domingo, 27 maio, 2018

Sexo Pós-parto

Oscilação hormonal e fator “mãe” pesa na balança para a falta de interesse

A constante oscilação hormonal durante a gravidez afeta diretamente o desejo da mulher. Dessa forma, muitas mulheres ficam preocupadas com a falta de vontade de manter uma vida sexual ativa.

De acordo com a ginecologista e obstetra, Dra. Erica Mantelli, a placenta é uma das fontes de produção de hormônio na gravidez e, quando ela é expelida, acontece uma queda nos níveis hormonais, dando início ao processo de amamentação. “Essa é uma das explicações pela falta de interesse. É nessa fase que pode ocorrer uma leve atrofia dos órgãos que dependem de estrogênio, como é o caso da vagina, que apresenta uma atrofia das mucosas e uma diminuição na lubrificação, o que causa desconfortos durante a relação sexual ”, explica a médica.

Todavia, a culpa não é só dessa mudança fisiológica. O fator “mãe” também pesa na balança e pode influenciar na falta de interesse pelo sexo. “A mãe coloca o bebê como prioridade, principalmente porque ele é recém-nascido e depende dela, deixando de lado as vontades do companheiro”, ressalta a ginecologista.

Após o parto, o ideal é que o casal espere por um período.  Entretanto, ambos devem ter a consciência que o fato de não ter penetração não significa que eles precisem evitar qualquer tipo de contato. “O ideal é aguardar entre 40 e 60 dias após o parto, já que a mulher libera uma secreção vaginal, a loquiação e, caso haja um contato sexual com o homem, ambos podem sofrer infecções“, completa Érica.

É fundamental frisar que neste resguardo, a penetração pode ser dolorosa, além de aumentar o risco da mulher desenvolver algum tipo de contaminação no útero pelo fato do colo do útero não estar completamente fechado. “O segredo é ir devagar, escolher uma posição confortável, acostumar com as interrupções que podem acontecer e esquecer as preocupações na hora do sexo”, finaliza.

Dra. Erica Mantelli

Útero septado ou bicorno?

Especialista em diagnóstico por imagem indica como investigar as malformações uterinas.

Cerca de 2% das mulheres têm malformações uterinas e o exame físico, somado ao histórico clínico e o diagnóstico por imagem é essencial para determinar o tipo de problema e conduta terapêutica. Um dos mais comuns, por exemplo, é o útero bicorno ou septado, que é caracterizado por uma parede interna que divide o órgão.

De acordo com a Dra. Luciana Chamié, especialista em diagnóstico por imagem da mulher, os exames mais frequentes para diagnosticar as malformações são a histerossalpingografia, que usa contraste iodado, a ultrassonografia 3D e a ressonância magnética.

“Os exames de imagem representam ferramentas de grande utilidade na prática clínica do ginecologista em todas as fases da vida da mulher, sendo assim, quando há alguma suspeita de qualquer problema de saúde, a paciente deve procurar um especialista para investigar a doença e com um diagnóstico preciso iniciar o tratamento adequado”, sinaliza Chamié.

Dra. Luciana Pardini Chamié

Doutora em Radiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), conta com mais de 15 anos de experiência acadêmica e profissional em diagnóstico por imagem. É referência mundial em diagnóstico por imagem da endometriose. A médica conta com especialização em Tomografia Computadorizada do Abdome e Ressonância Magnética do Abdome pelo Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem pela Associação Médica Brasileira (AMB); sócia titular do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR); sócia titular da Sociedade Paulista de Radiologia (SPR); membro da Radiological Society of North America (RSNA), da Radiological Society for Reproductive Medicine (ASRM); e revisora de artigos e periódicos do Internacional Journal of Gynecology and Obstetrics.

(Dra. Luciana Pardini)

Distúrbios alimentares na gravidez: sinais, riscos e tratamento

Manter uma alimentação saudável e balanceada durante a gestação é fundamental para o desenvolvimento do feto, entretanto, o número de casos de grávidas com transtornos alimentares é muito alto. Um estudo feito pela Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), aponta que tanto a anorexia como a bulimia estão entre os casos mais frequentes de disfunções alimentares.

Segundo a ginecologista e obstetra, Dra. Erica Mantelli, alguns vestígios na gravidez podem mascarar tais distúrbios. “É importante que as gestantes, que não se alimentam adequadamente, fiquem atentas com este desequilíbrio. As consequências deste problema podem levar ao trabalho de parto prematuro, além da incidência de nascituros com baixo peso, anemia, duração curta da primeira fase do parto e morte perinatal”, adverte a médica.

A preocupação excessiva com a imagem corporal, o medo de engordar – hábito de contar calorias dos alimentos-, além de atividades físicas em excesso, são alguns dos sinais que pode indicar que a gestante possivelmente esteja com algum distúrbio alimentar. “Quando se trata de bulimia, os sinais estão ligados às idas frequentes ao banheiro após a alimentação, compulsões alimentares em alguns períodos, dores de garganta e problemas dentários “, completa Érica.

Buscar o auxílio de profissionais capacitados como nutricionistas, psicólogos e médicos obstetras é a base para manter uma gestação saudável e livre de problemas que podem prejudicar à gestante e à criança.

(Dra. Erica Mantelli)

Sal de ervas

Ingredientes

  • 1 xícara de alecrim

  • 1 xícara de tomilho

  • 1/2 kg de sal grosso

Modo de preparo

Bata as ervas no liquidificador.Acrescente o sal grosso e bata rapidamente. Ideal para arroz, legumes e carnes brancas.*Receita cedida pela chef Ana Luiza Trajano

(M de Mulher)

Estudo expõe que bebês devem dormir no quarto dos pais até um ano

Nos Estados Unidos, 3,5 mil bebês são vítimas da síndrome da morte repentina infantil por ano. Saiba como melhorar a segurança dos filhos durante o sono:

Nos Estados Unidos, ocorrem por ano 3 mil e quinhentos casos de bebês vítimas da síndrome da morte repentina infantil, segundo dados catalogados em um recente estudo realizado pela Academia Americana de Pediatria.

Conhecida em inglês pela sigla SIDS, uma das principais causas de falecimentos de lactentes no país, o fenômeno é associado ao termo “morte no berço”. Esses números alarmantes fizeram com que uma pesquisa fosse realizada para definir novas diretrizes sobre a segurança do sono dos bebês.

De acordo com informações divulgadas no periódico científico Pediatrics, a principal forma de evitar que isso aconteça é permitir que crianças de até um ano de idade durmam no mesmo quarto que os pais. A SIDS é mais recorrente nos pequenos com menos de quatro meses de idade, prematuras ou que nasceram abaixo do peso padrão.

Neste caso, a taxa de morte repentina infantil cai pela metade, conforme apontou a coautora das recomendações feitas pela Associação, Dra. Lori Feldman-Winter. O lugar ideal para os filhos dormirem é sobre uma superfície firme, como um berço, sem travesseiro e brinquedos.

É o que explica a Dra. Mônica Carceles, neonatologista da Maternidade Pro Matre Paulista: “Dormir no quarto dos pais é uma das orientações, mas não é a única para melhorar a segurança do bebê durante o sono”. Ela ainda completa: “Aqui no Brasil há um costume cultural de deixar o bebê dormir de lado, mas é fundamental que ele durma sempre de barriga para cima. Esta é uma das maneiras mais eficazes para se combater a morte súbita. Tanto é que houve uma queda de 50 a 60 por cento neste índice depois que foi implantada esta medida.”

No entanto, as crianças não podem dividir a cama com os pais, uma vez que isso aumenta as chances de falecimento. As novas recomendações também incentivam a amamentação e o contato pele a pele com os recém-nascidos o mais rápido possível após seu nascimento, como forma de prevenção.

“Muitos familiares dizem que deixam os pequenos dormirem de lado porque têm medo de morte por engasgo de leite, mas quando a criança está nesta posição ou de bruços é muito mais fácil que ela pare de respirar”, comenta a Dra. Mônica: “Para que a cabeça do neném não fique tão achatada, por ser muito molinha, é recomendável que as mães deixem os pequenos em outras posições, mas que permaneçam monitorando suas ações.”

A asfixia não é a única causa da morte súbita. Brinquedos, protetores de berço e cobertores também representam risco de estrangulamento. A ocorrência de morte súbita é agravada em crianças com anomalias no cérebro e problemas respiratórios. “Recomendamos que os berços estejam de acordo com as normas de fabricação, com as barras laterais, sem vãos entre o colchão e a grade. O colchão, por sua vez, não pode ser fofo, precisa ser bem firme. Idealmente coberto com lençóis de elástico, de modo que fique bem justo”, afirma a neonatologista.

É de fundamental importância que não só os pais, mas as babás, cuidadoras do berçário e outros responsáveis pelo bebê estejam cientes das recomendações para um sono seguro. Afinal, uma em cada cinco das mortes relacionadas a SIDS ocorrem fora de casa, de acordo com a pesquisa.

“A mãe, naturalmente, tem um sono mais leve. Então qualquer ruído, movimento brusco da criança é perceptível. Essa mudança do comportamento materno é fisiológica, comprovada cientificamente”, acrescenta Mônica.

Para a psicóloga e terapeuta familiar Miriam Barros, a falta de monitoramento é uma das principais causas das mortes súbitas: “Uma forma de evitar essa situação é, primeiramente, a disseminação dessas normas de segurança. Quando meu segundo filho nasceu, teve um problema e precisou dormir no mesmo quarto que eu. Mas dormia no carrinho, que também pode apresentar riscos por ter um acolchoado muito fofo e não ter grades de proteção. Hoje faria diferente. Para os brasileiros, é algo muito cultural ter o ‘quartinho do bebê’, mas vendo por esta ótica, é imprescindível que os nossos pequenos passem a noite conosco.”

De 2004 a 2014, 12 mil mortes de lactentes, ocorridas em território norte-americano, estavam relacionadas a SIDS. Os índices brasileiros são extremamente imprecisos e não apresentam, estatisticamente, a verdadeira dimensão do problema. “Não temos uma noção exata. Nos Estados Unidos ou em países desenvolvidos, toda morte de bebê é colocada como uma situação de investigação policial. São feitos interrogatórios com todos os familiares e responsáveis, além de uma autópsia obrigatória”, conta a neonatologista.

A Dra. Mônica ressalta ainda que aquecer os bebês com diversas camadas de cobertor também pode ser um risco: “Quando o bebê passa muito calor, ele tem maior chance de morte súbita. Realmente, os pequenos sentem mais frio, mas faz mal transpirar muito.” E completa: “Fumar perto da criança ou durante a gestação também representa grande risco quanto à morte no berço.”

(Claudia)

 

Você é uma mãe conectada? Saiba como isso pode ter beneficiar

Ser mãe na era digital pode ser muito bom ou te ajudar a ficar ainda mais perdida em meio à tanta informação. Um levantamento realizado pelo Google e publicado pelo portal Meio & Mensagem revelou que as principais pesquisas realizadas pelas mães brasileiras têm como foco principal a educação e a saúde.

O estudo apontou que, das 67 milhões de mães brasileiras – segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) -, 71% já estão conectadas à Internet e 68% possuem smartphones. A análise foi feita com dados internos do Google durante o mês de março e tem como base de comparação os anos de 2016 e 2017. A amostra considerou 800 mães nas faixas de 18-24, 25-34, 34-44 e 45-54 anos.

Ao todo, 75% das mulheres buscam informações na Internet sobre experiências reais da maternidade. Já o volume de buscas aumentou 85% após a descoberta da gravidez. Esses dados revelam o quão fácil é pesquisar por informações na era digital, principalmente em relação aos cuidados com os filhos.

“Se antes precisávamos nos deslocar com o filho no colo para buscar informações em uma biblioteca pública, hoje temos tudo o que queremos na palma da mão. Ou seja, a conexão hoje nos abre um leque de possibilidades, inclusive para as mães que desejam estar mais próximas da criação dos seus filhos, ou simplesmente para que você continue seus estudos no que for do seu interesse sem precisar sair de casa”, comenta Barbara Hannelore, especialista em desenvolvimento pessoal do projeto Arrase Mulher.

Acesso à informação é importante para você e para o seu filho

A gravidez é um momento de muitas mudanças e descobertas. Porém, sempre terá alguém a fim de te preparar para o que está por vir e ensinar ‘tudo o que você precisa saber’. Não há nada de errado levar em consideração os conselhos de quem tem mais vivência, mas essa é uma experiência única para cada pessoa.Ter acesso à informação de forma fácil e ágil é importante nesse momento da vida, principalmente para absorver diferentes opiniões e escolher as que mais se encaixam no seu caso. “Isso é essencial para as mulheres terem mais autonomia, agilidade e assertividade nas tomadas de decisão, resolução de problemas e administração do tempo. Às vezes, as pessoas querem que sejamos multitarefas e isso aumenta muito nosso nível de estresse. Então, tudo que possa facilitar nossa vida deve ser considerado”, pontua Adriana Schneider, especialista em desenvolvimento humano.Para a psicóloga Lidiane Silva, as mães se organizam não somente para cuidar ou administrar a casa e a vida dos filhos, mas também dominam a vida profissional, social e estudantil. “Através de conhecimento e novas informações é possível amenizar as inseguranças de dar conta de tudo e de todos. Essa informação adquirida é a base para a construção de um dia a dia mais organizado e eficaz.”

Mas cuidado: nem tudo pode ser online

Ter qualquer tipo de informação na palma da mão pode facilitar e muito o nosso dia a dia – principalmente com crianças em casa. Porém, também existem desvantagens no universo das TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) quando o assunto é maternidade.“Saber onde o filho está, acompanhar a rotina escolar pelo celular ou mesmo o trajeto de deslocamento pode dar mais segurança, agilidade e tranquilidade. Porém, nada disso substitui a presença física e o contato direto. Ficar muito ‘conectada’ pode acabar nos desconectando de quem está ao nosso lado e esse mau exemplo é passado para nossos filhos”, ressalta Adriana.Além disso, é de extrema importância ter cautela quanto a veracidade das informações adquiridas na Internet, principalmente nas redes sociais. “Procure referenciais de vários especialistas e com opiniões diferentes de um determinado assunto. Observe como isso pode se encaixar na sua família e nas suas vivências diárias com seus filhos”, conclui Lidiane.

(Finanças Femininas)

Poupança: 41% dos consumidores sacaram parte da reserva financeira em março

Criar uma reserva financeira significa ter como se virar em caso de emergência, como quando um cano estoura ou a geladeira quebra. No entanto, recorrer à poupança tem sido cada vez mais comum, mesmo sem um caso claro de urgência, de acordo com o Indicador de Reserva Financeira apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

O levantamento revelou que quatro em cada dez poupadores (41%) recorreram às suas reservas financeiras para lidar com imprevistos no mês de março. Enquanto 12% das pessoas ouvidas sacaram esse dinheiro para lidar com alguma situação emergencial, 9% reconhecem terem utilizado parte da grana guardada porque os rendimentos que possuíam não foram suficientes para cobrir as despesas – e aqui mora o perigo. Há, ainda, aqueles que sacaram para adquirir algum bem (9%).

“A grande vantagem de ser um poupador é poder contar com uma reserva para situações inesperadas. Isso traz mais segurança e previsibilidade no dia a dia do consumidor, que não precisará recorrer a empréstimos para superar um momento de dificuldade financeira”, explica Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

De acordo com o Indicador, lidar com imprevistos é o principal motivo dos consumidores para guardar dinheiro, com 51% das menções. Enquanto isso, quase um terço (32%) guarda dinheiro para garantir um futuro melhor à família, 27% querem estar preparados caso haja situação de desemprego e 19% o fazem para realizar alguma viagem.

A dificuldade do brasileiro de guardar dinheiro

Poupar parte do salário foi um desafio para os entrevistados: 73% dos brasileiros não puderam guardar dinheiro em março. Apesar de alto, o percentual é melhor do que o observado em março do ano passado, quando estava em 76%. Entre os 20% que conseguiram investir algo, a quantia média foi de R$ 491,06.

Razões para isso não faltam, de acordo com os próprios entrevistados: a baixa renda é o principal motivo mencionado, com 44% de citações. Não é à toa que a taxa de poupadores das classes C, D e E seja ainda mais baixa do que a média total, sendo de apenas 15% dos entrevistados – contra 37% dos brasileiros de mais alta renda.Entre as demais justificativas citadas estão os imprevistos (19%), não possuírem renda no momento (14%) e o descontrole financeiro (9%). Além disso, 60% dos consumidores assumem não ter o hábito de poupar.Apesar e além dos motivos citados, talvez haja uma falha na estratégia usada para formar a reserva financeira. De acordo com o levantamento, apenas 32% possuem o hábito de guardar dinheiro, sendo que 22% poupam apenas o que sobra do orçamento, enquanto 10% estipulam um valor fixo a ser poupado.“A melhor dica que posso dar é que guardar dinheiro deve ser a prioridade, ou seja, não adianta esperar sobrar no fim do mês porque nunca irá sobrar. O valor poupado por mês deve ser algo fixo no orçamento. Caiu o salário, já transfira o valor para a conta poupança ou para a corretora, caso já tenha começado a investir”, ensina Leandro Trajano, especialista em planejamento financeiro.Poupança ainda é a queridinha

A caderneta de poupança é o principal destino das reservas financeiras, com 63% das menções pelos entrevistados. Há, ainda, os 25% que guardam dinheiro em casa e 21% que optam pela conta corrente – alternativas nada atraentes, pouco seguras e que não geram rendimento a partir de juros. Nos três casos acima, os poupadores afirmam terem feito essas escolhas porque preferem ter o dinheiro à disposição em um lugar fácil de retirar (29%), além da falta de conhecimento para fazer outros tipos de investimentos (28%). Aplicações mais rentáveis ainda são pouco conhecidas dos consumidores: são poucos os que citaram fundos de investimento (11%), previdência privada (7%), Tesouro Direto (4%), CDBs (4%) LCIs e LCAs (2%) e Dólar (2%).“Procure ler bastante, entender a diferença entre investimento direto num banco grande (e apenas nele) e conhecer outras opções, como corretoras. Pesquise sobre os investimentos que te interessam, que te despertam a curiosidade e siga firme”, finaliza Trajano.

Como abusadores estão usando aplicativos para espionar parceiros

Entenda como os agressores usam apps de espionagem para vigiar a vida dos parceiros

Com a tecnologia cada vez mais presente nas nossas vidas, é preciso tomar cuidado com um lado obscuro dos aplicativos que, muitas vezes, servem apenas para facilitar o cotidiano. Atualmente diversos apps de espionagem têm sido usados por agressores para seguir suas vítimas e tornar a agressão psicológica ainda mais forte e recorrente.

Segundo o site Vox, esse tipo de abuso acontece a 1 em cada 4 mulheres e a 1 em cada 6 homens. Algumas das ferramentas desses aplicativos possibilitam uma espionagem profunda nos aparelhos dos companheiros, liberando acesso às localizações, mensagens e telefonemas.

Muitos desses aplicativos permitem até que o agressor escute com quem a pessoa espionada está falando, de onde e alguns até permitem que a ligação seja ouvida.

O mais assustador é que esse tipo de ferramenta é facilmente localizada na web e dá ao abusador um nível perturbador de controle sobre a vida de seus parceiros. Não é preciso nem que alguém tenha acesso à uma tecnologia sofisticada, já que, supondo uma relação abusiva, o agressor já possui acesso ao celular da vítima (seja de forma consensual ou a partir de agressões).

Esse tipo de espionagem também é usada para conseguir entrar em contas nas redes sociais, monitorar as vítimas e até mesmo para revelar informações pessoais.

Nas lojas de apps dos celulares, por mais que a maioria desses aplicativos sejam pagos, alguns deles não cobram nada, tornando seu download muito simples.

Enquanto pesquisava sobre o tema, o site Vox se deparou coma história de uma novaiorquina que sofria abusos de seu companheiro e acabou encontrando ajuda em um grupo de apoio. Ela imaginava que ia para os encontros secretamente, mas seu marido havia instalado um aplicativo de localização no celular dela e encontrou o local das reuniões.

Assim que ele soube para onde sua mulher ia, ele chegou ao lugar onde o grupo se encontrava literalmente chutando portas. A única alternativa dos conselheiros foi chamar a polícia.

Durante a pesquisa, foi identificado que os programas automáticos que lutam contra esses tipos de práticas normalmente não identificam tais apps como problemáticos. isso acontece por culpa dos dual apps.

Existem dois tipos de aplicativos de localização nas lojas dos aparelhos móveis, de um lado, aqueles para usos “inocentes”, como “encontre seu amigo” e “encontre meu celular”; do outro lado estão apps de espionagem, usados para supervisionar a vida das vítimas. Essa duplicidade dificulta o discernimento entre os apps bons e os ruins.

Muitas pessoas defendem que esse tipo de aplicativo deva ser retirado das lojas, como a PlayStore – do Google – e a Apple Store, pedir que o app seja apagado por motivos de espionagem abusiva é a mesma coisa que exigir que uma marca de utensílios domésticos retire suas facas de linha, para evitar possíveis agressões com essas facas.

Além da falta de provas substanciais, os desenvolvedores dos aplicativos poderiam ser prejudicados pela retirada repentina da ferramenta das lojas.

Para o site Vox, os desenvolvedores não são tão inocentes quanto parecem: alguns aplicativos parecem terem sido projetados para uso de pessoas abusivas, de acordo com as pesquisas feitas. Em outras palavras, os desenvolvedores estão agindo de má-fé, fingindo ser legítimos, mas buscando lucrar com o abuso.

Navegando pela internet foram encontrados, inclusive, blogs que discutem e apontam os melhores aplicativos para espionagem, que redirecionam o agressor para os sites oficiais dos apps.

O Vox contatou 11 dessas ferramentas com duas abordagens diferentes. Na primeira, na qual mandaram uma mensagem dizendo que queriam espionar o marido, apenas dois dos aplicativos nunca responderam. Os outros até instigaram atividades ilícitas de espionagem. Na segunda abordagem, onde eles pediram ajuda se dizendo vítimas, alegando que foram espionados e exigindo a retirada da plataforma, apenas um app respondeu e o conselho não teve nenhuma utilidade.

Em resposta ao experimento, o Google tomou iniciativas: parou de servir anúncios para os apps usados parta abuso e fez um update nas políticas da PlayStore para serem mais restritos a aplicativos que têm a espionagem como objetivo -até mesmo baniram alguns deles.

Retirar esses apps do ar, de forma geral, requer muito cuidado, já que essa atitude repentina pode servir de gatilho para uma agressão física que não existia anteriormente.

Como solução para esse problema, a Apple e o Google (entre outras empresas) deveriam alertar aos seus usuários quando certo telefone estiver sendo monitorado remotamente, mas como definir o monitoramento remoto e como tornar os alertas significativos para os usuários são desafios contínuos.

Definitivamente, é preciso desenvolver melhores métodos para encontrar esses apps de espionagem e restringir seu uso.

Será que um aplicativo realmente precisa de rastreamento de localização como um recurso? Se sim, como o consentimento deve ser obtido? Deve haver notificações contínuas? Tem como dificultar o download desses aplicativos por um abusador para fins ilícitos?

(Revista Claudia)

Banho de sol em recém-nascido: saiba como fazer

O banho de sol em recém-nascidos é uma prática saudável que deve fazer parte da rotina do bebê. Além de inúmeros benefícios, o banho de sol ajuda a combater a icterícia.

Neste artigo, veja detalhes de como fazer o banho de sol no recém-nascido, como o quanto tempo dura, como vestir o bebê, entre outras informações essenciais. Confira ainda os benefícios para a saúde do pequeno.

Como dar banho de sol no recém-nascido?

A pele do bebê recém-nascido é muito delicada. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados. Agora, veja o passo a passo do banho de luz:

  1. Horário: os horários mais adequados para o banho de sol em bebês são antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas. As primeiras horas da manhã são mais indicadas;

  2. Quanto tempo: a exposição do bebê ao sol deve durar até 10 minutos. Por isso, procure deixá-lo 5 minutos de barriga para cima e 5 de barriga para baixo;

  3. Roupa: as roupas usadas para o banho de sol dependem do clima. Dessa forma, nos dias mais quentes, opte por deixá-lo apenas de fraldas. Já nos dias mais frios, coloque uma roupa de mangas compridas e calças com tecido leve, como o algodão.

  4. Proteção dos olhos: procure colocar um chapéu ou algum tecido sobre os olhos do bebê, caso os raios atinjam diretamente essa área sensível;

  5. Proteção da pele: não é recomendado passar protetor solar nos bebês com menos de 6 meses de vida.

Benefícios do banho de sol

Como já dissemos, existem inúmeros benefícios do banho de sol para a saúde do recém-nascido. Conheça os principais:

  • combate a icterícia;

  • ajuda o organismo a sintetizar a vitamina D;

  • produz uma sensação de bem-estar;

  • ajuda na regulação do sono;

  • auxilia no bom funcionamento do fígado;

  • fortalece o sistema imunológico.

O que fazer quando está muito frio ou sem sol?

Se você mora num lugar onde faz muito frio ou está em pleno inverno, o banho de sol pode ser um risco. Tanto em dias de temperaturas muito baixas quanto em dias nublados ou chuvosos, expôr o bebê ao vento frio pode ser perigoso.

Então, a recomendação para esses casos é conversar com o seu Pediatra e pedir a indicação de uma suplementação sintética de vitamina D. Facilmente, a vitamina sintética pode ser dada ao bebê em formas de gotas, de modo que apenas 2 gotas bastam para suprir a necessidade do organismo dele.

O que fazer quando está muito calor?

Nos dias de muito calor, prefira dar o banho de sol no início da manhã, quando o clima ainda está mais fresco. Após o banho de luz, dê um banho no bebê para evitar que o suor fique em contato com a pele e cause brotoejas.

(Tudo ela) 

 

Esfoliante labial: aprenda receitas caseiras

Já sabemos que a esfoliação é muito importante para renovar a pele. Ela elimina células mortas e dá um aspecto mais vivo e bonito ao rosto e corpo.

Uma coisa que poucas sabem, no entanto, é da importância que a esfoliação tem para os lábios.

Renovar as células dos lábios é muito importante para uma aparência saudável. É ainda mais importante para as mulheres que costumam usar bastante batom, pois a esfoliação retirará aqueles pequenos pedacinhos de pele que ficam levantando, dando um aspecto áspero à boca pintada.

Há diversos produtos no mercado próprios para a esfoliação dos lábios. As farmácias dispõem de diferentes marcas e preços. No entanto, há algumas receitinhas caseiras que podem ser muito eficazes, evitando o gasto de dinheiro e com a vantagem de utilizar produtos naturais.

Açúcar e mel

É a opção mais comum, e provavelmente a mais saborosa! Calma, você não vai comer a mistura, mas se eventualmente um pouquinho entra na boca, não vai ser nada mal!

Para fazer o esfoliante labial basta misturar uma colher de chá de açúcar com uma colher de chá de mel. Depois, passe o produto nos lábios e massageie, para retirar as células mortas. Cuidado para não forçar demais e acabar machucando a boca. Faça movimentos circulares, com delicadeza. Se preferir, deixe o produto agindo nos lábios por uns dois minutinhos e depois retire.

Não precisa jogar fora. Se conseguir retirar misturinha e guardar na geladeira, ela pode ser usada novamente sem problemas.

Açúcar mascavo e azeite de oliva

O princípio é o mesmo da opção acima. Misture uma colher de chá de azeite de oliva, com uma colher de chá de açúcar mascavo.

Em seguida, é só passar a pastinha que vai se formar em seus lábios. Deixe agir por uns dois minutinhos. Depois, com movimentos circulares e com cuidado, vá esfregando os lábios com os dedos por mais um ou dois minutinhos. Quando acabar, lave com água fria.

Azeite de oliva e café em pó

Em um potinho, coloque uma colher de sopa de azeite de oliva e adicione uma colher de chá de café em pó. Misture bem.

Passe esta mistura nos lábios com os dedos, massageando devagar, de modo que os grânulos do café façam a esfoliação. Ao terminar de massagear, pode deixar o produto nos lábios por uns três minutinhos, e em seguida enxaguar com água em temperatura ambiente ou morna.

Água e bicarbonato de sódio

Embora o bicarbonato não seja um ingrediente que todo mundo tenha em casa, caso você tenha, pode lançar mão desta opção.

Coloque em um potinho uma colher de sopa cheia de bicarbonato de sódio. Adicione pouca água e misture. Vá adicionando mais, até que se forme uma pasta grossa. Passe esta pasta nos lábios e deixe agir por alguns minutinhos. Retire.

São diversas opções. No entanto, é importante passar um bom protetor labial depois de utilizar qualquer delas, para hidratar e melhorar os lábios, dando à eles aspecto saudável.

Pronto! Agora é só escolher uma das dicas acima e conquistar uma boca ainda mais bonita!

(Tudo Ela)