terça-feira, 17 outubro, 2017

Dicas e receitas para aproveitar ao máximo o pão integral na dieta

Dicas e receitas para aproveitar ao máximo o pão integral na dieta

O pão integral pode ser opção para o café da manhã, para o lanche da tarde e até virar prato principal. Saiba como incluir esse alimento no cardápio

pão costuma dividir opiniões quando o assunto é dieta. Tem muita gente que acredita que, para emagrecer, o melhor caminho é cortar carboidratos e, seguindo essa ideia, o pão é um dos primeiros itens riscados do cardápio. Entretanto, especialistas já ressaltaram a importância desse nutriente para o bom funcionamento do organismo e até do cérebro . Por outro lado, muitos nutricionistas indicam o pão integral como opção para quem deseja entrar em forma e seguir uma alimentação mais saudável.

Pão integral é rico em fibras e nutrientes e ajuda a manter a saciedade por mais tempo

A resposta para apontar se o pão é vilão ou mocinho de fato nem está no alimento em si. Se consumido em excesso, por exemplo, qualquer pão vai contribuir para que a pessoa engorde, afinal, terá uma grande quantidade de energia disponível no corpo e que não será gasta, ou seja, vai virar gordura acumulada. E nem o pão integral continua “magrinho” se for acompanhado de diversos itens “gordos”, como queijos amarelos, molhos, embutidos e por aí vai.

A ideia é moderação e saber fazer boas escolhas, regras gerais de uma alimentação balanceada. Para ajudar, o Delas separou algumas dicas de como incluir o pão no cardápio e também receitas saborosas e levinhas para variar o consumo desse alimento sem perder a linha na dieta.

Por que optar pela versão integral?

De acordo com nutricionistas, esse tipo de pão possui um menor índice glicêmico em comparação ao pão branco. Com isso, provoca menos picos de açúcar no sangue – e tais picos resultam em energia demais nas células, e a energia que não é gasta é acumulada em forma de gordura.

No geral, os alimentos feitos com grãos integrais são também fontes de fibras e, com isso, contribuem para que o processo de digestão ocorra de forma mais lenta no organismo. Dessa maneira, há uma melhor absorção de nutrientes e também uma sensação de saciedade por mais tempo. Ou seja, é possível que você logo sinta fome depois de comer um pão branco, que fornece energia de maneira rápida ao corpo, mas que demore mais a querer comer de novo dpeois de ingerir um alimento integral, que libera essa energia de maneira mais gradual no organismo.

Além disso, as fibras e os grãos integrais ajudam na redução dos níveis de colesterol.

Integral de verdade

Uma dica importante ao buscar esse tipo de alimento é se atentar ao rótulo. Para o pão, ou qualquer alimento, ser considerado integral de fato, as farinhas integrais devem aparecer como o primeiro ingrediente na lista de componentes daquele produto na embalagem. Ou seja, se no rótulo do que você estiver comprando aparece como primeiro item farinha de trigo ou farinha de trigo enriquecida com ácido fólico, isso significa que o ingrediente em maior quantidade presente ali é essa farinha branca e não nada integral.

Pão integral pode levar diversos grãos como aveia, linhaça e mais

E o pão integral pode ser feito de diversos itens, como farinha integral, aveia, quinoa e outros grãos e cereais integrais. Roberto Eid Phillipp, Chief Operation Officer da Benjamin A Padaria, lista os seus preferidos na hora de colocar a mão na massa e criar receitas saudáveis. “Sempre utilizo a aveia, que ajuda a reduzir a taxa de colesterol. Outra opção é a linhaça, que ajuda a equilibrar hormônios femininos fazendo com que a mulher sofra menos com os sintomas da TPM. Ainda tem o gergelim, que contribui com o sistema vascular e também colabora para manter os níveis de colesterol controlados”, detalha o profissional.

Combinações magrinhas

Como foi citado lá no começo, ao pensar em dieta, não adianta muito escolher o melhor pão integral se não souber fazer as combinações adequadas com recheios e acompanhamentos. Roberto sugere, por exemplo, usar muçarela de búfala para um recheio leve e saudável de um sanduíche. “A muçarela de búfala é rica em proteína, cálcio, ferro, fósforo e vitamina A”, lista o profissional de cozinha. “A vitamina A encontrada em grande quantidade nesse queijo é de grande valia para o sistema imunológico e tem muito menos gordura que a feita com leite de vaca”, completa Roberto.

Para conferir ainda mais fibras e bons nutrientes ao preparo, inclua também folhas, legumes e vegetais ao sanduíche. Com essa combinação, o pão pode até virar uma opção de lanchinho noturno. Um jantar rápido, por exemplo, pode ser feito com um sanduíche com duas fatias de pão integral, uma carne magra, como frango grelhado ou atum, alface, tomate e cenouras ou beterraba ralada. Com isso, terá todos os grupos alimentares necessários para uma refeição equilibrada: carboidrato, proteína, fibras e gorduras.

Receitas para preparar em casa

Dicas anotadas, é hora de partir para a cozinha! Para um café da manhã ou lanchinho da tarde, você pode preparar o seu próprio pão. Uma ideia é usar biomassa de banana verde para uma receita ainda mais funcional. Se preferir, também pode preparar um pão com farinha integral e iogurte. Veja as receitas nos links abaixo:

Pão integral caseiro e funcional

Pão integral com iogurte

O pão ainda pode ser protagonista de uma entradinha clássica e saudável e até do prato principal, como sugerem os especialistas da Kim Pães. Confira:

Brusqueta

  • Fatias de pão integral

  • Azeite

  • Tomates picados

  • Queijo muçarela ralado

  • Folhas de manjericão

  • Azeite e sal a gosto

Brusqueta é uma ideia rápida e leve para um aperitivo ou mesmo uma entrada

Para preparar, disponha os pães em uma assadeira e regue com um fio de azeite. Tempere os tomates picados com sal e coloque-os sobre os pães. Leve ao forno a 200º C até dourar o pão. Retire, acrescente a muçarela ralada e leve novamente ao forno para derreter levemente o queijo. Finalize com as folhas de manjericão e sirva em seguida.

Lasanha de ricota e espinafre

Para a masa:

  • 1 pacote de pão integral

  • 500 g de ricota esfarelada

  • Sal e pimenta a gosto

 Para o molho:

  • 1 caixa creme de leite light

  • 100 ml de leite

  • 1 colher (café) sal

  • Pimenta do reino a gosto

  • 1 ovo

 Para o recheio:

  • 1 maço de espinafre

  • 1 colher (sopa) de azeite

  • 1 cebola picada ralada

  • 2 tomates picados sem sementes

  • ricota esfarelada

Comece o preparo pelo creme. Para isso, bata o ovo junte os demais ingredientes e reserve. Para preparar o espinafre, higienize o vegetal e deixe só as folhas. Coloque o azeite em uma panela e refogue a cebola e o tomate. Em seguida, coloque o espinafre e refogue rapidamente. Assim as folhas ficam “al dente” e inteiras.

Para montar a lasanha, unte uma forma refratária com manteiga e forre com uma camada de pão integral. Coloque metade do creme, da ricota esfarelada temperada com sal e pimenta e do espinafre. Cubra com outra camada de pão. Coloque o restante da ricota, do creme e do espinafre e leve para assar em forno a 180º C por cerca de 30 minutos.

(Delas) 

Conheça as doenças de verão e previna-se

Para curtir o verão sem problema nenhum!

Dias mais longos, praia, mar, piscina, festas de fim de ano. Ah, que delícia é o verão! Mas, para aproveitar tudo isso sem neura, é preciso ficar atenta. Algumas doenças chatinhas (e outras até mais perigosas) se proliferam com o calor e a umidade. Aí, já viu: vírus, fungos, bactérias e parasitas podem atrapalhar aquela viagem que você está planejando há meses. Aprenda a se prevenir contra as doenças de verãonesta página e boa praia!

Micose superficial

micose é um tipo de infecção causada por fungos. E incomoda, né? Coceira e descamação na pele são sintomas comuns. Ocorrem porque o fungo da micose se alimenta de gordura e queratina da pele, cabelos e unhas. O contágio pode vir pelo suor do próprio corpo, toalhas e roupas de banho molhadas, areia da praia…

Previna-se: não fique com o biquíni molhado depois de voltar da praia (imagina só o paraíso quente e úmido que os bichinhos vão encontrar!) e use chinelos em ambientes públicos. Seque-se beeeeeem depois do banho, capriche nas juntas, dobrinhas e entre os dedos dos pés. Aquelas botas podem ser in-crí-veis, mas guarde-as. Sapatos muito fechados estão proibidos até que as temperaturas baixem.

Candidíase vaginal

candidíase é causada pelo desequilíbrio do fungo Candida sp nos genitais femininos. Eles estão naturalmente presentes na flora vaginal mas, quando encontram condições favoráveis – leia-se: umidade, calor e baixa resistência – se reproduzem excessivamente e a doença se instala. Ardor ao urinar, corrimento esbranquiçado (parecendo nata de leite) e coceira são sinais de alerta. Converse com o seu ginecologista.

Previna-se: vale a regra: saiu da praia? Tire o biquíni assim que puder. Calça e calcinha não podem abafar a região genital, então, prefira modelos de algodão (o jeans não é bacana, sabia?). Alimente-se bem porque o sol de verão que você espera o ano inteiro contribui para a queda da imunidade. O tratamento da candidíase é simples – geralmente, uma combinação de antifúngicos dá cabo da história. Mas é o seu médico que vai receitá-la

Conjuntivite bacteriana

Supercomum no verão, a conjuntivite infecciona a conjuntiva dos olhos (membrana que reveste a parte frontal dos olhos e o interior das pálpebras). São sintomas: secreção amarelada, vermelhidão, coceira, dor ao olhar pra luz e aquela sensação horrível de areia nos olhos.

Previna-se: não mergulhe em locais impróprios para o banho. O contágio é frequente em piscinas sem tratamento e água poluída. Não compartilhe toalhas, travesseiros ou maquiagem com pessoas contaminadas. E lave as mãos sempre (ok, você já sabe. Mas não custa lembrar). O tratamento é feito com colírios específicos, indicados por um oftalmologista

Dengue

No rol das doenças de verão, a dengue é motivo de políticas públicas de saúde há anos. Os indícios da picada do Aedes aegypti envolvem febre alta, náuseas, dores de cabeça, nos músculos e articulações, perda de apetite e manchinhas vermelhas pelo corpo. A forma hemorrágica da doença é ainda mais perigosa.

Previna-se: a única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. Para isso, é importante acabar com os criadouros e não deixar água parada em qualquer tipo de recipiente.

Otite externa

É uma inflamação dos ouvidos, geralmente provocada pelo uso incorreto de objetos introduzidos no local (como cotonetes, por exemplo). O motivo pelo qual a otite se encaixa nas doenças de verão é que a infecção é facilitada pela entrada de água no local (bastante comum em mergulhos no mar e em piscinas), que aumenta a proliferação de germes. Os sintomas da otite incluem dor, sensação de ouvido “cheio”, calor no local e secreção.

Previna-se: contenha a vontade de passar cotonete nos ouvidos (a parte externa da orelha está liberada).

Intoxicação alimentar

No verão, geralmente, fazemos mais refeições fora de casa. É aí que mora o perigo da intoxicação alimentar. As altas temperaturas prejudicam a conservação dos alimentos, que podem contaminar quem os consome. Os sintomas da Intoxicação alimentar variam de acordo com o microorganismo que causou o distúrbio. Os mais comuns são náuseas, vômito, diarreia, sensação de febre, dor de cabeça e desidratação.

Previna-se: é fundamental o cuidado com o armazenamento e preparo dos alimentos que se consome, em especial ovos, laticínios, peixes e demais frutos do mar.

(Tão feminino) 

Veganismo: muito além de cortar a carne das refeições

Quem opta por ser vegano não aceita matéria-prima derivada de animais em nada, seja no prato, nas roupas, nos produtos de higiene ou de beleza

Nada de carne ou qualquer derivado de animais – ovo, queijo, leite etc. – no prato e no copo. Nem pensar em roupas com matéria-prima animal, como lã, seda e couro. Cosméticos ou produtos de higiene, só se forem livres de componentes animais e cruelty-free, ou seja, que não tenham sido testados em animais. Estes são os principais pilares do veganismo, estilo de vida que tem crescido muito no mundo e que hoje conta com cerca de 5 milhões de adeptos no Brasil.

Os motivos que levam uma pessoa a se tornar vegana são variados, mas há um padrão: o respeito pela vida animal em todas suas formas fala muito alto. “Pela experiência clínica percebemos que, disparado, as razões éticas vêm em primeiro lugar”, afirma a nutricionista Gisele Severo. “Logo depois vêm questões relacionadas à saúde, como intolerância alimentar e prevenção de doenças”.

Alimentação vegana

O grande clichê quando se fala em veganismo todo mundo conhece: “Mas e as proteínas?”. Elas vão bem, obrigada. “A persistência neste mito não é nutricional, mas cultural. Os alimentos vegetais são perfeitamente capazes de suprir todas as necessidades proteicas do organismo humano”, garante o nutricionista George Guimarães.

Ele explica que “com uma dieta variada e composta por oleaginosas (castanhas, nozes etc.), leguminosas (como feijão, lentilha, ervilha) e cereais integrais não há como errar”. A não ser, é claro, que a pessoa não coma o suficiente para suprir suas necessidades calóricas diárias – mas isso não tem nada a ver com o veganismo, porque pessoas onívoras também podem não comer a quantidade necessária para se manter saudável.

O único porém da dieta vegana é a falta de vitamina B12, que realmente só é encontrada em alimentos de origem animal. Por ser indispensável para o sistema nervoso, é necessário fazer sua reposição por meio de comprimidos, xarope ou alimentos artificialmente fortificados. E tudo bem.

Para não correr o risco de ingerir algum alimento com derivados animais, os veganos precisam ler atentamente os rótulos de tudo que compram. Uma opção que tem se tornado cada vez mais popular é o serviço de assinatura de alimentação vegana, como a OneMarket (que tem a Vegana Box), a Veggie Box e a Mundo de Gaia. A curadoria dos produtos facilita muito a vida deste público.

Roupas veganas

Jaqueta ou bota de couro, blusa de seda e casaco ou touca de lã são alguns dos itens que não entram no guarda-roupa de nenhum vegano.

No lugar desses materiais entram o couro sintético e as fibras naturais – algumas muito comuns para todos os públicos, como o algodão e o linho.

E mais uma vez o vegano precisa ler bastante (neste caso, as etiquetas das peças que queira comprar). Elas geralmente trazem informações sobre a origem das matérias-primas usadas, com porcentagens detalhadas.

Também vale a pena recorrer direto a marcas de roupas veganas. Como elas seguem a filosofia de não utilizar componentes animais em suas confecções, poupa-se o trabalho de precisar ler item por item em cada etiqueta.

Entre as marcas veganas que se destacam estão Insecta Shoes (que faz sapatos com reciclagem de tecidos de roupas), Svetlana (sua criadora, Mariana Iacia, fez estágio com Stella McCartney, uma das principais estilistas veganas do mundo), Nicole Bustamante (que também produz itens de decoração veganos), Canna(cujo carro-chefe é a linha de bolsas, carteiras e cases de couro sintético), Fauna Veg Store (seu forte são camisetas e vestidos artesanais) e Zezeres (que faz óculos com reaproveitamento de madeira).

Cosméticos e produtos de higiene veganos

Para ser considerado vegano, um cosmético ou produto de higiene não pode ter ingredientes de origem animal ou seus derivados, como mel, cera de abelha, colágeno, leite, lanolina, gordura bovina e tutano. Também não é permitido que tenha ter sido testado em animais.

Vale destacar que isso não tem nada a ver com ser orgânico ou natural. Um produto vegano pode ser completamente sintético.

Para ter certeza de que os batons lindos ou os sabonetes cheirosos que você tanto quer realmente são veganos, verifique se eles têm selos de certificação.

 

Meu filho tem brinquedos demais. Mas o que eu posso fazer?

Na programação de canais infantis, a cada 10 ou 15 minutos, é comum um bombardeio de propagandas de produtos e brinquedos da moda, instigando o desejo das crianças.

No YouTube, há uma série de canais em que crianças fazem vídeos regularmente para falar sobre particularidades de brinquedos caríssimos que acabaram de ganhar.

Que valores programações desse tipo transmitem às crianças?

Excesso, consumismo, modismo.  Seu filho tem um número excessivo de brinquedos? Comece a observar com quantos ele brinca de fato. Aliás, quantas vezes você já se viu comprando um brinquedo para seu filho só porque ele viu na tevê ou porque usou o argumento de que todos os amigos tinham?

Se você deseja evitar o excesso de brinquedos, mas não sabe como fazê-lo, confira as 6 dicas abaixo e ponha-as em prática agora mesmo:

1. Não compre por impulso. Se estiverem em uma loja de brinquedos e seu filho insistir para você lhe comprar um brinquedo, diga: “Se você realmente deseja esse brinquedo, vamos colocá-lo na lista de Natal ou de presentes de aniversário”. Explique que brinquedo é ganho em ocasiões especiais. Se a criança é maior, essa é uma boa oportunidade para falar sobre o orçamento familiar e que existem outras prioridades. Além disso, é uma oportunidade para trabalhar limites. Saber dizer “não” também é educar. Agindo assim, estamos ensinando os pequenos a não agir por impulso, a não comprar por impulso. De fato, se a criança quiser muito o brinquedo, pedirá outras vezes. Mas se for uma vontade passageira, você terá evitado um consumo desnecessário.

2. O valor das coisas. Se a criança ganha tudo o que pede, o que ela aprende com isso? É preciso ajudá-la a entender que por trás do que ganha existe um esforço. Uma excelente maneira de ensinar sobre o valor das coisas é fazer com que os pequenos trabalhem para conquistar o que desejam. Peça para que realizem atividades simples como regar as plantas ou lavar a louça por um período de tempo. Permitir que as crianças trabalhem para obter o que desejam ensina-lhes ainda a ter paciência, diligência e perseverança.

3. Ganhe 1, doe 2. Estabeleça a regra: Toda vez que a criança ganhar um brinquedo, ela precisará doar dois que não usa mais. Poderá doar para um irmão, primo, amigo, para uma creche ou instituição de caridade.

4. Troca. Se o seu filho já possui dúzias e dúzias de brinquedos que não usa mais, ao invés de sair comprando tudo o que ele deseja, leve-o a ir em busca de novas alternativas. Uma delas é criar um encontro entre amigos e vizinhos para trocar brinquedos ou procurar por feiras e bazares que tenham o mesmo objetivo.

5. Datas comemorativas. Natal, Dia das Crianças, Aniversário. Nessas datas é mais difícil limitar o excesso de brinquedos, principalmente se você decide fazer uma festa e convidar todos os conhecidos… Mas não é impossível. É possível adotar algumas táticas para manter a situação sob controle. Uma delas é dizer aos familiares e amigos mais íntimos do que a criança está precisando – roupas, calçados, cadernos, livros, etc.  

6. Fazendo os próprios brinquedos. Toda a vez que tiver a oportunidade, em vez de comprar um brinquedo novo, pesquise alternativas, procure tutoriais na internet e apresente a seu filho uma lista de opções de brinquedos que vocês poderão fazer juntos. Deixe que ele escolha um. Você verá que é uma delícia fortalecer o vínculo com o pequeno e para ele também será ótimo conseguir construir algo por conta própria e depois poder desfrutar do fruto de seu trabalho.

E quando o excesso de brinquedos é por causa de avós, familiares e amigos?

Você deseja seguir essas dicas com afinco, mas uma avó, uma tia ou um amigo compra brinquedos para seu filho toda semana ou está sempre atendendo os pedidos da criança? Nesses casos é importante ter uma conversa sincera e expor seu ponto de vista:

1. Seja sincero. Conte sobre sua intenção de ajudar as crianças a evitarem o consumismo e do desejo que aprendam a valorizar o que ganham.

2. Peça que antes de presentear a criança sem um motivo aparente consultem vocês. Presentes devem ser recebidos em ocasiões especiais ou por merecimento. Agir assim evita que a criança associe uma determinada pessoa a presentes e bonificações.

3. Ao invés de cada um comprar um presente, uma boa pedida pode ser reunir todos os familiares para comprar um presente especial para a criança.

4. Sugira trocar o brinquedo por outra coisa. Em vez do brinquedo da moda, sugira aos avós, familiares e amigos a realizarem com os pequenos visitas a parques, museus, peças de teatro… Afinal, brinquedos se quebram, se perdem, mas uma experiência fica na lembrança para sempre.

Por fim, vale lembrar que precisamos avaliar se estamos dando um bom testemunho. Os pais são sempre os primeiros exemplos. De nada adianta explicar para a criança sobre a importância de valorizar o que se tem, de evitar o consumo e o desperdício, se temos o costume de comprar tudo o que nos dá vontade, não zelamos pelos nossos bens, desperdiçamos comida, água e energia e vamos ao shopping todas as semanas para adquirir o que está na moda.

(Como educar seus filhos)

Do berço para a cama: quando a criança pode fazer essa mudança?

Seis dicas para fazer a transição na hora certa, respeitando o tempo e as necessidades do seu filho

“A criança está pronta por volta dos 2 anos, quando já anda com firmeza e adquire algumas autonomias, como a fala”, explica a psicóloga e psicanalista Denise de Sousa Feliciano, professora do Instituto Sedes Sapientiae (SP). Outro fator determinante é a altura. “Se a linha dos mamilos quando o bebê fica de pé está abaixo da linha da grade, não existe risco de sair e sofrer alguma queda. Mas, se o berço estiver com o estrado totalmente rebaixado, sem protetores laterais ou brinquedos dentro, e, mesmo assim, ele escalar e tentar sair, é hora da troca”, alerta o pediatra Marcelo Reibscheid, da UTI Neonatal do Hospital São Luiz (SP). Para ajudar você a fazer essa mudança de forma tranquila, sem estresse ou trauma para o seu filho, elaboramos um pequeno guia com seis dicas de especialistas e mães que já passaram por essa fase.

Confira!

PREPARE O SEU FILHO

O primeiro passo é ter uma boa conversa para explicar que ocorrerá uma mudança, mas que será para melhor. “É importante um período de preparação, que permite que a criança se despeça de seu berço e fique na expectativa de um espaço novo. Isso a ajudará a elaborar o luto da perda dessa etapa de sua vida, situação que viverá muitas outras vezes ao longo dela”, explica a psicóloga Denise. A especialista ressalta que é interessante associar a mudança ao desenvolvimento. Diga ao seu filho que ele não é mais um bebê, que já sabe, por exemplo, falar e comer com a colher. Valorizar seu crescimento e os ganhos de uma nova etapa vai incentivá-lo a seguir com seu desenvolvimento. De acordo com Denise, a convicção dos pais de que é bom crescer é o que ajuda a criança a se interessar pela mudança. “Se os próprios pais não conseguem lidar com o fato de que o filho deixou de ser um bebê, ele sentirá essa ambivalência e responderá recusando-se ao desenvolvimento”, alerta.

DEIXE QUE ELE PARTICIPE

Depois de informar sobre a transição, é importante envolver seu filho na mudança. “Incluir na preparação, combinar o que vai acontecer, marcar um dia, pedir ajuda na escolha da cama, da colcha e dos acessórios são atitudes positivas que favorecem a adaptação”, afirma Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

FAÇA DA MUDANÇA UMA FESTA

A atitude positiva dos pais é fundamental para que a transição do berço para a cama seja natural e tranquila. E, quanto mais feliz for o momento, melhor será a aceitação da nova realidade. Lembre-se, no entanto, de que nem sempre a surpresa é uma boa ideia. Algumas crianças podem ficar inseguras por falta de tempo de elaboração.

TOME PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA

Com a mudança para a cama, as crianças terão mais autonomia e liberdade e, portanto, poderão acessar locais que ficavam indisponíveis quando dormiam no berço. Todo cuidado é pouco na adaptação do quarto e da casa como um todo. As janelas devem ter proteção, porque elas poderão subir com facilidade nos móveis. Fios e aparelhos elétricos devem estar fora de seus alcances. Gavetas baixas não podem conter itens de risco como facas, medicamentos e objetos de vidro. É importante também evitar camas muito altas, como os beliches. “Beliche é perigoso, tem o risco de escalar, de cair do alto. A bicama é interessante porque a criança pode trazer os amigos para dormir quando estiver maior”, sugere a psicóloga clínica e psicopedagoga Cynthia Wood (SP). Seja qual for o modelo escolhido, é fundamental o uso de grades de proteção.

NÃO VOLTE ATRÁS

Um erro muito comum é mudar a criança para a cama e, ao primeiro sinal de dificuldade na adaptação, desistir. “Não existe voltar atrás nesse tipo de conduta. A criança logo estará acostumada ao seu novo quarto. Podemos fazer companhia até ela dormir nos primeiros dias. Mas, sempre no quarto e na cama dela, sem retirá-la de lá”, aconselha o pediatra Marcelo.

De qualquer forma, é importante saber que a criança pode ter dificuldades. “Diante de eventuais recaídas, os pais devem oferecer atenção e compreensão. Esses momentos são a expressão dos medos e das inseguranças que acompanham as mudanças mesmo na idade adulta. Ajudar o filho a enfrentá-los e a seguir é uma forma gradativa de instrumentá-lo para as muitas transições que o acompanharão sempre”, explica a psicóloga Denise. Por isso, colocar a cama ao lado do berço e esperar a vontade da criança mudar não é uma boa ideia. “Passa a imagem de que a criança não precisa se decidir, que pode ter as duas coisas ao mesmo tempo. Gera mais dúvidas e incertezas”, ressalta a psicóloga Cynthia.

EVITE LEVAR PARA A SUA CAMA
“Os pais devem insistir para que a criança fique no quarto dela. Trazê-la para o dos pais só vai acostumá-la a dormir com eles, e não resolver o problema”, afirma Ana, do Serviço de Psicologia do Einstein. A psicóloga Cynthia engrossa o coro. “O importante nessa hora é ter muita paciência, ir levando a criança de volta com tranquilidade, esperar que ela durma novamente e se retirar do quarto dela quantas vezes forem necessárias. Em poucos dias, essa frequência de acordar e procurar os pais vai diminuindo e ela passará a dormir confortavelmente em seu próprio quarto”, garante. Toda a paciência será recompensada. Ao final do processo, seu filho terá conquistado mais uma etapa do  desenvolvimento. Podem comemorar!
(Revista Crescer)

10 alimentos que não entram na despensa da nutricionista das famosas

Nutricionista funcional Patrícia Davidson revela quem são os verdadeiros vilões de uma alimentação saudável

Entrar de cabeça na rotina fitness e ter uma vida mais saudável não é tarefa fácil, mas algumas mudanças simples podem fazer toda diferença. A primeira (e principal) atitude é evitar a presença de certos alimentos em sua cozinha. Você provavelmente já está pensando em vários vilões que prejudicam a sua saúde, como refrigerantes, comida congelada e açúcar. Mas porque é tão difícil tirar esses alimentos do dia a dia?

Apesar de terem sabores agradáveis ao paladar, esses itens oferecem muitos prejuízos ao corpo, como aumento da compulsão alimentar, diabetes ou colesterol alto. “Reduzir as compras de alguns itens na sua casa já ajuda bastante. Se temos o hábito de ter esses produtos em casa, fica mais difícil de retirar da rotina. No entanto, deixe para comer as “besteiras” em poucas ocasiões”, diz a nutricionista funciona Patrícia Davidson, em entrevista ao Minha Vida.

“Nas refeições na rua, opte sempre por comida de verdade, evitando preparações muito elaboradas. Priorize grelhados, saladas verdes, legumes cozidos”, completa ela. Patrícia é queridinha das famosas e cuida da alimentação de Bruna Marquezine, Paolla Oliveira, entre outras. Para ajudar você nessa mudança, a especialista revelou os principais alimentos que não entrar em sua despensa e deu dicas sobre como substituir essas comidas. Confira:

1. Refrigerantes

2. Suco de caixinha

3. Biscoitos recheados e salgadinhos

4. Temperos prontos (caldos, ketchup)

5. Comida congelada (lasanha, hambúrguer)

6. Açúcar branco

7. Farinha de trigo

8. Embutidos (mortadela, presunto, salsicha, bacon, salame)

9. Adoçantes

10. Lácteos de vaca

Porque esses alimentos não devem ser consumidos?

De acordo com Patrícia, refrigerantes, sucos em caixinha e biscoitos possuem açúcar branco e seus derivados em sua composição, além de adoçantes e aditivos químicos (como corantes e conservantes), que não trazem nenhum benefício para o organismo. Eles são considerados calorias vazias.

“Esses alimentos também levam ao acúmulo de gordura e alterações metabólicas. Seu consumo excessivo leva ao ganho e dificuldade da perda de gordura, aumento da vontade de comer alimentos doces, alteração da sensação de saciedade e mudanças na microbiota intestinal”, disse.

Com relação aos temperos prontos, embutidos, biscoitos salgadinhos e comidas congeladas, os principais vilões são o sódio, os conservantes e os realçadores de sabor em sua composição. A nutricionista alerta sobre a importância de estar atento às embalagens, pois nesses casos o sal pode aparecer como sódio, glutamato monossódico ou bicarbonato de sódio, por exemplo. Portanto, opte por produtos que tenham níveis baixos dessas substâncias.

Apesar de parecer inofensiva, a farinha de trigo é um alimento muito ruim para quem quer melhorar a alimentação e emagrecer, por ser uma fonte abundante de carboidratos. Além disso, a farinha de trigo branca deve ser evitada por pessoas intolerantes ao glúten.

“A farinha de trigo, que está presente em praticamente todos os produtos consumidos, como pães, bolos, biscoitos, massas e salgadinhos, sofreu muitas mudanças pela indústria ao longo dos anos para que pudesse ser produzida em maior quantidade. Essas mudanças e seu consumo em livre demanda pela população podem levar a alterações intestinais e processos inflamatórios no corpo, como dores articulares, má digestão, intestino preso, dores de cabeça e alergias respiratórias”, comentou a nutricionista.

Mocinho ou vilão? O leite de vaca é outro alimento muito polêmico e carrega diversos mitos sobre o seu consumo. A verdade é que o leite de vaca também sofreu modificações ao longo dos anos, sendo alterado na indústria para aumentar a validade e melhorar o aspecto do produto, deixando ele branco e livre de odores.

“A proteína presente no leite, a caseína, também é considerada um grande agressor para o corpo, pois desencadeia processos inflamatórios devido à dificuldade de digestão e pela grande liberação de insulina. Prejudica a perda de peso e piora a sensibilidade a insulina (podendo levar ao diabetes)”, completou.

Substituições

  • Refrigerantes e suco de caixinha: chás, água de coco, suco de fruta, água saborizada

    – Biscoitos recheados e salgadinhos: biscoitos caseiros

    – Temperos prontos: ervas, como orégano, alecrim, manjericão

    – Comida congelada: prepare em casa os alimentos que gosta e os deixe congelados prontos para consumir

    – Açúcar branco: o ideal é retirar qualquer tipo de açúcar. Contudo, em receitas é possível substituir por açúcar de coco

    – Farinha de trigo: em receitas, use outros tipos de farinha, como amêndoas, polvilho, mandioca.

    – Embutidos: prefira carnes frescas

    – Adoçantes: o ideal é retirar qualquer tipo de adoçante. Caso vá usar, opte por xilitol, taumatina ou stevia

    – Lácteos de vaca: retire da alimentação. Se usar, prefira os queijos tipo canastra e maturados. Alimentos de outros animais também são válidos, como leite de búfala e de cabra e seus derivados

(Minha Vida) 

Essas são as 4 regras de ouro da prevenção do câncer de mama

A conclusão de uma análise de 119 estudos aponta quatro estratégias principais para diminuir o risco de desenvolver a doença

É unanimidade: quanto mais cedo se descobre uma doença, maior as chances de cura. Entretanto, o grande desejo da comunidade médica é estar à frente: intervir ainda mais precocemente, de modo a impedir o surgimento do tumor. Cientistas do Fundo Mundial para Pesquisa do Câncer (WCRF, na sigla em inglês) e do Instituto Americano para Pesquisa do Câncer (AICR) calculam que pelo menos 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados.

As duas instituições mantêm um grupo de experts que periodicamente revisa estudos sobre a relação do estilo de vida com o desenvolvimento de um nódulo maligno no seio. Em 2010, o grupo publicou o primeiro relatório com foco na prevenção do câncer de mama. Em maio deste ano, foi lançado o segundo, que avaliou 119 estudos, abrangendo 12 milhões de mulheres ao redor do mundo.

“Não há garantias quando o assunto é câncer”, disse a nutricionista Alice Bender, do AICR, no evento. “Mas é empoderador saber que se pode fazer algo para a proteção.” A conclusão aponta quatro estratégias principais para diminuir o risco:

INTENSIFICAR O TREINO

Ser fisicamente ativo já reduz o perigo. O relatório destaca que caminhar depressa, correr ou pedalar rápido na bicicleta diminui em 17% o risco de ter a doença antes da menopausa e em 10% depois. A caminhada moderada e a hidroginástica leve são benéficas sobretudo após a menopausa, quando a maioria dos tumores de mama aparece. “Uma vez tratado o câncer, as que aderem a um programa bem planejado ficam menos sujeitas ao retorno da doença”, afirma o oncologista Max Mano, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele lembra que quem nunca treinou deve procurar a ajuda de um educador físico.

MANTER UM PESO SAUDÁVEL

Evitar a obesidade ao longo da vida e especialmente na pós-menopausa é essencial. O excesso de peso aumenta o risco de vários tipos de câncer e também de diabetes e problemas cardíacos. “Os depósitos de gordura produzem estrogênio, que favorece o crescimento dos tumores”, explica Antônio Luiz Frasson, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia. Esse cuidado é ainda mais relevante para quem já teve a doença. Uma forma rápida de checar se o seu peso está de acordo é medir a circunferência da cintura. Ela deve ficar abaixo de 88 centímetros.

LIMITAR O CONSUMO DE ÁLCOOL

Apesar de ser considerado bom para o coração, beber meia taça de vinho por dia eleva o risco na pós-menopausa e possivelmente na pré-menopausa. O drinque-padrão fornece 14 gramas de álcool em 100 mililitros. E bastam 10 gramas de álcool diários para causar problemas. “Ele é metabolizado no fígado e também na mama”, afirma Max Mano. “O consumo rotineiro produz danos ao DNA e pode desencadear a sequência de eventos que conduzem ao câncer.” Há evidências claras de que a bebida esteja ligada a diversos tumores e seja ainda mais nociva para as mulheres.

MELHORAR A DIETA

Vários estudos analisados mostravam que alimentos ricos em carotenoides (espinafre, couve, brócolis, cenoura, damasco), fibras (frutas, verduras e grãos) e cálcio (laticínios) abaixam o risco de ter câncer de mama. O relatório afirma, porém, que as conclusões desses trabalhos não são definitivas. Portanto, essa recomendação tem peso menor do que as outras três. Mas Frasson faz uma ressalva: vale a pena consumir mais frutas e vegetais pelos benefícios gerais à saúde e pelo auxílio no controle de peso. Ele orienta, ainda, a limitar a ingestão de carne vermelha e de processados, como bacon e presunto.

(Claudia)

Segredos da alimentação para uma pele perfeita

Para manter a pele saudável e bonita compramos um monte de cosméticos que, muitas vezes, nem mesmo sabemos para que servem. Gastamos muito dinheiro e, na maioria dos casos, os resultados não são satisfatórios. Em 2005, pesquisadores norte-americanos descobriram que é possível eliminar rugas, espinhas, hiperpigmentação e até mesmo secura na pele de maneira super barata. Basta incluir na dieta determinados alimentos.

Hoje, trazemos algumas recomendações de alimentação balanceada retiradas do livro Cosmetic Dermatology: Principles and Practice (Dermatologia cosmética: Princípios e Práticas, em tradução livre), de Leslie Baumann. Confira e comprove os bons resultados.

Pigmentação da pele

Causas:

A hiperpigmentação pode ser um sinal de deficiência de vitaminas, sobretudo B12. Os alimentos com essa vitamina são de procedência animal. Não obstante, é possível eliminar essa pigmentação excessiva sem carne, basta seguir uma dieta específica.

O que fazer:

  • Para se desfazer da hiperpigmentação você precisa de vitamina C e E e antioxidantes, por exemplo ácido elágico e extrato de semente de uva. Essas substâncias são encontradas em grandes quantidades em frutas cítricas, morangos, kiwi e tomates.

  • A pigmentação fica ainda mais visível se você passar muito tempo no sol. Para proteger a pele dos raios de sol, você precisa consumir alimentos ricos em antioxidantes: bagas, grape fruit, abacaxi, ameixas, couve de Bruxelas, pimenta chile e espinafre.

Pele gordurosa

Causas:

Foi comprovado há muito tempo que os alimentos com alto índice glicêmico fazem aumentar a secreção das glândulas sebáceas. Como resultado, elas produzem mais gordura do que o necessário e provocam o brilho gorduroso da pele.

O que fazer:

  • Os produtos cosméticos salvam a pele desse brilho apenas por pouco tempo, enquanto que uma alimentação rica em vitamina A ajuda a reduzir a produção de gordura cutânea. Ao mesmo tempo, é saborosa e simples, basta incluir na dieta damascos, manga, cenouras, gema de ovo, espinafre e batata doce.

  • Você também deve reduzir o consumo de alimentos com alto índice glicêmico. Coma menos pão branco, batata, macarrão e massas. Após um tempo, observe como a sua pele irá mudar.

Espinhas

Causa:

Mais uma vez a culpa é dos alimentos com alto índice glicêmico. Em geral as pessoas com espinhas têm a pele muito gordurosa. Isso ocorre em função do crescimento da atividade das glândulas sebáceas. Os poros se fecham e no local começam a se reproduzir as bactérias que levam a um processo inflamatório.

O que fazer:

  • Para eliminar as espinhas, cuide da alimentação. É importante que a sua alimentação contenha mais produtos ricos em gordura poliinsaturadas, que reduzem a inflamação. Em outras palavras, você deve comer mais frutas, verduras, nozes, sementes de linhaça, algas marinhas, mariscos e peixes.

Pele seca

Causas:

A secura excessiva da pele é um sinal de falta de vitamina E e falta de colesterol. A última causa é típica em vegetarianos, já que a maior parte do colesterol que obtemos vem da carne e do peixe.

O que fazer:

  • É necessário aumentar a concentração de gorduras monoinsaturadas na dieta. Elas são mais bem absorvidas se consumidas sem óleos, azeites ou aditivos. Consuma legumes, algas marinhas, ovos, abacate, soja, amendoim e outros frutos secos para conseguir melhores resultados.

  • Se você não for vegetariano, procure comer carne e peixe regularmente. O ideal é consumir atum, salmão e truta.

Rugas

Causas:

Se você consome álcool, suas rugas ficam mais visíveis, dado que a bebida alcoólica provoca desidratação. Também o açúcar pode provocar o envelhecimentos prematuro da pele, porque a glicose a deixa menos elástica.

O que fazer:

  • Há mais de 10 anos pesquisadores norte-americanos descobriram que os antioxidantes ajudam a rejuvenescer a pele. Por exemplo, se você consumir diariamente alimentos que contenham soja, os sinais de envelhecimento vão praticamente desparecer e você poderá esquecer as rugas em volta dos olhos.

  • Além disso, as pesquisas mostraram que as rugas são menos visíveis em pessoas suecas, o que também indica uma consequência da alimentação. A dieta na Suécia é rica em espinafre, aspargos, aipo, berinjela, alho e cebola. Além disso, eles comem pouca carne vermelha, açúcar, manteiga, leite e produtos lácteos.

Olheiras e bolsas embaixo dos olhos

Causa:

É errado pensar que as bolsas e as olheiras embaixo dos olhos são apenas consequência de uma noite mal dormida. Elas podem indicar o sintoma de alguma alergia ou intolerância a determinados alimentos que acabam provocando inflamação e escurecimento da pele.

O que fazer:

  • Faça um estudo para descobrir se você é intolerante a algum alimento. Enquanto esperar o resultado, elimine da dieta alimentos potencialmente ’perigosos’, como os que contêm lactose. Entre eles estão os produtos lácteos, batata frita, café e sopa instantânea e adoçantes artificiais.

  • Se a alergia não for a causa, as bolsas e a pele escura podem ser sinal de desidratação. Portanto, beba mais água e não abuse do café.

  • Além disso, vale a pela incluir na dieta alimentos ricos em ferro, que fazem subir o nível de hemoglobina. A falta de ferro pode causar olheira. Portanto, coma mais carne vermelha, atum e gema de ovo.

(Incrível)

Homens bem humorados proporcionam os melhores orgasmos, diz estudo

Pesquisadores descobriram que caras engraçados e criativos são aqueles que dão os melhores orgasmos para suas parceiras

Para muitas mulheres, relações sexuais nem sempre são sinônimo de prazer. Mas quando saber se o homem vai ser bom de cama? De acordo com uma pesquisa publicada na Socioaffective Neuroscience & Psychology, homens engraçados, criativos e emocionalmente quentes são aqueles que dão os melhores orgasmos para suas parceiras.

O estudo teve a participação de 103 mulheres solteiras, entre 20 e 69 anos, que responderam um questionário sobre seu passado sexual, como com que frequência tinham orgasmo e quais eram os homens que se sentiam mais atraídas. A finalidade da pesquisa era descobrir quais traços nos homens supostamente proporcionariam às mulheres os orgasmos mais intensos.

Os pesquisadores excluíram da análise mulheres que estavam em um relacionamento sério, isso porque elas poderiam se sentir obrigadas a avaliar seu parceiro de uma forma mais positiva do que a realidade.

Segundo os resultados, homens bem humorados são aqueles que mais promovem orgasmos as mulheres. Além disso, sentir atração física foi um fatores que aumentou o alcance de orgasmos. Contudo, o artigo destacou que essa atratividade não era baseada apenas na boa aparência.

“O padrão encontrado nos resultados sugere, inversamente, que os orgasmos das mulheres dependem mais de traços potencialmente representativos de investimento e atenção do que marcadores clássicos de bons genes e masculinidade”.

A pesquisa constatou que os homens que proporcionam mais orgasmos as mulheres possuíam essas seis características fundamentais:

1. Bem-humorados

2. Atrativos

3. Criativos

4. Quentes

5. Fiéis

6. Cheirosos

No entanto, a investigação possui algumas limitações de seu estudo, incluindo a dificuldade em analisar qual característica especificamente parece contribuir mais para o orgasmo feminino. “Um exemplo são os maiores níveis de humor e criatividade, que podem simplesmente contribuir para classificações de atratividade, o que, por sua vez, aumenta a probabilidade de orgasmo”, revelaram.

(Minha Vida) 

Entrevista! Angelina Jolie: “Nunca esperei ser aquela que todo mundo compreende”

Los Angeles – Angelina Jolie estava sentada na varanda de sua casa nova, explicando por que quer salvar o mundo, quando o dever chamou. Seu caçula, Knox, nove anos, pôs a cabecinha loira na porta de tela.

– A Shiloh precisa de você – disse o garoto, baixinho, referindo-se à irmã do meio, de 11 anos.

– Shi? – chamou Jolie, antes de desaparecer, com um sussurro quase imperceptível do caftan preto.

Dez minutos depois, ela voltou. Vlad, a adorada pogona (uma espécie de lagarto) de estimação da menina, tinha ficado doente e estava, para desespero da dona, se recuperando no veterinário.

A atriz prosseguiu, comentando a ironia de um mundo em que um animal de estimação na Califórnia tem tudo do bom e do melhor enquanto milhões de pessoas mundo afora não contam com acesso nem ao tratamento médico mais básico. Claro que não mencionei o fato de ela fazer esse comentário em uma propriedade de US$25 milhões e quase um hectare que comprou para si e os seis filhos no início deste ano, depois da separação de Brad Pitt.

Talvez mais que qualquer outra celebridade, Jolie, 42 anos, se mantém firmemente plantada em dois mundos drasticamente diferentes: faz parte da elite de Hollywood, tendo cada gesto registrado nas manchetes dos tabloides, e também é a boa samaritana que já fez mais de 60 viagens como representante da ONU. E essa contradição aparente faz parte de seu fascínio fugidio. Jolie sempre foi difícil de definir, uma mulher que não pode ser encaixada em uma única categoria, pois ocupa várias ao mesmo tempo.

É dona de uma beleza e um glamour incomparáveis, mas também a ativista que defende a saúde feminina, revelando ao mundo que fez uma mastectomia dupla preventiva; administra seu perfil público meticulosamente, embora diga que não se importa com o que os outros pensam; continua perto do topo da pirâmide cruel da fama, embora nos filmes de sucesso de que participou tenha aparecido camuflada (MalévolaKung Fu Panda).

E apesar de a sanha do público pelos detalhes mais picantes de sua vida pessoal há muito terem superado o interesse nos filmes que dirige, Jolie continua levando histórias difíceis e pouco conhecidas para a telona. Três dos quatro longas que dirigiu se passam em tempos de guerra, inclusive o mais recente, First They Killed My Father, baseado na história real de Loung Ung, uma garotinha que sobreviveu ao genocídio no Camboja e se tornou uma das melhores amigas da estrela.

Embora suas primeiras incursões tenham tido uma recepção morna, várias críticas consideram esse último sua melhor obra até hoje. Narrado inteiramente sob a perspectiva da menina, em khmer, foi aplaudido em pé no Festival de Cinema de Telluride, onde foi lançado. A Netflix começou a exibi-lo em quinze de setembro, quando também estreou em um número reduzido de salas.

Jolie admite que não poderia ter feito esse filme se primeiro não tivesse dirigido Na Terra de Amor e Ódio (2011), sobre a guerra da Bósnia, e Invencível (2014), baseado na história real de um soldado norte-americano preso durante a Segunda Guerra Mundial.

– Fazer só filmes de guerra não foi um lance consciente; na verdade, foram histórias que me atraíram – explica.

 Jolie tem uma ligação profunda com o Camboja, e não só por ser responsável pela reorganização total de sua vida. Antes de visitar o país, em 2000, para filmar Lara Croft: Tomb Raider, ela era a maluquinha de Hollywood, uma esquisita gótica que foi à festa do Oscar daquele ano vestida de Elvira, a Rainha das Trevas e plantou um beijo na boca do irmão. Também pegava pesado e costumava ser bastante explícita em público com o segundo marido, Billy Bob Thornton, usando como pingente um frasquinho com sangue dele.

A dignidade e a singeleza que viu nos cambojanos, além dos efeitos longevos do genocídio, forçaram-na a encarar a vida de estrela sob uma perspectiva pouco lisonjeira.

– Quando você é exposta ao que está acontecendo no mundo, às realidades das outras pessoas, não dá mais para voltar atrás e fingir que não sabe de nada; não dá para acordar de manhã e achar que está tudo bem. Sua vida inteira muda – revela.

Ela adotou Maddox, hoje com 16 anos, de um orfanato, divorciou-se de Thornton, e caiu de cabeça no trabalho humanitário e ambiental, descobrindo inspiração nos sobreviventes de guerra e no pessoal das organizações que os ajudam.

– A verdadeira vontade de sobreviver, a força do espírito humano e o amor familiar se fazem muito presentes. É assim que todos deveríamos viver. Quando você convive com esses elementos, eles se tornam contagiosos e você aprende muito.

Embora ainda fosse agosto, as crianças – Maddox, Pax, treze anos, Zahara, doze, Shiloh, Knox e sua gêmea, Vivienne – já tinham começado a ter aulas em casa. Elas tinham acompanhado a mãe nos festivais de Telluride e Toronto – Maddox inclusive tendo o crédito de produtor executivo – e agora estavam compensando o tempo perdido, trabalhando com professores particulares em várias partes da casa, aprendendo, entre outras coisas, árabe, linguagem de sinais e Física.

Perguntei à atriz se ela se achava treinadora de um time pequeno.

– Na verdade, me sinto mais como parte de uma fraternidade. Somos muito unidos. Eles me ajudam muito. São os melhores amigos que já tive. Ninguém jamais me apoiou tanto como eles.

A última frase ficou pairando no ar, talvez como referência ou acusação a Pitt, que adotou Maddox, Pax e Zahara e é o pai biológico de Shiloh, Knox e Vivienne. O fim da parceria romântica de doze anos aconteceu em setembro do ano passado, depois de um incidente em um jatinho – supostamente envolvendo Pitt e Maddox – e que a teria levado a pedir o divórcio. Logo depois, Jolie e as crianças saíram da casa que era dele.

Ela confessa que First They Killed My Father pode ter sido o fator que a levou a se decidir pela separação. O filme se concentra nos parentes de Ung, alguns dos quais sobreviveram, e Jolie conta que pensou muito no significado da família durante a produção, em como os membros deveriam ajudar e cuidar uns dos outros (o filme é adaptado do livro de Ung, de 2000, de mesmo nome).

– Loung passou por muitos horrores ao longo da vida, mas também foi muito amada e é por isso que hoje ela está bem. Preciso me lembrar disso.

Decidida a fazer uma obra tão verossímil quanto fosse possível, Jolie, em parceria com o diretor Rithy Panh, que foi indicado ao Oscar, em 2014, pelo documentário A Imagem Que Falta, arregimentou milhares de cambojanos como figurantes. E conta que Maddox foi seu braço direito, trabalhando com o roteiro, fazendo as anotações durante as reuniões e papeando com Panh em francês. Como algumas cenas seriam rodadas nos locais onde ocorreram os massacres, a equipe técnica levou um grupo de monges para rezar, acender incenso e fazer oferendas antes do trabalho.

– Ela é muito querida lá – conta Panh, que também foi produtor do filme. E completa: – Fiquei impressionado com sua humildade e a forma intuitiva com que se comunicava com as crianças no set, apesar de praticamente não falar cambojano. (Jolie disse que a sugestão feita na Vanity Fair, a de que os pequenos foram cruelmente enganados durante o processo de seleção, foi uma “descaracterização”.)

Ung conta que Jolie, que é cidadã cambojana, tem o mesmo tipo de sensibilidade de seus compatriotas.

– No Camboja não se levanta a voz; você fala com as pessoas em tom gentil, cumprimenta as pessoas unindo as mãos, com uma reverência. Para ela, isso é natural.

Jolie também parece consciente da imagem que o público tem dela – uma rainha de gelo, inatingível, em contraste com a simpatia do garoto de cidade pequena do Missouri do ex-marido (a entrevista reveladora que concedeu para a GQ Style, em meados deste ano, ajudou a reforçar a imagem de bom moço).

– Na época de escola eu era punk e estava acostumada a ser peixe fora d’água, a ouvir todo mundo falando a meu respeito. “Nunca esperei ser aquela que todo mundo compreende, de quem todos gostam, mas para mim tudo bem porque sei que sou e meus filhos também sabem – conclui ela, me acompanhando até a frente da casa.

(Por Cara Buckley, The New York Times)