segunda-feira, 11 dezembro, 2017

Inscrição para o Enem 2017 está aberta; veja como fazer passo a passo

Foto: Divulgação/Inep
Foto: Divulgação/Inep

Por: G1

 

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 começaram na manhã desta segunda (8). O sistema seria liberado às 10h, segundo previsão do MEC, mas a abertura foi adiantada e os candidatos já começaram a ter acesso ao site por volta das 8h30.

Será possível fazer a inscrição durante duas semanas. O prazo vai até as 23h59 de sexta (19). A taxa subiu para R$ 82 e o boleto precisa ser pago até 24 de maio.

Para fazer a inscrição, você precisar saber:

  • qual o endereço de acesso
  • quais os documentos necessários
  • como definir sua senha
  • como pedir atendimento especializado
  • como e quem pode solicitar a isenção

O processo de inscrição está distribuído em seis seções no site do Enem: “Dados pessoais”, “Recursos”, “Prova”, “Ensino Médio”, “Escola” e “Questionário”.

Veja abaixo o passo a passo:

1. Site para inscrição

As inscrições ocorrem somente no site www.enem.inep.gov.br/participante. Neste ano, a página está com novo layout baseado na cor verde

2. Documentos básicos

Para começar o processo, o candidato precisa saber o número do CPF e a data de nascimento.

Após digitar esses dois dados, na tela seguinte aparecem preenchidos automaticamente nome do participante, nome da mãe e data de aniversário. Isso ocorre porque o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) cruzou as informações com o banco de dados da Receita Federal.

Em caso de erro, é preciso clicar no item que registra a incongruência. O estudante que relatou problema deverá procurar a Receita e solicitar a alteração do dado com problema.

3. Dados pessoais

Depois que o sistema inseriu automaticamente os três primeiros dados, o estudante precisa colocar o número do RG, endereço* e outros dados pessoais.

 

4. Pedido de atendimento especializado

Após informar os dados pessoais, o candidato passa para a seção “Recursos”. Nela vai ter que responder se precisa de atendimento especializado ou atendimento específico para fazer a prova.

São exemplos de casos que justificam o atendimento especializado: autistas, com baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência intelectual, déficit de atenção, discalculia, dislexia, surdez, deficiência auditiva, surdocegueira e visão monocular.

Nesta edição será oferecida, em caráter experimental, prova em vídeo libras para auxiliar participantes surdos ou com deficiência auditiva. Esses participantes poderão selecionar apenas um tipo de recurso, já que também estará disponível a opção do tradutor-intérprete de libras.

Os estudantes que solicitarem atendimento especializado terão que indicar o código de Classificação Internacional de Doenças (CID) e anexar o laudo médico em formato .pdf, .png, .jpg no ato da inscrição.

Uma comissão do Inep analisará a documentação anexada e deve enviar uma resposta sobre o deferimento do pedido em um prazo de 30 dias após o fim das inscrições.

Quem consegue atendimentos especializados tem uma hora extra de prova.

5. Atendimento específico

Gestantes, lactantes, idosos, alunos em classe hospitalar – que por motivos de saúde estudam em unidades médicas – têm o direito a atendimento específico desde que informem sua condição no ato da inscrição.

A partir deste ano, essa solicitação também poderá ser feita para candidatos diagnosticados com algumas doenças. Por exemplo, diabéticos que usem bomba de insulina. O CID será exigido no momento da inscrição.

O atendimento específico não dá direito a uma hora adicional de prova.

6. Escolha do idioma e cidade da prova

Na sequência, dentro da seção “Prova”, o estudante deve selecionar inglês ou espanhol como língua estrangeira no Enem.

Além disso, durante essa fase da inscrição, o concorrente terá que indicar a cidade onde deseja realizar o exame, que pode ser diferente daquele cadastrado na seção de dados pessoais.

7. Informações sobre o ensino médio

Na seção “Ensino Médio”, os participantes precisam informar a sua situação em relação à conclusão dos estudos.

O sistema dá quatro opções para o candidato escolher: “já concluí o ensino médio”; “estou cursando a última série/ano do ensino médio”; “estou cursando o ensino médio, mas não concluirei no ano letivo de 2017” e “não estou cursando e não concluí o ensino médio”.

Nesta fase, candidatos com menos de 18 anos que não vão concluir o ensino médio neste ano, os “treineiros”, receberão uma informação de que estão impossibilitados de usar os resultados da prova para acesso ao ensino superior.

8. Escola

Esta seção só é exigida para os candidatos que afirmaram que vão concluir o ensino médio em 2017. O participante terá que informar a unidade federativa, o município e nome da escola, ou o código da instituição.

9. Questionário socioeconômico

A penúltima etapa é o questionário socioeconômico, onde os candidatos informam questões sobre escolaridade e profissão dos pais e renda familiar. Neste ano, os estudantes respondem 27 itens. Até 2016, eram 50.

10. Imprimir boleto ou pedir isenção

Os alunos que declararam a conclusão do ensino médio em 2017 e que estão matriculados na rede pública de ensino recebem isenção automática da taxa de inscrição e o processo é finalizado após o preenchimento do questionário socioeconômico.

Os demais concorrentes terão mais uma etapa pela frente: podem pedir para gerar o boleto de pagamento da inscrição ou solicitar isenção da taxa. Nesse último caso, os estudantes deverão identificar o motivo para esse requerimento.

Quem pode ter isenção da taxa

  1. Concluintes do Ensino Médio matriculados na rede pública de ensino;
  2. Membros de família de baixa renda em situação de vulnerabilidade socioeconômica inscritos no CadÚnico;
  3. Membros de família com renda familiar per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que cursaram todo o Ensino Médio na rede pública ou como bolsista integral em escolas particulares.

Ao declarar carência socioeconômica ou ao cadastrar o Número de Identificação Social (NIS), o estudante receberá automaticamente a informação se a isenção foi validada. Se a solicitação não for aceita, o sistema vai gerar a Guia de Recolhimento da União (GRU).

11. Definição de senha e dados de contato (e-mail e telefone)

Antes de finalizar ou imprimir o boleto, é preciso indicar número de telefones fixo e celular, além de e-mail. (Neste ano, após polêmica com a falta de segurança na edição anterior, o Inep determinou que a recuperação da senha só vai ocorrer via SMS ou e-mail.)

Logo após inserir esses dados pessoais, os candidatos devem escolher uma senha com no mínimo seis e no máximo 10 caracteres. Ela pode ter apenas números e letras, com distinção de minúsculas e maiúsculas.

O Inep ressalta que os participantes devem guardar suas senhas para evitar possíveis complicações. No ano passado, milhares de pessoas ficaram com o acesso temporariamente restrito ao sistema porque esqueceram suas senhas e precisaram criar uma nova.

12. Conclusão da inscrição

Para quem não é isento, o boleto poderá ser impresso (ou salvo em PDF) nesta última etapa. Ele pode ser pago em qualquer banco até 24 de maio.

Ao concluir todas as etapas do registro, será gerado o número da inscrição em uma página com o resumo das informações recebidas. A situação do cadastro deverá ser consultada pelo participante nessa etapa do processo.

13. Prazo para mudança de dados

Até o término das inscrições – 19 de maio –, os participantes têm a opção de atualizar os dados de contato, mudar o município escolhido para a realização das provas e a opção de língua estrangeira, e solicitar atendimento especializado ou específico. Terminado o prazo, não será possível fazer qualquer alteração.

Nome social

Travestis e transexuais podem solicitar o uso do nome social no exame. Para isso, devem fazer sua inscrição normalmente no site até 19 de maio.

Entre 29 de maio e 4 de junho, devem entrar novamente na página do participante do Enem e solicitar o uso do nome social. O candidato deve ter documentos comprobatórios de sua condição.

Aplicativo do Inep

A inscrição não pode ser realizada pelo aplicativo do Inep sobre o Enem. Entretanto, o app lançado em 2016 foi reformulado. Agora, há uma seção de notícias destinada ao público geral. Assim, professores e pais vão conseguir acompanhar determinadas áreas que não exigem o login do participantes.

O app vai fornecer aos usuários o espelho da redação, gabaritos e o resultado individual. A ferramenta está disponível nas plataformas Android e IOS.

MEC redefine composição do Fórum Nacional de Educação

Ministério incluiu órgãos como o FNDE e excluiu outros, como a Anped

O MEC (Ministério da Educação) redefiniu a composição do FNE (Fórum Nacional de Educação), incluindo órgãos como o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), ligado à própria pasta, e excluindo outros, como a Anped (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação) e a Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino), representantes da sociedade civil. As informações são da Agência Brasil.

Entidades ligadas à educação consideraram a medida arbitrária e inadmissível, mas o MEC diz que a alteração evita que discussões político-partidárias interfiram na política educacional do país.

A portaria com as mudanças foi publicada no último dia 28, no Diário Oficial da União. O FNE foi criado em 2010, com as atribuições de coordenar as conferências nacionais de Educação e promover a articulação das conferências com as conferências regionais, estaduais e municipais que as precederem.

Outra função é acompanhar a execução do PNE (Plano Nacional de Educação), lei sancionada em 2014, que fixa metas para melhorar a educação até 2024. Uma das metas é investir, anualmente, pelo menos o equivalente a 10% do PIB brasileiro em educação até 2024. Atualmente, o setor educacional recebe o equivalente a 5,3% do PIB.

Por meio de nota, 21 entidades da sociedade civil criticaram as mudanças feitas pelo MEC. “Em análise preliminar, percebe-se a intenção do governo de restringir a participação das atuais representações, excluindo entidades representativas de segmentos essenciais -como o campo, a pesquisa em educação e o ensino superior”, diz o texto.

“De forma autoritária e centralizada, toma o ministro para si a responsabilidade de “arbitrar” quem entra e quem sai do FNE, passando por cima dos regulamentos e procedimentos que dispõem sobre ingresso de entidades, sob a exclusiva avaliação do Colegiado do Pleno do FNE”, acrescenta.

Consultado, o MEC diz, também por meio de nota, que “corrigiu distorções claras” em medidas adotadas durante o governo Dilma Rousseff (2011-2016). Segundo a pasta, em portaria publicada em 2014, a gestão anterior incorporou ao FNE “representações de segmentos que já estavam representados, criando uma sobreposição, com a intenção de ampliar o número de votos nas decisões do fórum e fortalecendo o viés político-partidário”.

“A atual gestão do MEC determinou a volta da composição original do FNE e agregou representações relevantes que estavam fora”, diz a nota do ministério. O FNE “está mantido e fortalecido, representado por diversos segmentos”, conclui a nota.

CONFERÊNCIA NACIONAL

Alguns dias antes de alterar a composição no FNE, o MEC publicou uma portaria redefinindo a convocação da 3ª Conae (Conferência Nacional de Educação). Pela nova portaria, a Conae, que seria realizada no primeiro semestre, portanto, antes das eleições, poderá ser adiada.

“As medidas não foram discutidas com o conjunto das entidades do FNE, nem tampouco com o coordenador do FNE, conforme estabelecem as normatizações em vigor e a cultura anterior recente de relacionamento respeitoso com as entidades nacionais representativas do setor educacional”, dizem as entidades que criticam a decisão do MEC.

A atual coordenação do FNE acionou a Procuradoria Federal dos Direitos ao Cidadão do Ministério Público Federal.

“Convém ressaltar nosso desapontamento adicional já que, para a mesma data em que o decreto é firmado (26/04/2017), havia previsão de reunião entre a Secretaria Executiva do MEC e membros do FNE, agendada com bastante antecedência, conforme a conveniência da própria Secretaria do MEC. Seria uma reunião, fundamental, para tratar de encaminhamentos relativos à Conae, que foi abruptamente cancelada sem maiores esclarecimentos e informações aos interessados, tampouco proposta outra alternativa que respeitasse a deliberação do coletivo do FNE em reunião de 29 do mês passado”, diz o FNE no relato ao órgão.

“Com uma ação desse tipo de parte do Poder Público, unilateral, nada dialogada, sem perspectiva de futuro, também Estados, Distrito Federal e municípios ficarão inseguros acerca do planejamento e realização da Conae, prejudicando processos de participação e avaliação, previstos em lei”, acrescenta o Fórum.

O MEC diz que a atual gestão alterou um decreto publicado em 9 de maio de 2016, “às vésperas do afastamento da então presidente Dilma Rousseff, que determinava que a Conae 2018 fosse realizada no primeiro semestre daquele ano, em uma clara intenção de criar uma mobilização com vistas à eleição de 2018”.

De acordo com o ministério, o calendário também criava dificuldades para Estados e municípios que, de acordo com a Lei 13.005 de junho de 2014, precisariam realizar conferências locais antes da nacional. “O MEC, então, decidiu ampliar o prazo para até o fim de 2018. Com isso, será possível que municípios e Estados cumpram suas conferências a tempo e, também, que a Conae 2018 seja realizada com maior planejamento e sem interferência político-partidária.” Com informações da Folhapress.

Leitura: Uma escada sem fim para o sucesso

Foto: Reprodução/Global Empregos
Foto: Reprodução/Global Empregos

 

Por: Gabriel Freire Torres – Divisa Notícias

 

A leitura é uma parceira daquelas que se carregam para a vida.

Diante a isso, muitos têm dedicado a vida para escrever e criar repertórios para serem aproveitados por toda a eternidade.

Poesias, crônicas, frases de apoio e tudo aquilo que mais agrega na sociedade vêm se espalhando cada vez mais, mas não pense que apenas a beleza de um romance, ficção, o suspense e entre outros possuem espaço neste cenário, pois muitas páginas de humor também estão por aí para agregar cada vez mais conteúdo e alegria no seu dia.

Seja qual for a sua preferência, digo apenas que leia cada vez mais. É a chave que vai te tornar diferencial, pois com conhecimento vamos cada vez mais longe.

A geração atual é brilhante e muitos ainda precisam se descobri como tal, pois cada um no seu talento pode nos orgulhar muito em um futuro não muito distante.

Ouse, crie, faça a diferença e nunca se esqueça: Leia cada vez mais.

Enem: candidato com 18 anos ou mais sem ensino médio não precisa ser treineiro

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Fonte: Agência Brasil

 

Estudantes com 18 anos ou mais que ainda não concluíram o ensino médio poderão usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingressar no ensino superior. No entanto, esse candidato precisa fazer um outro exame, a nível estadual ou municipal, para receber o certificado de conclusão da etapa de ensino.  Isso significa que, mesmo que ainda não tenha a certificação em mãos, não precisará se inscrever como treineiro no Enem.

As inscrições para o exame estarão abertas de 8 a 19 de maio. O Enem 2017 será nos dias 5 e 12 de novembro.

Até o ano passado, estudantes com pelo menos 18 anos podiam se inscrever no Enem para obter a certificação do ensino médio. Caso obtivessem pelo menos 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento das provas e nota acima de 500 pontos na redação obtinham o “diploma”. Cerca de 11% dos inscritos conseguiam esse resultado anualmente e obtinham a certificação. A partir deste ano, com o fim da certificação, esses estudantes terão que recorrer a outros exames e o Enem passa a ser voltado para a seleção do ensino superior.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou hoje (20) uma nota esclarecendo a questão. Segundo o Inep, só é treineiro aquele que, concomitantemente, é menor de 18 anos e concluirá o ensino médio após o ano letivo de 2017. Os treineiros usam o Enem como uma auto-avaliação e têm as notas divulgadas 60 dias depois dos participantes regulares. Isso ocorre porque eles não podem ingressar na educação superior e, portanto, não precisam ter suas notas calculadas antes das inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os participantes que completam 18 anos até a data da primeira prova do Enem, no dia 5 de novembro, não precisarão se inscrever como treineiros, mesmo aqueles que não tenham concluído o ensino médio. Eles terão, no entanto, que buscar outros exames para certificação da etapa de ensino para concorrer a vagas no ensino superior. Um deles é o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que volta a ser aplicado este ano. O resultado do exame nacional pode ser usado pelos estados e municípios para certificação.

Secretaria de Educação espera mais de 6 mil pedidos de transporte gratuito

A Secretaria Municipal de Educação (Seduc) de Presidente Prudente recebe até o dia 27 de janeiro as inscrições referentes ao programa de transporte escolar gratuito. O benefício é oferecido aos alunos das redes municipal e estadual de ensino, bem como aos estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do ensino supletivo, ambos com frequência presencial. O atendimento no Parque de Uso Múltiplo (PUM) começou nesta segunda-feira (16). São esperadas mais de seis mil solicitações até o fim do mês.

Já aos alunos portadores de necessidades especiais e aos moradores da zona rural do município, as inscrições para uso de peruas ou vans acontecem desde o dia 9, na sede da Seduc.

O atendimento nesta primeira semana é destinado ao cadastramento e ao recadastramento apenas dos alunos das escolas estaduais do 6º ano do ensino fundamental à 3ª série do ensino médio.

Os pais dos estudantes da rede municipal de ensino (1º ao 5º ano do ensino fundamental) deverão procurar pelo benefício somente a partir da próxima segunda-feira (23).

Na tentativa de evitar filas, a Seduc disponibilizou 25 atendentes para trabalhar no Parque de Uso Múltiplo, das 8h às 16h, ininterruptamente.

Seduc espera receber mais de seis mil solicitações até o fim deste mês (Foto: Olímpio Moura/Divulgação/Prefeitura)Seduc espera receber mais de seis mil solicitações (Foto: Olímpio Moura/Divulgação/Prefeitura)
G1 Presidente Prudente

São Paulo divulga calendário escolar da rede estadual 2017

O calendário escolar de 2017 já está definido. As datas foram publicadas pela Secretaria da Educaçãode São Paulo no Diário Oficial. No próximo ano, as atividades de alunos e professores terão início em 2 de fevereiro. A data é a mesma em todas as 5 mil unidades de Ensino Fundamental, Médio e Educação de Jovens e Adultos.

O documento determina ainda para 28 de junho o fim do primeiro semestre. Por sua vez, as aulas regulares do segundo semestre têm começo agendado para 31 de julho. Para garantir o cumprimento dos 200 dias letivos, previstos na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), as escolas devem encerrar a programação pedagógica, no mínimo, no dia 21 dezembro.

Atividade

Data

Início das aulas 2017

2 de fevereiro

Recesso escolar

29 de junho a 30 de julho

Início do 2º semestre

31 de julho

Fim do ano letivo

A partir de 21 de dezembro

 Matrículas e transferências

Ao longo de todo o mês de janeiro, as escolas recebem matrículas de novos alunos interessados em ingressar na rede estadual. Para fazer o cadastro basta se dirigir à unidade de ensino mais próxima e preencher o formulário. É indicada a apresentação de documento de identidade (certidão de nascimento e RG) e comprovante de residência. No caso de alunos menores de idade, o cadastro deve ser feito por pais ou responsáveis.

Portal Regional

Contratos do Fies poderão ser renovados a partir da próxima segunda-feira

O Ministério da Educação (MEC) vai abrir o Sistema Informatizado do Financiamento Estudantil (SisFies) a partir de segunda-feira, 9. A nova etapa refere-se aos contratos do 1° semestre de 2017.

Todo semestre, os estudantes precisam fazer a renovação dos contratos. Dessa vez, já no início de janeiro, instituições de ensino superior poderão iniciar processos, que, posteriormente, serão validados pelos estudantes.

“A medida pretende evitar velhos transtornos que alunos enfrentam todo semestre para concluir o processo de aditamento”, explica o ministro Mendonça Filho.

O aditamento do segundo semestre de 2016 foi liberado após a aprovação pelo Congresso Nacional de projeto de lei que concedia crédito suplementar ao MEC.

Com isso, a pasta quitou dívidas relativas aos pagamentos com serviços de administração de contratos prestados por bancos. Dessa forma, os repasses às instituições privadas de ensino superior foram normalizados.

O prazo vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro, segundo processo de seleção conduzido pela Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC.

De acordo com o ministério, cerca de 98% dos estudantes conseguiram renovar o financiamento, o que totalizou um orçamento de R$ 8,6 bilhões. O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano.

O aluno só começa a pagar a dívida após a formatura. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Atualmente, 2,1 milhões de estudantes participam do programa. (Com informações Portal Brasil e Agência Brasil)

Portal Regional

Fies: prazo para renovação encerra amanhã

O prazo para renovação de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) encerra amanhã (30) e muitos estudantes ainda não fizeram o aditamento. Até a tarde de ontem (28) 45 mil contratos ainda não haviam sido aditados. Neste segundo semestre de 2016, 1,5 milhão de contratos devem ser renovados.

Os dados são do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).O aditamento, que deve ser feito a cada semestre, é o processo pelo qual o aluno renova seu contrato e garante a continuidade do financiamento do curso. O FNDE prorrogou por duas vezes a data-limite para renovação e não deve estender o prazo novamente.

O processo de renovação dos contratos do Fies é feito pela internet, no Sisfies. O pedido é feito inicialmente pelas faculdades. Em seguida, os estudantes devem valiar as informações inseridas pelas instituições no SisFies.Nos aditamentos simplificados, a renovação é feita a partir da validação do estudante no sistema.

No não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, por exemplo, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao banco para finalizar a renovação.

Além disso, termina hoje (29) o prazo para que os estudantes que fizeram a renovação não simplificada do Fies entreguem no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal o Documento de Regularidade de Matrícula emitido a partir de 25 de novembro e que esteja com o prazo de comparecimento ao banco expirado. O FNDE prorrogou a validade dos Documentos de Regularidade de Matrícula devido a problemas ocorridos na rede bancária.

O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante.

 Jornal de Brasília

Gestão Empresarial tem demanda de 7,43 no vestibular da Fatec

O curso de Gestão Empresarial noturno é o mais concorrido da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Presidente Prudente, com demanda de 7,43, sendo 297 concorrentes para 40 vagas. Nesta segunda-feira (26), foi divulgada a concorrência de cada capacitação para o primeiro semestre de 2017.

Conforme a lista divulgada pela Fatec, Gestão Empresarial, mas na modalidade ensino a distância, é o segundo mais procurado, com concorrência de 4,38, com 175 inscritos para 40 vagas.

Na sequência, aparece o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas noturno, com 147 inscritos para 40 vagas, demanda de 3,68. A capacitação menos procurada é Agronegócio (manhã), com somente 66 candidatos para 40 chances.

As provas estão marcadas para o dia 8 de janeiro de 2017, às 13h. Em todo o Estado de São Paulo, são 64.633 inscritos para o processo seletivo.

A Fatec de Presidente Prudente está localizada na Rua Teresina, 75, na Vila Paulo Roberto. Mais informações no site.

Curso Período Inscritos Vagas Demanda
Agronegócio Manhã 66 40 1,65
Agronegócio Noite 103 40 2,58
Análise e Desenvolvimento de Sistemas Manhã 86 40 2,15
Análise e Desenvolvimento de Sistemas Noite 147 40 3,68
Eventos Noite 89 40 2,23
Gestão Empresarial Ensino a Distância 175 40 4,38
Gestão Empresarial Noite 297 40 7,43

G1 Presidente Prudente

USP reduz nota mínima exigida para vagas no Sisu

A Pró-Reitoria de Graduação da USP divulgou nesta quinta-feira, 15 de dezembro, as notas mínimas exigidas por cada um dos cursos da Universidade que reservaram vagas para o Sistema de Seleção Unificado (Sisu). Acesse aqui a lista completa e a errata do edital.

O Sisu utiliza a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para que instituições públicas de ensino superior ofereçam vagas em seus cursos de graduação. No caso da USP, para o vestibular 2017, foram destinadas 2.338 vagas.

A maior parte é exclusiva para alunos de escolas públicas (1.155). Foram destinadas 586 vagas a estudantes de escolas públicas autodeclarados pretos, pardos e indígenas (PPI). As demais vagas (597) podem ser disputadas por todos os candidatos do Enem (ampla concorrência).

Apenas três unidades da USP não aderiram ao Sisu: o Instituto de Física (IF), a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) e a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Redução das notas

Na primeira experiência com o Sisu, em 2016, foram oferecidas 1.489 vagas e preenchidas apenas 814. Os motivos apontados para o não preenchimento de parte das vagas foram o fato do edital ter previsto apenas quatro chamadas – de forma que ainda havia demanda quando o processo foi encerrado – e as notas mínimas definidas para cada uma das provas do Enem, consideradas muito altas. Em alguns cursos, a nota mínima exigida era de 700 pontos.

Neste ano, não foi estabelecido um limite de chamadas e nenhum dos cursos exigiu 700 pontos como nota mínima. Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), por exemplo, que no ano passado não preencheu nenhuma das 56 vagas oferecidas, as notas mínimas exigidas passaram a variar de 400 a 600. Os cursos de Medicina, tanto em São Paulo como em Ribeirão Preto, estabeleceram 500 como nota mínima em todas as provas do Enem.

A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp), que no ano passado havia estabelecido 700 como nota mínima no curso de Administração, baixou para 550.

Arquitetura e Design: uma primeira experiência

Neste ano, para poder oferecer vagas no Sisu, as Congregações da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP optaram por suspender, em caráter experimental, a aplicação da prova de habilidade específica.

A mudança se deu porque a portaria que regula o sistema dispõe que cursos que exijam teste de habilidades não podem oferecer vagas, já que o Enem não realiza esse tipo de avaliação.

Os cursos de Arquitetura tanto da FAU como do IAU definiram que a nota mínima em cada uma das provas do Enem deve ser 600. A mesma nota foi definida para o curso de Design na FAU.

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Jornal da USP