone celular enquanto dirige, por exemplo, passará de infração média a gravíssima.

E estacionar indevidamente em vaga de idoso ou deficiente também passará a ser considerada infração gravíssima, sujeita a punição mais severa. Atualmente, a infração está incluída entre as graves.
Extra

Petrobras reduz preços do diesel em 2,7% e da gasolina em 3,2% nas refinarias

O Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras decidiu em sua primeira reunião reduzir o preço do diesel em 2,7 por cento e da gasolina em 3,2 por cento nas refinarias (média Brasil), segundo informou a estatal em nota nesta sexta-feira.

Esses preços entrarão em vigor a partir da zero hora de sábado (15), disse a Petrobras.

“A decisão do grupo gestor levou em conta o crescente volume de importações, o que reduz a participação de mercado da Petrobras, e também a sazonalidade do mercado mundial de petróleo e derivados”, explicou a estatal.

Com os preços dos combustíveis mais baixos no exterior do que no Brasil, muitos integrantes do mercado estavam aproveitando para importar derivados e ganhar mercado da estatal no país.

Segundo a Petrobras, o impacto do reajuste no preço final ao consumidor depende de decisões de postos de combustíveis e distribuidoras.

A assessoria de imprensa da empresa afirmou que, se o reajuste nos combustíveis for totalmente repassado para a bomba, o impacto seria de aproximadamente 0,05 real na bomba para os dois combustíveis.

 

NOVA POLÍTICA

Juntamente com o reajuste, a Petrobras anunciou que sua Diretoria Executiva aprovou, na quinta-feira, a implantação de uma nova política de preços de gasolina e diesel comercializados em suas refinarias, que deverá incluir avaliações para revisão de preços pelo menos uma vez por mês.

Dessa forma, haverá um maior número de reajustes por ano e de maneira mais rápida, disse a jornalistas o presidente da Petrobras, Pedro Parente.

Executivos da companhia afirmaram ainda que a nova política objetiva atrair parceiros para o setor, em um momento em que a empresa busca vender fatia relevante na BR Distribuidora.

A nova política a ser praticada pela companhia terá como princípios: o preço de paridade internacional (PPI), que já inclui custos como frete de navios, custos internos de transporte e taxas portuárias; uma margem para remuneração dos riscos inerentes à operação, tais como volatilidade da taxa de câmbio e dos preços, sobreestadias em portos e lucro; além de tributos.

A política também visa preservar o nível de participação no mercado e garantir que os preços nunca fiquem abaixo da paridade internacional.

Agência Brasil

Audiência Pública apresenta orçamento de Adamantina para 2017

A Prefeitura de Adamantina promoveu na quinta-feira (13) audiência pública para apresentação do orçamento geral do Município para 2017. O orçamento está fixado em R$ 143 milhões. A proposta orçamentária fixa em R$ 86,4 milhões as receitas e despesas da Prefeitura de Adamantina e R$ 57,1 milhões as receitas e despesas da UniFAI.

Proposta Orçamentária 2017

Câmara Municipal: R$ 1.800.000,00
Secretaria de Gabinete: R$ 868.240,00
Secretaria de Assuntos Jurídicos: R$ 1.656.500,00
Secretaria de Planejamento: R$ 1.273.000,00
Secretaria de Finanças: R$ 2.585.000,00
Secretaria de Administração: R$ 8.958.550,00
Fundo Municipal de Saúde: R$ 27.313.045,00
Secretaria de Educação: R$ 13.757.000,00
Fundeb (Fundo Desenv. Educação Básica): R$ 9.762.000,00
Secretaria de Cultura: R$ 638.650,00
Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação: R$ 940.000,00
Fundo Municipal de Assistência Social: R$ 1.259.263,00
Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social: R$ 1.177.500,00
Secretaria de Obras e Serviços: R$ 10.754.452,00
Secretaria de Agricultura e Abastecimento: R$ 2.565.000,00
Fundo Mun. dos Direito da Criança e do Adolescente: R$ 18.500,00
Fundo Mun. do Meio Ambiente: R$ 143.000,00
Fundo Mun. de Trânsito: R$ 67.250,00
Fundo Mun. de Segurança Alimentar e Nutricional: R$ 3.050,00
Reserva de Contingência: R$ 860.000,00

Total: R$ 86.400.000,00

UniFAI – Proposta Orçamentária 2017

Diretoria Geral: R$ 490.000,00
Diretoria Administrativa e Financeira: R$ 27.815.000,00
Diretoria Jurídica: R$ 590.000,00
Diretoria Acadêmica: R$ 26.255.000,00
Assistência e Previdência: R$ 1.143.650,00
Reserva de Contingência: R$ 571.350,00

Total: R$ 57.135.000,00

Vereadora reeleita Dinha Santos Gil, vereador eleito Acácio Rocha, vereador reeleito Aguinaldo Galvão, vereadores eleitos João Davoli e Paulo Cervelheira e o prefeito eleito Márcio Cardim, na audiência pública (Foto: Maikon Moraes/Siga Mais).
Vereadora reeleita Dinha Santos Gil, vereador eleito Acácio Rocha, vereador reeleito Aguinaldo Galvão, vereadores eleitos João Davoli e Paulo Cervelheira e o prefeito eleito Márcio Cardim, na audiência pública (Foto: Maikon Moraes/Siga Mais).

O encontro foi dirigido pela equipe de finanças da Prefeitura no plenário da Câmara Municipal. A audiência teve a participação de estudantes da ETEC Eudécio Luiz Vicente, dos novos vereadores Acácio Rocha, João Davoli e Paulo Cervelheira, dos vereadores reeleitos Aguinaldo Galvão e Dinha Santos Gil, e do prefeito eleito Márcio Cardim.

GI Notícias

Horário de verão prevê economia de 0,43% na região de Pres. Prudente

À 0h deste domingo (16), tem início o horário de verão, que visa a reduzir o pico de demanda do sistema elétrico brasileiro. A medida segue até o dia 19 de fevereiro de 2017, período em que os relógios deverão permanecer adiantados em uma hora. A concessionária Energisa, que atende 24 municípios do Oeste Paulista, estima para esta edição uma economia de 1.735.000 Quilowatt-hora (kWh), que equivalem a aproximadamente 0,43% do consumo total da empresa.

Essa economia no consumo é suficiente para atender, durante um mês, a 10.800 residências ou todo o consumo de uma cidade com, aproximadamente, 33 mil habitantes.

Para o Ministério de Minas e Energia (MME), o horário de verão representa uma redução da demanda, em média, de 4,5% nas regiões onde é aplicada a medida.

A adoção da medida possibilita reduzir a demanda por energia no período de fornecimento entre 18h e 21h, quando a utilização de eletricidade provoca um pico de consumo. No horário de verão, as pessoas mudam os hábitos e aproveitam mais a luz natural, pois demora a escurecer. Assim, há um alívio no uso das redes de transmissão de energia no horário de pico.

Segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS), os principais benefícios da adoção do horário de verão estão relacionados a redução do consumo de energia elétrica pela população, devido ao melhor aproveitamento da luz natural; redução de geração proveniente das usinas termelétricas (que tem um custo mais alto de geração); e aumento da confiabilidade do sistema elétrico, uma vez que o carregamento das redes de distribuição acaba não ficando concentrado no mesmo horário, além de ser possível atender ao natural aumento de carga do período de verão de uma maneira mais equilibrada.

Assim, é possível que as distribuidoras, transmissoras e geradoras de energia realizem os investimentos necessários para um bom atendimento de forma gradual.

Elektro
A Elektro, que também atende a região de Presidente Prudente, estima que em sua área de abrangência nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, que corresponde a 228 cidades, sejam economizados 29 Gigawatt-hora (Gwh). O número equivale ao consumo do município dePirapozinho por 186 dias.

Conforme a distribuidora, a redução média de 0,55% no consumo de energia elétrica permitirá à Elektro atender Dracena, com 46 mil habitantes, por 124 dias; Junqueirópolis, que possui 20 mil habitantes, durante 364 dias; e Teodoro Sampaio (22 mil habitantes), por 359 dias.

Com a redução, haverá melhoria na qualidade e maior segurança no fornecimento de energia elétrica, segundo a empresa. Outro benefício é a queda na demanda máxima do sistema elétrico no horário de pico, entre 18h e 21h. Na área da Elektro, a redução da demanda neste período será de 109 Megawatt (MW), o que representará uma queda de 4,0%.

Cidades
Os municípios atendidos pela Elektro são São João do Pau d’Alho, Monte Castelo, Paulicéia,Santa Mercedes, Nova Guataporanga, Tupi Paulista, Panorama, Ouro Verde, Dracena, Junqueirópolis, Pacaembu, Irapuru, Flórida Paulista, Flora Rica, Mariápolis, Marabá Paulista, Mirante do Paranapanema, Nova Pátria (distrito de Presidente Bernardes), Pirapozinho, Anhumas, Taciba, Tarabai, Narandiba, Estrela do Norte, Sandovalina, Teodoro Sampaio, Euclides da Cunha Paulista e Rosana, bem como o distrito de Primavera.

Já a Energisa atende Presidente Epitácio, Caiuá, Presidente Venceslau, Piquerobi, Santo Anastácio, Ribeirão do Índios, Emilianópolis, Presidente Bernardes, Santo Expedito, Alfredo Marcondes, Álvares Machado, Presidente Prudente, Caiabu, Indiana, Regente Feijó,Martinópolis, Sagres, Parapuã, Osvaldo Cruz, Salmourão, Inúbia Paulista, Pracinha,Lucélia e Adamantina, além de Nantes, Rancharia, Iepê e João Ramalho.

Dicas para economizar energia
A mudança de hábito é importante quando o assunto é economia de energia, conforme especialistas. Com o aumento da temperatura, a população usa com mais frequência equipamentos como o ventilador e o ar condicionado, o que faz subir o consumo e refletir na conta de luz. Mas, afinal, é possível economizar energia durante as estações mais quentes do ano?

Mesmo com todo o calor, o consumidor pode e deve contribuir para evitar o desperdício de energia. “O uso diário de ventiladores e aparelhos de ar condicionado é necessário, mas em dias com temperaturas amenas prefira ligar o ventilador. O aparelho de ar condicionado consome mais energia”, exemplificou o engenheiro eletricista e gerente de Serviços Comerciais da Energisa, Luiz Moreto Vicentin Júnior.

Além disso, o engenheiro eletricista apontou outras dicas. “É preciso manter o filtro do ar condicionado sempre limpo. Se for usá-lo, mantenha as portas e janelas do ambiente fechadas. Fique atento também aos aparelhos ligados em ‘stand by’, que é aquela luz que fica permanentemente acesa nos equipamentos. Desligue estes equipamentos da tomada. Sempre que deixar um ambiente desligue a luz e faça uso da luz natural abrindo bem janelas e cortinas”.

Segundo Moreto, a geladeira corresponde em média a 30% do consumo total de uma casa. “Antes de abrir a geladeira, pense no que precisa, ou seja, diminua o tempo que a porta ficará aberta. A geladeira também deve ficar longe de locais quentes, próximo de janelas e do fogão. Instale-a no local mais arejado da cozinha ou da copa. Não seque roupas atrás da geladeira e não guarde alimentos quentes. Faça sempre o degelo”.

O chuveiro deve estar na posição “verão” ou “desligado”. Também é orientado que banhos demorados sejam evitados e que a torneira seja fechada ao se ensaboar. Outras dicas que evitam o desperdício são desligar o monitor do computador e programar a proteção de tela quando o equipamento não estiver sendo usado.

Com relação ao televisor, é importante não deixar o aparelho ligado sem ninguém assistindo, assim como outros eletroeletrônicos que devem ser retirados da tomada.

A tonalidade da pintura da casa também pode ajudar na economia, escolha cores claras e frias, que aumentam a luminosidade dos ambientes e diminuem a necessidade de lâmpadas acesas durante o dia. Uma dica “importante” sobre as lâmpadas é substituir as incandescentes pelas fluorescentes compactas ou por lâmpadas de led, que são muito mais eficientes, ou seja, são econômicas e duram mais.

“São dicas simples que todos nós podemos colocar em prática em nosso dia a dia, como juntar o máximo de roupas e lavar de uma única vez, otimizando o uso da máquina de lavar; o mesmo vale para passar roupas. Quanto menos aparelhos ligados à tomada menos consumo de energia. Devemos usar o necessário ao nosso bem estar e, claro, à comodidade que a energia nos oferece”, concluiu o engenheiro eletricista.

 G1 Presidente Prudente

Brasil poderá emprestar até US$ 10 bilhões ao FMI, diz Banco Central

O Brasil poderá pela primeira vez fazer empréstimo ao Fundo Monetário Internacional (FMI) por meio de acordo bilateral. Na última semana, na reunião do FMI em Washington, o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, assinou o acordo bilateral e poderá emprestar até US$ 10 bilhões, se for necessário.

O total desta nova rodada de acordos bilaterais, que conta com a adesão de 26 países, é de USD 360 bilhões, informou o BC. O Brasil ainda não tinha participado desse tipo de acordo.

Entretanto, não é a primeira vez que o Brasil contribui com recursos de empréstimo para o FMI. O Brasil é credor do FMI desde 2009. Atualmente, o Brasil participa de um acordo semelhante aos acordos bilaterais, chamado de New Arrangements to Borrow (NAB), uma espécie de arranjo multilateral de empréstimo. Esse arranjo é composto atualmente por 40 membros e está vigente desde 2011.

O acordo bilaterial tem prazo final em dezembro de 2019, podendo ser prorrogado até 2020, se houver consentimento dos países. O último recurso que o FMI usa vem dos acordos bilaterais, caso haja necessidade. Segundo o BC, até hoje o FMI não utilizou nenhum recurso de acordos bilaterais. O recurso principal do FMI são as quotas. Depois delas, o FMI usa os recursos do NAB.

O BC explicou que, caso o FMI precise dos recursos previstos no acordo, o dinheiro não sairá das reservas internacionais. “As operações financeiras com o FMI não implicam diminuição das reservas internacionais.

As operações com o FMI representam simplesmente uma mudança na composição de nossas reservas, uma vez que a operacionalização do acordo bilateral com o fundo se dá por meio da compra de ativos do organismo internacional. Tais ativos são remunerados à taxa DES (taxa calculada com base em instrumentos financeiros dos cinco países-membros participantes da cesta DES – EUA, Japão, Reino Unido, Área do Euro e, agora, China). Ou seja, mesmo no caso em que os acordos bilaterais recém assinados sejam porventura utilizados pelo FMI, não há qualquer redução no montante de reservas internacionais”, informou.

Indenização a concessionárias deve aumentar em 5% tarifa de energia

A área técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estimou nesta terça-feira (11) que a tarifa de energia paga pelos consumidores deverá subir em média 5% em 2017. Esse percentual é referente à indenização que deverá ser repassada às concessionárias de transmissão por investimentos feitos até maio de 2000 que ainda não foram amortizados.

Outros fatores também podem resultar em aumento da tarifa e os valores apresentados nesta terça ainda serão analisados em audiência pública entre os dias 14 de outubro e 14 de novembro.Pelas estimativas da Aneel, os consumidores de energia pagarão em 2017 mais de R$ 11 bilhões para arcar com essas indenizações, referentes a nove empresas que renovaram as concessões de transmissão em 2013. Ao longo de oito anos, prevê a agência, os consumidores pagarão mais de R$ 65 bilhões.

Esse ressarcimento será feito porque o governo reconheceu que os investimentos não foram amortizados, ou seja, as transmissoras não receberam todo o pagamento por eles.

Pelas regras vigentes, têm direito a receber a indenização as concessionárias que aceitaram, em 2012, renovar suas concessões dentro do plano lançado pela então presidente Dilma Rousseff o que, à época, reduziu o valor das contas de luz.

Embora o percentual de reajuste previsto nesta terça seja de 5%, o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, havia previsto, em entrevista recente ao G1, que a alta seria de 3% para a tarifa.

Indenizações
Dos R$ 65 bilhões que deverão ser pagos pelos próximos oito anos, R$ 35 bilhões são relativos à atualização do valor que deveria ter sido pago em 2013.

Para o diretor da Aneel Reive Barros, o consumidor “paga” pela decisão do governo de não quitar as indenizações de 2013.

“Eu registro que estamos hoje, em 2016, tomando uma decisão de que deveria ter sido tomada em 2013, e isso traz suas consequências”, afirmou.

G1

Procuradoria diz que PEC que limita gastos públicos é inconstitucional

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Congresso Nacional nota técnica nesta sexta-feira pedindo o arquivamento da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria um teto para o gasto público, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados. Caso o Legislativo “não aceite a inconstitucionalidade” do projeto, a PGR propõe uma série de sugestões, como a redução do prazo de vigência da medida pela metade. O órgão afirma no documento que a proposta é inconstitucional, fere a cláusula pétrea da separação dos poderes e ameaça as ações de combate à corrupção da Justiça.

Para a PGR, a PEC cria uma ideia de “super órgão” do Poder Executivo que, “a pretexto de trazer a trajetória da dívida pública para níveis sustentáveis, passará a controlar os demais poderes ainda que de maneira indireta, inviabilizando o cumprimento de suas funções constitucionais e institucionais”. No texto, assinado pelo secretário de Relações Institucionais da PGR, o procurador da República Peterson de Paula Pereira, o órgão considera que a proposta é “flagrantemente inconstitucional” e “ofende” a independência e autonomia do Judiciário, do Ministério Público e das defensorias públicas.

 

“A PEC 241 institui o Novo Regime Fiscal pelos próximos 20 anos, prazo longo o suficiente para limitar, prejudicar, enfraquecer o desempenho do Poder Judiciário e demais instituições do Sistema de Justiça e, nesse alcance, diminuir a atuação estatal no combate às demandas de que necessita a sociedade, entre as quais o combate à corrupção”, diz o texto. A PGR afirma que é louvável “fazer melhor, com menos”, mas que vinte anos “há clara extrapolação do limite do razoável”, que pode “minar, corroer, abalar, arruinar diminuir e engessar” o Judiciário.

Na nota técnica, o órgão declara que a PEC invade a competência orçamentária do Judiciário de maneira “drástica e indiscriminada”, podendo inviabilizar o exercício das funções constitucionais e institucionais da Justiça. A PGR avalia que, pela PEC, a Justiça terá importante diminuição, pois está impedida de ampliar sua estrutura, aumentar suas despesas com investimentos, nomear novos membros e servidores, promover reajustes de despesas com pessoal e encargos sociais dos agentes públicos e pagar inativos e pensionistas.

Entre as sugestões da PGR para o projeto, caso a tese de inconstitucionalidade do texto não seja aceita pelo Congresso, a instituição propõe que o novo regime fiscal tenha redução do período de vigência pela metade, diminuindo de vinte para por dez anos – com revisão a partir do quinto ano, e não a partir do décimo como consta na proposta do governo. O argumento, segundo a PGR, é de que um prazo “tão longo poderá prejudicar atribuições constitucionais”.

A PGR propõe também a exclusão do teto de atividades de combate à corrupção e reajuste de pessoa, além distribuição e transferência do saldo positivo das receitas que a União tiver fruto do crescimento real da economia para instituições do Judiciário, para evitar o enfraquecimento das funções da Justiça.

O documento ressalta ainda que em 2016 foi marcado por um “agressivo corte orçamentário” que, só no caso do Ministério Público da União, implicou numa glosa de 110 milhões da proposta inicial, já reduzida em R$ 5,9 milhões em relação ao executado em 2015.

Nesta sexta-feira, PT e PCdoB entraram no Supremo Tribunal Federal (STF) com mandado se segurança, com pedido de liminar, pedindo a suspensão da tramitação da PEC. Os partidos sustentam que houve “ilegalidade e abuso de poder”, pois o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estaria impedido de pautar o projeto, pois foi coautor do texto.

Estadão

Bancários de 10 estados mais o DF decidem encerrar a greve

Após 31 dias de paralisação, bancários de alguns municípios já decidiram nesta quinta-feira (6) encerrar a greve da categoria após mais de um mês. As agências voltam a funcionar nesta sexta-feira (7). Há diversos sindicatos regionais discutindo neste momento se aceitam ou não a proposta dos bancos para encerrar a greve.

A terceira oferta apresentada Fenaban (Federação Nacional do Bancos) na noite de quarta-feira foi de reajuste de 8% em 2016 e abono de R$ 3.500. A proposta também inclui aumento de 10% no vale refeição e no auxílio-creche-babá e de 15% no vale alimentação. Os bancos também se comprometeram a garantir aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas.

O acordo proposto pelos bancos tem validade de dois anos. Para 2017, os salários serão reajustados pela inflação (INPC/IBGE), mais 1% de aumento real.

AMAZONAS
Os bancários do Amazonas decidiram, durante assembleia realizada nesta quinta-feira (6), encerrar a greve após 31 dias de paralisação. As agências devem voltar a funcionar, na capital e interior, nesta sexta-feira (7).

DISTRITO FEDERAL
Bancários de bancos privados e do Banco do Brasil do Distrito Federal decidiram, em assembleia, encerrar a greve. O retorno aos postos de trabalho deve ocorrer já na manhã desta sexta (7). As propostas específicas de BRB e Caixa ainda seriam votadas.

MINAS GERAIS
Belo Horizonte

Bancários de Belo Horizonte e outras 54 cidades de Minas decidiram nesta quinta-feira (6) encerrar a greve da categoria, de acordo com o Sindicato dos Bancários de BH e Região. O movimento durou 31 dias e foi o mais longo dos últimos anos.

Divinópolis
Em assembleia que começou às 18h30 e durou quase uma hora, os profissionais votaram edecidiram por aceitar a proposta de reajustes oferecida pelos bancos. Todas as 19 agências da cidade voltam a operar normalmente nesta sexta-feira (7), após 31 dias de greve.

Governador Valadares
Após assembleia realizada no início da noite desta quinta-feira (6), bancários decidiram pelo fim da greve em Governador Valadares. Desde o dia oito de setembro que a categoria havia aderido à greve; 22 agências estavam com os trabalhos paralisados ou comprometidos na cidade.

Zona da Mata
O Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Zona da Mata e Sul de Minas (Sintraf)decidiu encerrar a greve dos bancários na região após pouco mais de um mês de paralisação. Em Juiz de Fora, 45 agências chegaram a ter as atividades suspensassendo 24 bancos privados e 21 bancos públicos.

PARÁ
Os bancários de bancos privados encerraram a greve no Pará. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (6), após assembleia categoria que aceitou a proposta de 8% de aumento salarial, mais R$ 3,5 mil de abono, além de reajuste de quinze por cento de vale alimentação e 10% no auxílio creche.

PARANÁ
Curitiba

Os bancários dos bancos privados Curitiba e Região Metropolitana decidiram encerrar a greve. Os funcionários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal têm uma proposta específica e ainda vão votar, ainda nesta quinta-feira, se aceitam o que foi proposto.

PERNAMBUCO
Caruaru

A greve dos bancários chegou ao fim em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Bancários do município.

RIO DE JANEIRO
Bancários privados aceitam proposta da Fenaban e suspendem paralisação nesta quinta-feira (6). A Caixa Econômica Federal rejeitou as propostas e manteve a greve. O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro confirmou a decisão.

RONDÔNIA
Os bancários de Rondônia decidiram encerrar a greve iniciada há mais de um mês em todo país. A paralisação chegou ao fim após eles aceitarem o acordo que inclui reajuste salarial de 8% e abono de R$ 3,5 mil. Mais de 110 agências bancárias fecharam na greve no estado. O atendimento ao público do estado retorna na sexta-feira (7).

RORAIMA
Os funcionários dos bancos públicos e privados em Roraima decidiram encerrar a greve após 29 dias, segundo informou o presidente do Sindicato dos Bancários de Roraima, Adalto Andrade.

SANTA CATARINA
Os bancários em greve nas regiões de  Criciúma, no Sul catarinense, de Chapecó, no Oeste do estado, e de Joinville, no Norte decidiram encerrar a paralisação. O Sindicato dos Bancários de Florianópolis e região também decidiu pelo fim da greve após aprovação de propostas da Fenaban, do Banco do Brasil e da Caixa. O sindicato é responsável por mais de 20 cidades, incluindo São José, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Garopaba e Urubici.

SÃO PAULO
Capital, Osasco e Região

Bancários dos bancos privados e do Banco do Brasil das cidades de São Paulo, Osasco e região decidiram encerrar a greve, informou o sindicato que representa a categoria localmente. Já os bancários da Caixa rejeitaram a proposta dos bancos e decidiram manter a greve.

Mogi das Cruzes e Suzano
Agências bancárias privadas e do Banco do Brasil devem abrir normalmente nesta sexta-feira (7) após 31 dias de greve. De acordo com o  Sindicato dos Bancários de Mogi das Cruzes – também responsável por Biritiba Mirim, Salesópolis, Suzano e Poá a decisão foi tomada após assembleia na noite desta quinta. Nessas cidades, apenas as agências da Caixa não devem funcionar, já que os bancários não aceitaram a proposta. Em Itaquaquecetuba, Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Guararema e Santa Isabel, todas as agências voltam a funcionar.

Ribeirão Preto
O Sindicato dos Bancários de Ribeirão Preto (SP) confirmou ter encerrado a greve na cidade após um mês de paralisação. A categoria aceitou uma proposta de reajuste de 8% oferecida pelos bancos para este ano, além da garantia de aumento acima do índice da inflação para 2017, durante assembleia realizada na noite desta quinta-feira (6).

Rio Preto e Araçatuba
Os bancários decidiram por encerrar a greve durante assembleias nesta quinta-feira (6) nas regiões de Rio Preto e Araçatuba (SP). Segundo o sindicato, os trabalhadores bancários, seguindo o movimento nacional, aceitaram a proposta oferecida pela Federação Brasileira de Bancos (Fenaban) de 8% de reajuste e abono de R$3,5 mil.

Vale do Paraíba e Região
Após 31 dias de paralisação, os bancários decidiram encerrar a greve no Vale do Paraíba e região, informou o sindicato que representa a categoria. Eles voltam ao trabalho nesta sexta-feira (7) e as agências funciona, normalmente.

Assembleia dos bancários do Banco do Brasil de São Paulo, Osasco e região (Foto: Reprodução / Twitter do Sindicato)
Assembleia dos bancários do Banco do Brasil de São Paulo, Osasco e região (Foto: Reprodução / Twitter do Sindicato)

Piracicaba (SP)
Em assembleia durante a tarde, a categoria resolveu aceitar a proposta da Federação Nacional do Bancos (Fenaban) de 8% no aumento salarial, pagamento de abono de R$ 3,5 mil, reajuste do vale-alimentação de 15% e aumento de 10% nos vale-refeição e auxílio-creche. Com a decisão, as agências bancárias abrirão normalmente nesta sexta-feira (7).

Greve nacional mais longa
A greve completou 31 dias nesta quinta-feira (6) e supera a de 2004, primeiro ano em que os bancários se uniram para negociar melhores condições para a categoria e que tinha sido a mais longa até então com duração de 30 dias, segundo a Confederação Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A greve de 2015 durou 21 dias.

Negociações
Os bancários pediam a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real (totalizando 14,78% de reajuste), valorização do piso salarial – no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) e PLR de três salários mais R$ 8.317,90.

Antes do início da greve, no dia 29 de agosto, os bancos propuseram reajuste de 6,5%. Novas propostas foram apresentadas nos dias 9 e 28 de setembro, de reajuste de 7%. Todas foram rejeitadas pelos bancários, que decidiram manter a greve por tempo indeterminado.

Impacto nos serviços
A greve afetou os serviços bancários em todo o país, pois algumas situações não podiam ser resolvidas em canais de autoatendimento e outros meios alternativos.

Na quarta-feira (5) 13.123 agências e 43 centros administrativos ficaram fechados segundo a Contraf, o correspondente a 55% dos locais de trabalho em todo o país. O dia em que foi registrado o maior número de agências fechadas foi 27 de setembro, quando 13.449 fecharam as portas.

Bancos propõem reajuste de 8%; greve dos bancários pode acabar nesta quinta

Após 31 dias de paralisação, a greve dos bancários pode acabar nesta quinta-feira, 6. Em reunião com a categoria na noite desta quarta-feira, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs aos trabalhadores um reajuste nominal de 8% nos salários e abono de 3.500 reais.

Os empregados vão se reunir às 17h desta quinta, em assembleia geral, para avaliar a proposta e decidir os rumos do movimento. O Comando Nacional dos Bancários vai indicar aprovação da negociação e o fim da greve, segundo nota do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

Além do reajuste e do abono, os bancos ofereceram reajuste de 10% no vale refeição e no auxílio creche-babá e 15% para o vale-alimentação. Em 2017 haveria a correção integral no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado, com aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas.

“Fizemos uma greve forte e, em um ambiente de alta incerteza política e econômica, a categoria garantiu ganho real em 2017 e para este ano manteve a valorização em itens importantes como vale-alimentação, refeição e auxílio-creche. Garantimos também a não-compensação dos dias parados, e o Comando vai orientar a aprovação nas assembleias”, disse por meio de nota a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.

Um balanço divulgado pelo sindicato afirma que 42.000 trabalhadores participaram das paralisações durante o período de greve na área de abrangência da entidade, atingindo 727 locais de trabalho, sendo 24 centros administrativos e 703 agências fechados na quarta-feira.

Até a rodada de negociação feita nesta quarta, os grevistas reivindicavam reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando uma inflação acumulada de 9,31%. Além disso, o sindicato pedia o pagamento de três salários mais 8.297,61 reais em participação nos lucros e resultados, além da fixação do piso salarial em 3.940,24 reais. Se a proposta negociada nesta quarta for aprovada, o piso de funcionários que trabalham em escritórios nos bancos passa de 1.976,10 reais para 2.134,19 reais.

(Com Estadão Conteúdo)

Veja os 11 profissionais especialistas mais procurados durante a crise

O executivo que tem perfil para gerenciar crise ainda segue cobiçado no mercado de trabalho, com aumento de 30% na demanda até agosto de ano para profissionais especialistas em crise, segundo levantamento da Michael Page, empresa de recrutamento executivo de média e alta gerência, parte do PageGroup.

Algumas posições, como a de gerente de impostos indiretos, está no radar das empresas. Esse profissional tem alta demanda por ser responsável pelo controle e gerenciamento das operações de impostos indiretos, com foco em ICMS. Isso pode ajudar a empresa a ter muitos ganhos e também impedir que seja autuada por não recolher impostos.

“Cada área dentro da companhia enfrenta a sua crise. Seja o financeiro para negociar e alongar o prazo das dívidas ou o RH na hora de demitir algum funcionário. Executivo com perfil para gerenciar esses momentos difíceis dentro de cada departamento são bem avaliados no mercado atualmente. Isso é um reflexo do atual cenário e que acaba influenciando diretamente as companhias”, diz Henrique Bessa, diretor da Michael Page.

Veja os 11 profissionais mais buscados:

1) Gerente de tesouraria estruturada
Área: finanças
Salário médio: R$ 17 mil
Aumento de demanda no ano: 25%
O que se espera desse profissional na crise? A área de tesouraria ganhou destaque por causa do momento econômico de alta nos juros, na inflação e no dólar, e preço das commodities em baixa. Somado a isso, as empresas nacionais e multinacionais encontram problemas para obter linhas de credito em bancos locais e internacionais. Esse tipo de profissional deve ter bom relacionamento bancário, boa base de finanças corporativas para modelar melhor a estrutura de capital e ter habilidade de renegociação de dívidas e alongamento de prazos com bancos e fornecedores.

2) Gerente de impostos indiretos
Área: finanças
Salário médio: R$ 20 mil
Aumento da demanda no ano: 30%
O que se espera desse profissional na crise? Ele tem habilidade para controlar e gerenciar as operações de impostos indiretos, com foco em ICMS. Pode ajudar uma empresa a ter muitos ganhos, através de savings e, também, impedir que a empresa seja autuada por não recolher os impostos. O perfil procurado é de profissionais técnicos, detalhistas, organizados, e com sólidos conhecimentos em planejamento de impostos.

3) Diretor de desenvolvimento de negócios
Área: bancos e serviços financeiros
Salário médio: R$ 25 mil a R$ 50 mil
Aumento da demanda no ano: 12%
O que se espera desse profissional na crise? Em um cenário de crise, as empresas mais tradicionais, buscam adotar um posicionamento mais inovador. Para isso, os executivos com longas carreiras bancárias e que ocupavam posições são substituídos por executivos com menos tempo de carreira. Normalmente, os novos executivos tiveram grande parte da sua trajetória profissional focada em iniciativas de inovação e novas tecnologias e não necessariamente dentro do mercado financeiro.

4) Especialista de restruturação (mercado financeiro)
Área: bancos e serviços financeiros
Salário médio: R$ 40 mil a R$ 50 mil
Aumento de demanda no ano: 25%
O que se espera desse profissional na crise: Capacidade de negociação é uma das principais habilidades pois, em muitos casos, a negociação é com os credores de uma empresa que se encontra em situação de “estresse”.  Ampla bagagem de “advanced corporate finance” e vasto conhecimento em alternativas de “funding” local ou externo além de possuir forte networking e conhecimentos dos principais players no mercado de capitais.

5) Gerente de segurança patrimonial
Área: segurança
Salário: R$ 18 mil a R$ 26 mil
Aumento da demanda no ano: 27%
O que se espera desse profissional na crise? O profissional de segurança patrimonial e prevenção de perdas é extremamente estratégico para o negócio, pois seu desempenho tem impacto direto no caixa das empresas.Com o cenário econômico adverso, a prevenção de perdas e os ganhos estratégicos gerados pelo departamento têm impacto positivo nas finanças das empresas.

6) Gerente de serviços/pós-vendas
Área:
vendas
Salário médio: R$ 15 mil
Aumento da demanda no ano: 15%
O que se espera desse profissional na crise? Este tipo de perfil ganha importância em um cenário de queda no volume de vendas de equipamentos e em um ambiente de baixos investimentos, onde as empresas têm maior preocupação em manter a base instalada de ativos utilizando o menor custo possível. Este profissional será responsável pelos contratos de manutenção de equipamentos, vendas e instalação de peças sobressalentes e retrofits e todo o suporte técnico ao cliente.

7) Gerente de planejamento comercial
Área:
vendas
Salário médio: R$ 15 mil a R$ 20 mil
Aumento da demanda no ano: 23%
O que se espera desse profissional na crise? Profissionais maduros que conheçam a estratégia de vendas e saibam analisar e planejar são bem vistos na área comercial. O desafio para estas contratações se dá quando precisam encontrar este perfil ideal, com a limitação orçamentária  para pagar pacotes competitivos. A solução está nos incentivos de longo prazo, como Stock/Phanton Options, muito mais comuns nesse modelo de empresas.

8) Gerente de projetos PMO
Área: compras e logística (operações)
Salário médio: R$ 15 mil
Aumento da demanda no ano: 20%
O que se espera desse profissional na crise? O profissional ganhou importância em um cenário de redesenho de processos internos da empresa. Em crises, as empresas buscam manter o dia-a-dia operacional, com menos recursos, mais qualidade e mais eficiência. O PMO entra com uma visão estratégica e metodológica sobre a operação, traçando estratégias de execução de projetos de melhoria contínua, redesenho de processos e adequação de recursos.

9) Gerente de compras
Áreas:
compras e logística (operações)
Salário médio: R$ 13 mil
Aumento da demanda no ano: 25%
O que se espera desse profissional na crise? A demanda por gestores eficientes e atualizados no setor de compras aumentou consideravelmente na crise, uma vez que a área passou a apresentar oportunidades cada vez mais vantajosas para a relação clientes/fornecedores, melhorando a qualidade de serviços e produtos. A profissional pode auxiliar a empresa a ter ganhos significativos em sua cadeia de abastecimento. O perfil mais procurado é de pessoas proativas, dinâmicas e com expertise nos mercados de atuação.

10) Especialista comercial
Área:
seguros
Salário médio: R$ 10 mil a R$ 12 mil (mais variável)
Aumento de demanda no ano: 30%
O que se espera desse profissional na crise? O mercado segurador, mais especificamente os corretores, emprega atenção nas áreas segmentadas propiciando a diversificação de carteira, mantendo a rentabilidade e resultados. Este “despertar” para áreas segmentadas ocorre pela dificuldade na comercialização dos produtos classificados convencionais, que apresentam maior dificuldade em sua manutenção.

11) Gerente de risco
Área:
seguros
Salario: R$ 15 mil a R$ 25 mil
Aumento de demanda no ano: 18%
O que se espera desse profissional na crise? A evolução dos sinistros vem despertando a atenção das empresas sobre o gerenciamento de riscos. Um profissional de seguros que entenda a natureza da operação de uma empresa e possa identificar potenciais riscos (operacionais, administrativos ou financeiros), pode evitar grandes prejuízos à operação e ao grupo.

G1