domingo, 24 junho, 2018

30 atitudes de quem está com o amor-próprio em dia

Amor-próprio é aquele sentimento de estima, dignidade ou respeito que cada um tem por si mesmo.

Muitos ainda confundem amor-próprio com egoísmo.

O egoísmo é um sentimento que faz com que você faça qualquer coisa para se beneficiar, independente se irá ferir ou prejudicar outro ser humano.

O amor-próprio é diferente.

Se trata da capacidade de amar a si mesmo e, dessa forma, agir em prol do próprio bem-estar, da felicidade e da satisfação pessoal.

Confira a lista de atitudes de quem transborda amor-próprio.

1. Não aceitar desculpas se elas não vierem acompanhada de ações.

2. Colocar o cuidado próprio no topo da lista de prioridades. Ter mais ambição por seu próprio bem-estar do que por dinheiro.

3. Não tentar sempre ser um pacificador. Não sofrer com a guerra de outras pessoas. Não mais sentir a necessidade de suavizar todas situações que saem do controle, tornando-se um pessoa que permanece em paz enquanto outras pessoas se encontram em conflito.

4. Não consentir enquanto pessoas reclamam de suas vidas. Não participar mais de conversas com muita negatividade, ou falar mal dos outros.

5. “Sumir” da vida de algumas pessoas para quem você não deve explicação alguma. Isso mesmo, a forma mais madura de agir é dizer à pessoa de quem você está se afastando os motivos por trás dessa decisão. Porém, alguma vezes, a melhor coisa a ser feita é cortar relações repentinamente, especialmente com pessoas que podem agir de forma ofensiva ou agressiva.

6. Não mais tentar justificar cada ação tomada. Não explicar os motivos pelos quais você terminou seu relacionamento, ou por que deixou sem antigo emprego. Sem mais racionalização para coisas que não precisam. Outras pessoas não precisam aprovar seus motivos para que sua decisão seja válida.

7. Não responder mensagens imediatamente. Não se trata de grosseria, mas sim de viver o momento. Tentar não ser um consumidor sem cérebro agarrado a seu iPhone o tempo todo, rolando a tela sem parar durante o jantar e consumindo mente e força vital com assuntos de outras pessoas.

8. Ir para casa quando tiver vontade. Em primeiro lugar não sair, caso você já saiba que não quer, sem precisar elaborar desculpas para não ir. Um “Não, obrigado. Hoje ficarei em casa” não se trata de uma negociação, e sim de uma declaração.

9. Ter o controle sobre a fala. Corrigir as pessoas quando falam mal ou têm suposições erradas sobre você e sua vida.

10. Destruir a expectativa de outras pessoas. Você não deve nada ao que outras pessoas querem e esperam de você. A perspectiva das outras pessoas sobre você é algo que te limita, e viver em função disso faz de você pequeno.

11. Mudar de ideia. Você não deve nada ao seu eu mais novo e você não está falhando por não estar mais procurando realizar aquele sonho que já superou.

12. Manter-se fora de discussões on-line, pois os problemas do mundo não serão resolvidos na seção de comentários da linha do tempo do Facebook do seu tio.

13. Envolver-se em discussões online que forem pertinentes, pois a complacência foi o que nos fez chegar onde estamos.

14. Não se envolver em relacionamentos com pessoas de quem você não gosta realmente. Você não deve sua energia a ninguém e perceber isso é diferente de ser mal educado.

15. Não beber até cair quando estiver chateado(a).

16. Não aceitar a ideia de que para estar em paz consigo mesmo(a) é preciso consumir exageradamente alguma substância.

17. Parar de se importar se as pessoas julgam seu estilo de vida e escolhas como corretas, legais, sábias ou não.

18. Compartilhar o que quiser online, sempre que quiser.

19. Dizer “não” quando a resposta for “não”.

20. Ser criativo sem se importar com a reação das outras pessoas.

21. Dizer “eu não sei” quando a resposta for “eu não sei”.

22. Mostrar o corpo, mesmo quando as outras pessoas não o julgam como um corpo bonito ou saudável.

23. Não ser malvado(a) com as pessoas quando tem algum problema consigo mesmo.

24. Não mais tentar convencer todas as pessoas a gostarem de você.

25. Se apaixonar por algo que ninguém mais é apaixonado(a).

26. Assumir a responsabilidade da próprio vida. Não ficar apenas à margem das coisas esperando uma oportunidade de alguém.

27. Não priorizar as pessoas que te tratam como apenas mais uma opção.

28. Não se fazer de vítima.

29. Não ficar preso a hábitos ruins, preguiça ou falta de vontade.

30. Não dar valor a como as pessoas enxergam sua vida.

(A Soma de Todos os Afetos)

5 provas de como um cachorro ajuda no combate a depressão

Não é atoa que ele é chamado de melhor amigo do homem. Para quem tem cachorro, sabe a alegria e as mudanças que o animal traz para a rotina. Os benefícios de ter um cachorro são tão grandes que desde os anos 70, esses companheiros são usados como grandes aliados contra a depressão e a solidão.

A terapia assistida por animais (TAA) vem crescendo no Brasil como método eficaz para ajudar os pacientes a atingirem os objetivos propostos durante um tratamento. O cachorro é o animal mais utilizado nesse estilo de terapia, por sua natureza companheira e fiel.

Não se convenceu ainda? Então confira as 5 motivos que separamos para te convencer a deixar seu cachorro a te ajudar a superar a depressão e a solidão!

Diminui o sentimento de solidão

A depressão faz com que, muitas vezes, o paciente fique presa dentro de si mesmo. Mesmo rodeada de outras pessoas, é difícil para ele não se sentir sozinho. Porém, existem estudos que comprovam que a simples presença e interação com os cães já aumenta os níveis de serotonina e dopamina, hormônios que relaxam e acalmam.

Por ser um animal muito fiel, o cachorro fica ao lado de seu dono a maior parte do tempo, aumentando a sensação de acolhimento e felicidade na vida de quem o possui.

Não te julga ou te força a nada

Outro sintoma muito comum da depressão é a culpa e a ansiedade. Isso faz com que o paciente se julgue constantemente e seja mais dura com ele mesmo.

Para um cachorro, o dono é a melhor pessoa do mundo. Ele não irá se importar se você deixou de arrumar a casa ou te julgar porque não houve sucesso em alguma tarefa. Para ele o importante é te ter por perto.

Te ajuda a canalizar a atenção para fora dos problemas

Ter um cachorro pede uma rotina. Ele precisa de alguém para dar comida, realizar a limpeza e dar atenção. Esse processo auxilia na melhora do paciente, já que ele consegue manter um foco diário em outro ponto que não seja os próprios problemas, podendo gerar melhorias significativas para a pessoa.

O efeito positivo é tanto, que o hospital Albert Einstein, em São Paulo, percebeu que a permissão da entrada dos animais de estimação dos pacientes até encurtava a permanência deles no hospital. Por isso, desde 2009, eles autorizam a presença dos pets no estabelecimento.

Estimula a interação social

Levar um cachorro para passear pode estimular a prática de exercícios físicos e também interação social. Conhecer outros donos e até criar o hábito de levar petisco para cachorro – para os dos outros ou para o seu – pode facilitar a relação e a comunicação para com outras pessoas.

É uma fonte inesgotável de carinho

Cachorros fazem festa, brincam, se alegram e até se emocionam toda vez que vêem o dono. Eles estão sempre dispostos a estarem por perto e a oferecerem carinho e amor para você.

Esse amor reduz os níveis de stress e também fazem com que o dono se sinta mais à vontade, criando um vínculo de confiança com o animal e até conversando com ele. Todas essas interações facilitam e otimizam o tratamento contra a depressão e a solidão.

Hoje em dia existem diversas instituições que auxiliam na adoção ou até disponibilizam cachorros para tratamento de depressão. Você pode até utilizar o seu próprio cãozinho, com o treinamento certo, ele vai estar ainda mais disposto a te ajudar.

(Dica Femininas)

Limpeza de pele profissional: Quais seus benefícios?

Parece ser algo simples, mais esse serviço estético é bem mais complexa do que parece, por isso é recomendável realizar uma limpeza de pele com um ótimo profissional.

Existem vários objetivos que o profissional deseja alcançar com a limpeza facial, o principal deles é desobstruir os poros do rosto, pois grandes aliados ao surgimento de espinhas e acnes.

Além disso a limpeza de pele promove diversos benefícios, porém deve ser realizada regularmente e por um ótimo profissional.

5 Benefícios da limpeza de pele

Esses benefícios são os maiores motivos pelo qual uma grande parte das mulheres realizam esse tipo de tratamento estético em seu rosto. Confira abaixo os grandes benefícios que sua pele merece:

  1. Renovação tecidual;

  2. Desobstrução de poros por remoção de resíduos de sujidades;

  3. Reequilibrar o PH por meio da tonificação;

  4. Melhorar na aparência geral pela melhora na respiração da pele;

  5. E preparar a face para utilização de cremes, mascaras em geral e qualquer tratamento estético ou cirúrgico.

profissional habilitado a realizar o procedimento consegue identificar qual a necessidade da pele de cada cliente, dentre elas:

  • Orientações para a manutenção da integridade da derme facial, afim de evitar manchas de sol, ou de manipulação de cravos e espinhas (ótimo tratamento para espinhas);

  • Gerar o controle da oleosidade;

  • Promover limpeza profunda com a realização da extração de acnes, e impurezas em geral;

  • Identificar a necessidade de hidratação na medida correta;

  • Desintoxicar;

  • Remover células mortas;

  • Controlar a acne;

  • Preparar a pele para uma cirurgia ou tratamento estético.

Quando feita por um profissional habilitado, gera mais saúde, higiene e beleza para o seu rosto. Pense muito bem nisso antes de realizar qualquer tratamento estético.

(Fitestética)

7 dicas para correr no frio

É normal sentir preguiça de correr no frio ou, até mesmo, cair em tentação com a alimentação mais gordurosa quando as temperaturas caem. Mas, não é porque esfriou que você pode – e não deve! – atrapalhar a sua rotina de treino. Muito menos, usar de desculpa para deixar a corrida, a dieta balanceada e as provas, como a etapa Inverno do Circuito das Estações, de lado.

Além de aumentar energia e disposição para aguentar todas as atividades do dia, correr no frio também aumenta a imunidade do corpo; além de ser mais confortável para suar a camisa do que quando as temperaturas estão mais quentes. 

Dicas para correr no frio

1 – Invista no aquecimento

Tome ainda mais cuidado com os exercícios de aquecimento na hora de correr no frio. Para funcionar ainda melhor, o corpo necessita desse período para entender e se “preparar” para o estímulo do treino. Você pode, ainda, considerar o aquecimento como forma de manter os batimentos cardíacos mais elevados, para evitar pausas longas no seu treino ou intervalos excessivos, que podem fazer com que o corpo esfrie e fique mais suscetível a lesões musculares.

2 – Escolha bem o vestuário

Antes de sair para os treinos, procure usar roupas que permitam a troca de calor com o ambiente. Nada de exageros com casacos. Muitas vestimentas são desenhadas especificamente para correr no frio também. Uma boa opção pode ser algum tecido absorvente de algodão ou o nylon quebra-vento, que você pode usar sobre as outras roupas e, caso sinta calor, são leves para amarrar na cintura, por exemplo.

 3 – Tenha uma rotina pré-treino

Manter uma “rotina” pré-treino ajuda na hora de sair da cama para correr no frio em horários menos convidativos, além de já fazer parte de uma preparação mental para o seu corpo quando iniciar a atividade (isso passa por não correr em jejum).

Uma alimentação rica em carboidratos e proteínas é fundamental para a recomposição muscular. Incluí-los em sua dieta, antes dos treinamentos, fará com que você tenha mais disposição e energia para correr em temperaturas mais baixas.

Para os minutos que antecedem a corrida, use o alongamento dinâmico como uma das formas de preparar a sua musculatura para o exercício. Faça com pouca intensidade, para ativar a circulação sanguínea, e sem ir além do limite da flexibilidade, para não provocar uma distensão muscular.

4 – Proteja-se

É importante sempre proteger a pele. O vento gelado pode danificá-la e deixá-la muito sensível, o que acaba por prejudicar o conforto e a condição de treinamento. É recomendado, o uso de protetor solar e labial, mesmo estando frio.

Regiões periféricas, como a cabeça, as mãos, as orelhas e os pés precisam estar aquecidos, para não comprometer a sua performance, durante o treinamento. 

5 – Não descuide da hidratação

Correr no frio pode ser um desafio para quem tem doenças respiratórias. O ar frio pode ressecar as extremidades, rachar os lábios e dificultar a respiração. Por esta razão, você precisa manter-se (ainda mais) hidratado e beber muita água antes, durante e após a corrida.

Você pode optar por líquidos não-açucarados e frutas, que são ricas em água, vitamina e minerais. Além de hidratar, elas sempre ajudarão na integridade da pele. Outra opção é apostar em águas aromatizadas e chás para complementar a água.

6 – Controle o apetite

Quando cai a temperatura, grande parte das pessoas sente (de fato!) mais vontade de comer, do que em outra estação. Para piorar, busca alimentos mais calóricos, uma resposta natural de corpo para manter a temperatura e metabolismo corporais.

Investir em preparações mais saudáveis e menos calóricas é chave para controlar a fome. Deixe de lado o creme de leite, manteiga, açúcares e carnes gordas e aposte em chocolates com alta concentração de cacau, legumes e raízes para preparar diversas receitas gostosas e saudáveis. Frutas como a banana são curingas na cozinha e servem de base para bolos e cremes apetitosos que também podem ser saudáveis.

Não deixe as fibras de lado, pois elas dão a sensação de saciedade. Quando estiver frio, invista nas preparações cozidas e refogadas, e em outros alimentos ricos em fibras como chia, quinoa e complementos de fibras.

7 – Acerte o cardápio

Ter na cabeça previamente opções do que comer em cada refeição também é importante para evitar deslizes constantes na dieta.

Café da manhã

Chás e preparações de chocolate quente ou cappuccino mais saudáveis, feitas com cacau, leite de amêndoas e outros ingredientes naturais.

Almoço

Se as saladas não te apetecerem, aposte em verduras e legumes cozidos. Cuidado com as carnes mais gordas e preparações fritas. Invista no básico: arroz integral e feijão.

Jantar

Sopas, que aquecem e são leves, são ótimas opções. Utilize legumes, leguminosas (como grão de bico, feijão branco, e fava), verduras. Ervas e gengibre dão um sabor especial sem adicionar calorias. Utilize apenas, um tipo de carboidrato (croutons, macarrão ou batata/mandioquinha) e evite adicionar creme de leite e manteiga.

Lanches

Frutas cozidas ou assadas com canela ou cacau são uma boa opção. Outra: aveia em flocos, castanhas, frutas secas, canela, cacau e um pouquinho de água quente por cima de tudo: é delicioso e dá saciedade. Chocolates com altas concentrações de cacau, castanhas e receitas de salgados, cupcakes e muffins saudáveis também cumprem esse papel.

(ativo.com)

A ciência confirma: ter irmãs lhe transforma em uma pessoa melhor

  • Já foi comprovado por pesquisas que ter irmãos faz com que a pessoa viva por mais tempo, seja mais responsável, diminua o estresse e seja mais pacificadora. Mas ter irmãs pode oferecer ainda mais benefícios.

  • Ter uma irmã não significa apenas ter alguém para brincar de boneca ou alguém para dividir as roupas. Pode parecer difícil de acreditar quando as irmãs brigavam muito na infância, mas estudos mostram que ter uma irmã oferece muito mais benefícios. Benefícios até para a saúde mental.

  • O professor assistente, Alex Jensen, do departamento de vida familiar, na Universidade de Brigham Young, explicou ao Huffington Post que ter irmãs ajuda a desenvolver habilidades sociais, como comunicação e negociação.

  • “Até os conflitos, se forem mínimos, entre irmãos podem ajudar as crianças a terem um desenvolvimento mais saudável”, explica.

  • De acordo com estudos diversos, estes são alguns dos benefícios de ter uma irmã:

  • 1. Uma irmã lhe ensina a ter ambição e a ser independente

  • Um estudo feito no Reino Unido descobriu que pessoas que tinham mais de uma irmã eram mais determinadas e mais independentes do que aquelas que cresceram com apenas irmãos.

  • 2. Uma irmã lhe faz ter mais compaixão

  • Um estudo feito na Universidade de Brigham Young revelou que ter uma irmã pode fazer com que a pessoa seja mais gentil e empática. Os pesquisadores explicaram que isso acontece porque “irmãs promovem comportamentos como a compaixão e altruísmo quando elas demonstram amor e afeição.”

  • 3. Uma irmã lhe ajuda a lidar melhor com os problemas da vida

  • O mesmo estudo feito no Reino Unido incluiu 571 participantes entre as idades de 17 a 25 anos. As pessoas que tinham irmãos conseguiam encontrar sua paz interior. E pessoas com pelo menos uma irmã tinham mais facilidade em lidar com problemas da vida, consequentemente tendo menos estresse e sendo mais felizes.

  • Mulheres são mais comunicativas e se abrem mais. Expressar os sentimentos é importante para a saúde psicológica e para a convivência familiar.

  • 4. Uma irmã promove a saúde mental

  • Um estudo publicado no Journal of Family Psychology revelou que ter uma irmã ajuda a saúde mental e a autoestima. O mesmo estudo feito na Universidade de Brigham Young também descobriu que irmãs ajudam outros irmãos a não se sentirem sozinhos, culpados e com medo.

  • 5. Uma irmã lhe ajuda a desenvolver habilidades sociais

  • De acordo com o autor do livro The Sibling Effect (O Efeito do Irmão, em tradução livre), Jeffrey Kluger, ter um irmão mais velho promove habilidades para resolver argumentos e lidar com situações difíceis. E ter um irmão mais novo promove liderança e empatia. Outro estudo também mostrou que irmãos que cresceram com irmãs se comunicam melhor.

(Famifi)

Curau para bebês

Junho traz as cores e os sabores das festas típicas da época. Nada mais justo do que incluir os pequenos nas celebrações, não é?

Curau é uma receita típica das festas juninas e também é conhecido, em algumas regiões brasileiras, como jimbelê ou canjica. Ele é o resultado da mistura entre a técnica de execução do pudim, de origem portuguesa, e o milho-verde, consumido pelos índios.

Doce e de consistência cremosa, é ideal para as sobremesas de bebês a partir de 6 meses. Sim, essa versão aqui é adaptada e pode ser servida para crianças menores porque o açúcar refinado é substituído pelo suco integral de maçã ou de uva branca.

Claro que pode!

O uso de especiarias e temperos secos na comida de bebês e crianças não é muito comum na cultura brasileira e pode até parecer estranho, mas não existe nenhuma contraindicação. Mas atenção: os ingredientes devem ser usados com parcimônia para ressaltar de forma equilibrada os demais sabores dos pratos.

Receita

Ingredientes
6 espigas grandes de milho-verde (700 g, aproximadamente)
1 l de suco integral de maçã ou de uva branca
10 ml de óleo de coco
1 pitada de sal
4 sementes de cardamomo inteiras, amassadas com uma faca
¼ de colher (chá) de cravo em pó

Modo de preparo
Retire a casca e os “cabelos” das espigas de milho. Lave, debulhe os grãos e leve ao liquidificador. Acrescente metade do suco e bata por dois minutos. Coe com uma peneira fina. Leve o preparado para uma panela e acrescente o restante do suco. Junte o óleo e cozinhe em fogo alto sem parar de mexer. Assim que engrossar, junte o sal, o cardamomo e o cravo, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 15 minutos, mexendo constantemente. Retire as sementes de cardamomo. Quando estiver desgrudando do fundo da panela, está pronto. Passe para um refratário e sirva frio.

Rende 8 porções.

(Revista Crescer)

 

Filhas mudam até o jeito de seus pais pensarem, confirma estudo

O tratamento do pai para uma filha é diferente do que para um filho, segundo estudo realizado na Universidade de Emory, EUA.

  • Uma pesquisa publicada no Behavioral Neuroscience evidenciou que a relação do pai com filhas ou com filhos é bem diferente. Reações cerebrais foram analisadas em alguns pais para que a pesquisa fosse realizada e apresentasse conteúdo suficiente para o resultado.

  • O estudo foi realizado nos Estados Unidos, na Universidade de Emory, em Atlanta, e pode ser caracterizado como regional. Porém, ele também pode servir de parâmetro para a conduta dos pais de outros países, pois a principal situação observada é do pai em relação ao gênero de seu filho ou filha.

  • A pesquisa

  • Realizada com 52 crianças, 30 meninas e 22 meninos de um e dois anos de idade e seus pais, o estudo foi realizado de forma moderna, não retirando os participantes de seu local de convívio para não sofrer nenhuma influência que um local como um laboratório oferece.

  • Um computador ficou durante todo o dia com o pai em um dia de semana normal, captando todos os sons que foram emitidos por ele em relação a seu filho ou filha. Uma varredura cerebral foi ativada cada vez que houve uma interação com a criança. Além deste dia, um final de semana também foi realizado o mesmo procedimento.

  • Foi percebido que o atendimento do pai ao filho ou à filha divergiu. Quando o filho gritava pelo pai ele não era atendido sempre, já com a filha o cuidado era maior e foram poucas as ocasiões em que elas não foram atendidas. Dessa forma, o estudo mostrou que os pais são mais atentos às necessidades das filhas que as dos meninos.

  • Na segunda etapa, os pais tiveram um acompanhamento neural enquanto visualizavam fotos de crianças, adultos e dos próprios filhos, tendo suas feições analisadas a cada pequena mudança.

  • Ao verem as fotos de suas filhas sorridentes, seus pais tiveram reações expressivas. Para os pais de meninos as reações foram mais intensas só por verem fotos de seus filhos sérios.

  • Um resumo seria que para as meninas seus pais são mais tolerantes e protecionistas, falam com elas de maneira mais calma e ainda aceitam mais as suas emoções. Para os meninos a competição é percebida, as falas são mais duras e uma certa indiferença a respeito dos sentimentos deles foi notada.

  • Algumas palavras foram mais usadas para as filhas como todos e muito, mostrando que seus pais estão preocupados com seu sucesso e buscam sempre incentivar o progresso. Também foi percebido que palavras relacionadas ao corpo como barrigaforam mais usadas para meninas. Para os filhos as palavras mais usadas foram orgulhovitória e superior, mostrando uma linguagem mais competitiva.

(famifi.com)

Casar ou morar junto?

Vocês já estão namorando há algum tempo e resolveram juntar os trapos. Mas é melhor casar ou morar junto? Vale a pena fazer um teste antes? Vocês não fazem questão de casar? Tem decisões que só vocês dois podem tomar.  Mas se vocês pensam em morar juntos, pode valer a pena entrar em união estável, sabia? Nós preparamos um roteiro que explica as vantagens e desvantagens de cada modelo, para vocês poderem tomar a melhor decisão!

Casamento

Vocês precisam ir ao Cartório de Registro Civil do seu bairro e dar entrada nos famosos proclamas, para vocês se tornam de fato casados, com uma mudança de estado civil. Com o casamento, marido e mulher se tornam “herdeiros necessários”, como filhos, netos, pais, avós. Neste status, o seu parceiro (ou você!) só pode dar metade seus bens para outras pessoas ou instituições que não sejam da família. A outra metade é herdada pelos herdeiros necessários. Quando você vai casar, tem que decidir por um regime de bens.

União estável

Através de um documento que pode ser obtido em cartório de notas, vocês formalizam a união. Vocês continuam com o mesmo estado civil (solteiros), mas têm a sua relação reconhecida e estabilizada. Dá até mudar o sobrenome! Vocês ainda podem optar pelo regime de bens (você pode ler mais sobre esse assunto aqui) – se não for decidido nada, fica valendo a comunhão parcial de bens.Na união estável, vocês têm os mesmos direitos de um casamento, como inclusão em planos de saúde e seguro de vida, citação em testamento e, caso a coisa não funcione, a divisão dos bens acumulados pelo casal e até pensão alimentícia. O padrão na união estável é o regime de comunhão parcial de bens, mas pode haver um contrato entre as vocês para montar um acordo como o pacto antenupcial (necessário para a separação total de bens).

Qual é a diferença entre casar e morar junto?

Com todo este processo, o casamento vira inevitavelmente algo mais formal. A união estável você pode fazer em um Tabelião de notas, com uma escritura pública, muito mais simples do que o casamento no cartório. No caso do fim da relação, também é “mais fácil” (só no plano burocrático, viu? Não existe nada fácil no fim de uma relação!) se separar de uma união estável do que de um casamento. Você só precisa provar que não estão mais juntos (pode ser com um contrato do apartamento que estava no nome dos dois e agora só no de um, uma conta conjunta que deixa de existir, ou então testemunhas).Se vocês optarem pela união estável, a partilha dos bens no caso da separação funciona como uma comunhão parcial. Ou seja, não contam os bens que cada um já tinha antes de se casar e valem apenas os bens que foram adquiridos pelos dois durante a união. Em caso de morte do seu companheiro, vocês não são considerados herdeiros obrigatórios.

Mas precisa morar junto?

Não! Vocês não precisam de comprovante de residência para fazer uma união estável. Nem precisa de um tempo mínimo de relacionamento. Se vocês se dão bem do jeito que estão, pode valer a pena fazer uma união estável para garantir os direitos de todos.

E os casais homoafetivos?

Desde 2011, a Justiça brasileira passou a reconhecer os direitos dos casais homossexuais. Ou seja: vocês também podem fazer uma união estável e converter a certidão para uma certidão de casamento. Vocês só precisam apresentar um requerimento ao Cartório de Registro Civil!

(Finanças Femininas)

Sexo Pós-parto

Oscilação hormonal e fator “mãe” pesa na balança para a falta de interesse

A constante oscilação hormonal durante a gravidez afeta diretamente o desejo da mulher. Dessa forma, muitas mulheres ficam preocupadas com a falta de vontade de manter uma vida sexual ativa.

De acordo com a ginecologista e obstetra, Dra. Erica Mantelli, a placenta é uma das fontes de produção de hormônio na gravidez e, quando ela é expelida, acontece uma queda nos níveis hormonais, dando início ao processo de amamentação. “Essa é uma das explicações pela falta de interesse. É nessa fase que pode ocorrer uma leve atrofia dos órgãos que dependem de estrogênio, como é o caso da vagina, que apresenta uma atrofia das mucosas e uma diminuição na lubrificação, o que causa desconfortos durante a relação sexual ”, explica a médica.

Todavia, a culpa não é só dessa mudança fisiológica. O fator “mãe” também pesa na balança e pode influenciar na falta de interesse pelo sexo. “A mãe coloca o bebê como prioridade, principalmente porque ele é recém-nascido e depende dela, deixando de lado as vontades do companheiro”, ressalta a ginecologista.

Após o parto, o ideal é que o casal espere por um período.  Entretanto, ambos devem ter a consciência que o fato de não ter penetração não significa que eles precisem evitar qualquer tipo de contato. “O ideal é aguardar entre 40 e 60 dias após o parto, já que a mulher libera uma secreção vaginal, a loquiação e, caso haja um contato sexual com o homem, ambos podem sofrer infecções“, completa Érica.

É fundamental frisar que neste resguardo, a penetração pode ser dolorosa, além de aumentar o risco da mulher desenvolver algum tipo de contaminação no útero pelo fato do colo do útero não estar completamente fechado. “O segredo é ir devagar, escolher uma posição confortável, acostumar com as interrupções que podem acontecer e esquecer as preocupações na hora do sexo”, finaliza.

Dra. Erica Mantelli

Útero septado ou bicorno?

Especialista em diagnóstico por imagem indica como investigar as malformações uterinas.

Cerca de 2% das mulheres têm malformações uterinas e o exame físico, somado ao histórico clínico e o diagnóstico por imagem é essencial para determinar o tipo de problema e conduta terapêutica. Um dos mais comuns, por exemplo, é o útero bicorno ou septado, que é caracterizado por uma parede interna que divide o órgão.

De acordo com a Dra. Luciana Chamié, especialista em diagnóstico por imagem da mulher, os exames mais frequentes para diagnosticar as malformações são a histerossalpingografia, que usa contraste iodado, a ultrassonografia 3D e a ressonância magnética.

“Os exames de imagem representam ferramentas de grande utilidade na prática clínica do ginecologista em todas as fases da vida da mulher, sendo assim, quando há alguma suspeita de qualquer problema de saúde, a paciente deve procurar um especialista para investigar a doença e com um diagnóstico preciso iniciar o tratamento adequado”, sinaliza Chamié.

Dra. Luciana Pardini Chamié

Doutora em Radiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), conta com mais de 15 anos de experiência acadêmica e profissional em diagnóstico por imagem. É referência mundial em diagnóstico por imagem da endometriose. A médica conta com especialização em Tomografia Computadorizada do Abdome e Ressonância Magnética do Abdome pelo Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem pela Associação Médica Brasileira (AMB); sócia titular do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR); sócia titular da Sociedade Paulista de Radiologia (SPR); membro da Radiological Society of North America (RSNA), da Radiological Society for Reproductive Medicine (ASRM); e revisora de artigos e periódicos do Internacional Journal of Gynecology and Obstetrics.

(Dra. Luciana Pardini)