quinta-feira, 26 abril, 2018

Cirurgião plástico responde o que é verdade e o que é mentira sobre a prótese de silicone

Por ser o procedimento estético mais procurado no mundo atualmente, as próteses de silicone ainda são motivos de inúmeras dúvidas entre as pacientes.

Para esclarecer as incertezas, o médico Marco Cassol confere o que é verídico e o que é mito sobre o procedimento:

O silicone tira a sensibilidade dos seios?

Verdade. Na maioria dos casos, a perda de sensibilidade nas aréolas é temporária, e só ocorre se a prótese for muito grande para a anatomia da paciente. Por isso, é imprescindível conversar antes com o cirurgião plástico para esclarecer as dúvidas e confiar na sua avaliação.

A prótese pode atrapalhar a amamentação?

Mito. O implante de silicone é colocado abaixo das glândulas mamárias ou do músculo. A única recomendação é que a mulher aguarde pelo menos três meses depois da cirurgia para amamentar.

A cicatriz deixada pela operação pode virar queloide?

Verdade. A tendência a formar queloides varia de pessoa para pessoa, e não depende da habilidade do cirurgião. Se a pessoa tem tendência, o ideal é alertar o médico para que ele tome algumas medidas preventivas para diminuir o risco.

Próteses de silicone aumentam as chances de ter câncer de mama?

Mito. Todas as mulheres, independente de terem ou não o silicone, devem fazer o autoexame e a mamografia a partir dos 35 anos.

Não é recomendado menores de 18 anos colocarem a prótese?

Verdade. Menores de idade ainda estão com o corpo em formação. O indicado é fazer a cirurgia após cinco anos da primeira menstruação.

Marco Cassol, cirurgião plástico e especialista em face feminina

Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o cirurgião plástico, pode responder sobre botox, fios de sustentação da face absorvíveis, silicone nos seios, cirurgia para reduzir as mamas, criolipólise, microlipoaspiração, cirurgia íntima, novidades da área clínica, procedimentos estéticos, entre outros assuntos. Com mais de 15 anos de experiência, é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

(Marco Cassol)

Reunir a família à mesa ajuda na construção da identidade do seu filho

BORA MARCAR UMA REUNIÃO FAMILIAR NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA?

As reuniões familiares constroem laços e reforçam raízes. São um encontro entre a geração mais velha e a que está crescendo. Feche os olhos e visualize: avós, tios, pais e filhos reunidos para uma celebração, mesa repleta das comidas que cada um combinou de fazer… não parece mágico? E é! A magia acontece quando trocamos experiências entre os familiares, e isso ajuda muito na construção da identidade de cada um.

Nesse momento há uma constatação de que gerações tão diferentes podem conviver, mesmo tendo valores diferentes. É muito importante que a criança participe desses rituais, eles auxiliam no processo de construção da sua identidade. A família que conserva tradições, como se reunir aos finais de semana está construindo uma raiz muito forte. Esses encontros servem de combustível para que o grupo supere as adversidades da vida de maneira saudável.

A prática vai muito além de só criar boas memórias. Existe a falsa ideia de que família saudável não tem conflitos e isso não é verdade. Para ser saudável é preciso enfrentar esses conflitos! Quem se dispõe a resolver os problemas, supera os obstáculos de maneira saudável, enfrenta os problemas e cria vínculos verdadeiros.

A ceia familiar também pode ser uma oportunidade de refazer laços rompidos. Do planejamento do dia, começam a surgir questões que vão precisar ser resolvidas entre todos. Combina-se quem vai levar o quê, onde vai ser, quem convida… É também uma ótima uma oportunidade de relembrar histórias. Sempre rola um:

“Lembra o dia em que o tio teve coragem de pegar aquele sapo com as próprias mãos?”, “E quando a vovó fazia aquele bolinho de chuva toda vez que chovia?”, “Lembra quando nosso primo caiu do cavalo na fazendinha?”, as memórias são resgatadas, e o mais gostoso: todo mundo lembra sobre algo compartilhado e que está guardado no coração de quem a gente ama. Tão importante quanto relembrar é saber que outras pessoas têm tanto carinho por aquela memória quanto você.

O maior presente que a criança recebe durante essas reuniões é a história da família. Seu filho precisa entender que pertence a um grupo. Ao frequentar reuniões familiares, ele ganha raiz e identidade. Desde a Pré-História o homem se reúne. Viver em grupo é uma forma de sobreviver em meio à natureza hostil. E laços familiares pacificam instintos potencialmente agressivos e criam vínculos entre as pessoas.
Quando você senta à mesa em família não só troca experiências, mas também desenvolve a afetividade. Essa prática auxilia na construção do diálogo, interação e empatia familiar.

(Pais e Filhos

O infarto dá sinais antes mesmo de acontecer, saiba quais são

Ninguém deve ser pego de surpresa por um assassino que costuma avisar bem antes que está prestes a atentar contra sua vida.

  • Os problemas cardíacos são os maiores responsáveis por mortes em todo o mundo. No Brasil são mais de 300 mil casos a cada ano, sendo que 80 mil chegam a óbito (1 morte a cada 5 minutos, segundo o Ministério da Saúde). Nos Estados Unidos esse número chega a quase 800 mil ataques por ano.

  • O infarto acontece quando há um impedimento físico de que o oxigênio alcance alguma parte do coração; sem oxigênio por tempo suficiente a área afetada morre.

  • Quando se fala em infarto logo vem à mente uma pessoa de meia-idade ou idosa, estressada, fumante, obesa, diabética e sedentária. Mas, essa imagem tem mudado nos últimos anos. Desde 2013 os casos de infarto entre jovens vêm crescendo assustadoramente. O número de jovens que enfartam ou operam do coração tem crescido, alerta Marcelo Sobral, médico da Beneficência Portuguesa.

  • Os motivos para tais números alarmantes têm várias razões, que vão desde histórico familiar, passando por hábitos insalubres de alimentação e cuidados preventivos, até uso de tabaco e drogas – especialmente a cocaína. Segundo especialistas, o risco de um infarto é 24 vezes maior imediatamente após o uso dessa droga.

  • Fatores de risco

  • Histórico familiar

  • Se há casos de infarto na família – especialmente dos pais, há grande risco de os filhos virem a sofrer infarto. Especialmente se o infarto se deu antes dos 50 anos para o pai e mesmo aos 65 anos para mãe e ou irmã. Também há que se considerar os riscos para doença cardíaca nos pais como hipertensão, diabetes e arteriosclerose.

  • Doenças prévias

  • Doença coronariana, diabetes, hipertensão, colesterol alto, tabagismo, obesidade, depressão são doenças que podem causar ou agravar doenças cardíacas.

  • Nos casos agudos, um estresse emocional, fumo, frio intenso ou uso de cocaína podem levar a uma contração da artéria coronária causando o infarto.

  • Sintomas precoces

  • Ninguém deve ser pego de surpresa por um assassino que costuma avisar bem antes que está prestes a atentar contra sua vida. Realizar check-ups anuais podem ajudar a afastar o risco. Se você está no grupo de risco (ou se não está também), veja os sinais que o corpo dá de que você pode estar caminhando para um ataque do coração.

    • Cansaço extremo e sem causa aparente

    • Tonturas, vertigens

    • Náuseas

    • Perda de apetite

    • Vômitos

    • Desmaios

    • Desconforto no peito

    • Fraqueza

    • Problemas de sono

    • Dores nos braços, ombros e costas

    • Dor de estômago

  • É útil lembrar que é necessário pelo menos seis destes sinais para que se suspeite de um possível aviso de infarto. Sintomas isolados não devem ser motivo de alarme.

  • Independentemente de se estar no grupo de risco, todos devem procurar um estilo de vida saudável se querem evitar doenças. Hábitos que proporcionem melhor saúde, como alimentação à base de vegetais – frutas, legumes, verduras e cereais, exercícios físicos, ajudam no bom funcionamento do coração. Problemas e preocupações relacionadas a dinheiro e posição social costumam ser um gatilho para o infarto.

  • Também uma melhor qualidade de vida através da desaceleração no cotidiano, diminuição do estresse e busca de atividades prazerosas, contato com familiares e amigos, lazer, descanso e bom sono, são fundamentais para uma vida longa e saudável.

(família.com)

5 sinais de que seu filho pode ter déficit de atenção e você nunca percebeu

Quanto mais cedo a criança for diagnosticada, melhor.

  • O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno de saúde mental que pode afetar crianças de diversas formas. Este transtorno é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os sintomas podem variar e muitas vezes passam despercebidos por muitos pais.

  • Segundo o Healthline, o diagnóstico de TDAH acontece em média quando a criança tem 7 anos de idade. O ideal é que o transtorno seja diagnosticado e tratado cedo, já que o TDAH afeta os estudos e relacionamentos da criança.

  • “Segundo dados da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 3% a 5% das crianças brasileiras sofrem de TDAH, das quais de 60% a 85% permanecem com o transtorno na adolescência”, segundo reportagem da Veja.

  • Se você desconfia que seu filho possa ter esse transtorno, procure um médico. O diagnóstico é feito com exames clínicos, com base nos sintomas.

  • “Não é necessário exame de ressonância, eletroencefalograma ou qualquer outro que avalie características físicas. Os pais não precisam se sentir inseguros por conta do diagnóstico ser feito sem exames, pois na psiquiatria é assim mesmo que funciona”, explica o psiquiatra Paulo Mattos, coordenador do núcleo de estudos de TDAH da Universidade Federal do Rio de Janeiro para a Revista Crescer.

  • Aqui estão alguns sinais de TDAH em crianças, segundo o Healthline:

  • 1. Desatenção

  • A criança com TDAH pode ter problemas em se concentrar quando alguém está falando com ela, parece que ela não escuta e se você pedir para ela repetir o que ouviu, ela terá dificuldades em fazê-lo. A falta de atenção também pode estar presente na escola, ela não consegue se concentrar na aula e seguir instruções dos professores.

  • 2. Hiperatividade

  • Muitas vezes a criança com TDAH não consegue ficar parada ou sentada. Ela está sempre em movimento e agitada, mesmo sabendo que precisa ficar quieta. Atividades sedentárias são sempre difíceis para ela. Um exemplo disso é a criança ficar mexendo as pernas e mãos, ficar andando de lá pra cá ou falar sem parar.

  • 3. Dificuldade em terminar o que começou

  • A criança com TDAH pode saltar de uma tarefa para outra sem acabar a anterior porque ela demonstra interesse em diversas atividades, mas tem dificuldade em realmente acabar o que começou.

  • 4. Explosões emocionais

  • A criança com TDAH pode ter dificuldade em controlar suas emoções. Ela pode explodir de raiva em momentos inapropriados e, em caso de crianças pequenas, isso pode ser visto como “birra”.

  • 5. Impaciência

  • A criança com TDAH pode ser impulsiva, não conseguindo esperar sua vez quando está na sala de aula ou quando está em atividades com outras crianças. Ela pode agir sem pensar e ter dificuldade para ouvir perguntas até o fim, precipitando-se e se intrometendo em assuntos e conversas alheias.

(família.com)

Quatro dúvidas sobre a gestação que toda mulher precisa saber

Ginecologista e obstetra, Domingos Mantelli aponta quais são mitos e verdades

A gravidez, para muitas mulheres e homens também, é um grande desafio. São tantas as dúvidas que, muitas vezes, a mulher não sabe se acredita ou não nos ditos populares que a família e os amigos contam. Para desmistificar e sanar essas preocupações, o ginecologista e obstetra, Domingos Mantelli, autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra” revela alguns mitos e verdades que envolvem a gestação:

Gestantes podem tomar pequenas doses de bebida alcoólica?

Mito. O álcool deve ser evitado durante toda a gestação. Não há dose considerada segura. Há relatos de mulheres que ingeriram quantidade pequenas e tiveram bebês com síndrome alcoólica fetal, que traz graves problemas às crianças. 

Alimentos crus estão proibidos?

Depende. Peixes com procedência garantida normalmente não oferecem riscos. É preciso ficar atento somente à contaminação por mercúrio do atum geralmente. Já a carne vermelha crua, usada para pratos como o kibe cru, pode ser vetor de toxoplasmose, doença relacionada a malformações fetais que podem causar, entre outros problemas, surdez e alterações visuais. 

Falta de ar na gestação é comum?

Sim. A falta de ar na gestação costuma ser mais comum no terceiro trimestre, já que o crescimento do útero empurra os outros órgãos para cima e comprime os pulmões, diminuindo sua capacidade de expansão, o que provoca falta de ar até mesmo com os mínimos esforços. Já a falta de ar persistente e no início da gravidez pode ser decorrente de uma crise asmática, broncoespasmo ou pneumonia e precisa ser investigada.

 

Gestante precisa comer por dois?

Esta é uma crença popular. Engordar é um processo natural e ela não precisa aumentar a quantidade de alimentos comparada ao de costume, mas ela precisa comer em horários adequados. Caso ela tenha uma vida muito ativa, como trabalho e atividades físicas, deve-se ingerir um pouco mais de carboidratos. Assim, ela ganha mais energia. Mas não precisa comer por dois. O recomendado é que a gestante engorde entre 10 e 12 quilos, não mais do que isso. Esse controle, é importante porque bebês de mulheres que engordam demais na gestação correm o risco de desenvolver doenças como diabetes, doenças cardiovasculares e renais, obesidade na vida adulta e hipertensão.

Dr. Domingos Mantelli: ginecologista e obstetra, com formação em neurolinguística e atuação na área de medicina psicossomática. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA), com residência médica na área de ginecologia e obstetrícia pela mesma instituição. Também é autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”.

Empresária Cláudia Araújo lança edição limitada de t-shirts com mensagem de empoderamento feminino

Podem ser coordenadas do básico ao paetê, as peças são versáteis, atemporais e estão presentes em todos os editoriais fashionistas

Prestes a completar 20 anos de história na capital goiana, empresária da moda, Cláudia Araújo, promove o lançamento das t-shirts exclusivas da marca Fate Mulher, que trazem mensagem de esperança, força e beleza, dando voz e fortalecendo o empoderamento feminino entre suas clientes.O evento aconteceu na manhã do último sábado (14), com presença da influenciadora goiana Júlia Galvão e de clientes especiais que acompanham essa trajetória.

“Quero com essa simbólica mensagem levar às minhas clientes empoderamento e enaltecer a autoestima das mulheres, que são as minhas inspirações. Mulheres autênticas e confiantes de si mesmas, é isso que pretendo incentivar com essa edição limitada”, explica a empresária.

As tees são peças versáteis e que podem compor produções incríveis de maneira simples e que garantem acima de tudo estilo e conforto. A influencer Júlia Galvão aprovou a criação diante de tantas opções de looks e ressaltou em suas redes:“o difícil é escolher um só!”. Utilizá-las no dia a dia significa transitar de um look casual até o mais formal. Isso porque, dependendo da composição, a camiseta consegue revigorar o look, deixando-o ainda mais moderno. Seja com calças, saias, pantacourt ou shorts, essas peças continuam atuais e não há restrições ao seu uso.

“As tee-shirts são consideradas peças indispensáveis no guarda-roupa feminino. Podem ser usadas de todas as maneiras, fazendo um estilo descolada ou romântica, vale tudo”, explica Cláudia Araújo.

        

 

Ao lado da influenciadora Júlia Galvão, a empresária fez composições contemporâneas que você pode conferir e usar muito:
Sobre a Cláudia Araújo Residente em Goiânia (GO), Cláudia Araújo é empresária e fundou a Fate Mulher, há vinte anos, uma loja de moda feminina que se mantém atual e se reinventa no cenário da moda goiana. Para ela, a moda, além de sua profissão, deve ser leve, divertida e prazerosa. Em 2018, a marca completa 20 anos de história e já se tornou referência em atendimento, compromisso, resiliência e atitude. Sempre por dentro das tendências, a empreendedora se renova a todo momento, trazendo novidades e sempre pesquisando marcas e produtos para suas clientes, fazendo com que a loja seja um forte nome entre a vanguarda da moda na capital goiana.

5 formas de sair da defensiva e ter novas experiências

Algumas pequenas atitudes, feitas no seu tempo, podem trazer grandes mudanças para a vida pessoal e profissional

Você já passou por aqueles momentos em que a vontade de fazer algo te deixou extremamente feliz, mas pensar na possível reação de outras pessoas fez com que você desistisse? A situação é comum e, na maioria das vezes, nós mesmos não nos permitimos por medo de sermos expostos, o que aumenta as chances de nos machucarmos. Assim, ficamos na defensiva.

Mas, embora seja mais seguro viver guardando tudo o que se passa dentro de nossa mente – e expor quem realmente somos somente para as pessoas em quem confiamos – isso acaba levando à perda de muitas oportunidades de experimentar coisas novas.

Se você está pensando em quebrar essa barreira e quer viver novas experiências, aqui estão cinco dicas para fazer isso e, enfim, começar a viver a vida que você sempre soube que deveria ter.

1. Comece devagar e vá no seu tempo

Você não precisa jogar tudo o que você sente e deseja de uma só vez. Vá passo a passo até se sentir 100% confortável para se abrir. Para alguns, é mais fácil compartilhar o que estão pensando e sentindo, enquanto para outros pode levar um pouco mais de tempo – e tudo bem. Para começar, publique imagens e histórias sobre você nas redes sociais, fale para quem você confia sobre seus medos mais profundos, escreva uma carta para você mesma indicando maneiras para ser mais aberta e tome as medidas necessárias para chegar lá. E independente do que decidir fazer, confie no processo e não desista mesmo se demorar mais.

2. Acredite que você é digna de compartilhar sua história

Estamos sempre buscando nas outras pessoas histórias que nos façam sentir conectados a elas. Isso proporciona certo conforto, pois mostra coisas que talvez nunca tenham sido expostas. Mas se você não acredita que suas histórias, sonhos e paixões sejam dignos de serem lançados para o mundo, então você está se impedindo de se conectar com os outros e até mesmo de proporcionar conforto a alguém que precise ouvir seus pensamentos, falhas e aspirações. Quando você acredita que você é digno de se abrir, ainda que isso o torne vulnerável, você se permite sair da zona de conforto mesmo quando você não se sente sob controle – porque, por vezes, esses momentos frágeis são os que nos fazem crescer e é assim que aprendemos a nos adaptar aos momentos mais perturbadores da vida.

3. Conheça seus pontos fracos

Quando você está prestes a tentar algo fora de sua zona de conforto, é normal ter alguns momentos de recaída. E saber como lidar com isso é importante. Você pode contar a si mesmo uma história que somente você acredite, e pode até sentir pena de si mesmo porque não conseguiu fazer o que queria. Isso acontece com todo mundo. Mas, para superar esses momentos, é necessário entender o que está desencadeando essas situações. Você está se detendo porque tem medo do que a outra pessoa vai pensar? Você tem medo de falhar? Seja qual for o motivo, descubra o que é para que você possa começar esse diálogo interno e iniciar o processo de se sentir confortável com a sensação de desconforto.

4. Se cerque de gente que te apoia

No começo é natural que haja um medo de se conectar com outras pessoas ou compartilhar suas perspectivas e planos com quem não faz parte do seu círculo de convívio. Por isso, comece abrindo com pessoas que você conhece e que irão apoiar você e suas ideias. Conte a elas algo que você tem medo de expressar, um sonho que você tem medo de ir atrás, ou um pensamento que você simplesmente não pode conter. Elas vão te dar o amor incondicional que você procura, o que irá gerar um impulso de confiança para que depois você consiga se expressar para outros que talvez não te conheçam.

5. Permita-se ficar desconfortável com resultados ruins

Mesmo quando há a coragem para agir, pode haver momentos em que o que você faz ou diz não será bem recebido pelos outros. Se der vontade de se esconder e fugir, tudo bem. Aprenda a se sentir desconfortável com essas situações, permita-se viver esses sentimentos. Ao fazer isso você está se dando o controle para enfrentar suas emoções e ansiedades de frente.

Com essas pequenas atitudes podem surgir grandes mudanças na vida pessoal e profissional. O mais importante é se conhecer, respeitar seu próprio tempo de ação, mas não deixar de tentar.

(Mariana Bueno/Dicas de Mulher) 

 

8 motivos para você acordar às 5 da manhã

Você vai ter tempo para priorizar aquilo que você realmente gosta de fazer

Você é daquelas pessoas que sofrem para sair da cama e dariam tudo para dormir “só mais 5 minutinhos”? Certamente você não é a única, mas saiba que levantar bem cedo tem vantagens que podem ser melhores do que passar mais alguns momentos embaixo das cobertas. Conheça as principais:

1. Você “larga na frente” do restante das pessoas

Começar seu dia antes da maioria das pessoas traz uma grande vantagem psicológica: enquanto os demais estiverem lutando para sair da cama, você já terá se trocado, tomado café e começado suas atividades.

Isso pode parecer pouco, mas se livrar daquela sensação de já acordar atrasada faz uma enorme diferença na nossa vida.

2. Você consegue organizar melhor o seu dia

Justamente por ainda ter algumas horas antes do início dos seus compromissos, você terá um bom tempo para planejar sua programação do dia e preparar tudo o que você vai precisar, seja material de estudo ou de trabalho ou mesmo uma refeição saudável para consumir no escritório.

3. Você tem mais tempo para as suas coisas

Como você está acordada antes do restante do mundo, você pode aproveitar esse tempo para fazer as coisas que você considera mais importantes para a sua vida, e não aquelas que se tornam urgentes devido às expectativas alheias.

4. Você funciona no modo ação, e não no modo reação

Devido ao fato de estar “adiantada” na sua rotina e já ter feito aquilo que você mais queria, acordar às 5 horas permite que você esteja pronta para cumprir sua obrigações assim que elas chegarem – ou antes mesmo de alguém cobrar você.

Assim, você faz suas atividades por meio da ação, e não da reação às demandas externas, o que te deixaria muito mais cansada por colocar as necessidades dos outros no topo da sua lista de prioridades. Dessa forma, você mantém sua energia e seu foco, permitindo cumprir muito mais tarefas durante o dia sem se sentir exausta.

5. Sua produtividade aumenta

Além de gastar menos energia mental por funcionar no modo ação e não no modo reação, o que já permite realizar mais tarefas, sua produtividade aumenta porque acordar bem cedo permite que você comece seus compromissos com seu nível de disposição lá em cima.

Afinal, como a sonolência e o mau humor matinal já vão ter passado quando você chegar na aula ou no trabalho, você estará pronta para se dedicar às suas atividades desde o primeiro minuto e terá uma maior capacidade de concentração. Como resultado, você consegue dar conta de suas tarefas mais rápido e de uma forma mais precisa.

6. Os exercícios feitos pela manhã são mais benéficos

Ter uma rotina de exercícios é importante e já melhora nossas condições de saúde, mas eles são ainda mais poderosos quando feitos pela manhã. Nesse horário, as atividades físicas aceleram o metabolismo e a queima de gordura e estimulam a liberação de endorfina, o que nos deixa mais dispostas e felizes pelo restante do dia.

Além disso, fazer exercícios pela manhã colabora para você dormir melhor, enquanto praticá-los à noite nos deixa mais agitadas e pode atrapalhar a qualidade do seu sono.

7. O relógio biológico vai trabalhar a seu favor

Nosso organismo está sujeito ao ciclo circadiano, ou seja, nosso relógio interno que controla o sono, a vigília, o apetite, a temperatura do corpo e a produção de alguns hormônios, entre outras funções fisiológicas.

E o que controla o ciclo circadiano é a luz, que regula a produção dos hormônios melatonina e cortisol. A melatonina é produzida à noite, quando escurece, e ela é responsável por nos deixar mais sonolentas, enquanto o cortisol é produzido em resposta à luz matutina, nos fazendo despertar e entrar em estado de vigília.

Por isso, mesmo que você goste de acordar mais tarde, levantar e dormir cedo faz com que seu corpo funcione de acordo com o relógio biológico natural dos seres humanos. Como resultado, seus períodos de atividade e de descanso são mais bem aproveitados.

8. Você termina seu dia mais feliz

Como você teve algumas horas para fazer o que você queria no começo da manhã, ao chegar em casa depois do trabalho você terá a sensação de dever cumprido, o que te dará mais motivação para continuar seus projetos dia após dia e evitar aquele sentimento de “recuperar o tempo perdido” de quando se está sempre atrasada.

Além disso, se ainda houver um tempinho antes do horário de ir para a cama, você poderá aproveitar para relaxar assistindo a um filme ou à sua série preferida. E isso, claro, vai te deixar muito mais feliz, pois será possível conciliar seus compromissos e suas atividades de lazer.

Portanto, mesmo que você não consiga acordar exatamente às 5 horas, vale a pena tentar adiantar seu despertador aos poucos e, gradualmente, passar a acordar mais cedo. Você vai gostar das mudanças positivas na sua vida!

(Dicas de Mulher) 

 

Distúrbio alimentar: muito mais do que problema com comida

70 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de algum tipo de transtorno alimentar.

Os distúrbios alimentares, anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno de compulsão alimentar e suas variantes, apresentam distúrbios sérios no comportamento alimentar e na regulação do peso. Eles estão associados a consequências psicológicas, físicas e sociais.

Uma pessoa com um transtorno alimentar pode começar comer quantidades menores ou maiores de alimentos, mas em algum momento, o seu desejo de comer menos ou mais passam a ficar fora de controle.

Dificuldade grave ou preocupação com o peso ou forma corporal, ou esforços extremos para gerenciar o peso ou consumo de alimentos, também podem caracterizar um transtorno alimentar.

Segundo a dra. Luana Harada, psiquiatra do Hospital Santa Mônica, transtornos alimentares são doenças reais e tratáveis. Eles coexistem com frequência com outras doenças como depressão, abuso de substâncias ou distúrbios de ansiedade.

Estatísticas gerais

Pelo menos 30 milhões de pessoas de todas as idades e gêneros sofrem de um transtorno alimentar nos EUA. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH, na sigla em inglês) 70 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de algum tipo de transtorno alimentar.

Em estudos de longo prazo o índice de mortes provocado por esses transtornos é alto: entre 18% e 20%. A cada 62 minutos, pelo menos, uma pessoa morre como resultado direto de um transtorno alimentar. Os transtornos alimentares têm a maior taxa de mortalidade de qualquer doença mental.

13% das mulheres com mais de 50 anos se envolvem em comportamentos de transtorno alimentar. Os transtornos alimentares afetam todas as raças e grupos étnicos.

Genética, fatores ambientais e traços de personalidade se combinam para criar risco de transtorno alimentar.

Quais são os diferentes tipos de distúrbios alimentares?

Anorexia Nervosa

Muitas pessoas com anorexia nervosa se enxergam com excesso de peso, mesmo quando elas estão claramente abaixo do peso. O ato de controlar a comida e o peso se tornam obsessões.

As pessoas com anorexia nervosa normalmente se pesam repetidamente, colocam alimentos cuidadosamente e comem quantidades muito pequenas de apenas certos alimentos.

Algumas pessoas com anorexia nervosa também podem se envolver em compulsão seguido de dieta extrema, exercício excessivo, vômito auto induzido ou mau uso de laxantes ou diuréticos.

Os sintomas da anorexia nervosa incluem:• Manter peso corporal extremamente baixo;• Manter severa restrição alimentar;• Pensamento implacável de magreza e falta de vontade para manter um peso normal;• Intenso temor de ganhar peso;• Imagem distorcida do corpo e autoestima fortemente influenciada pelas percepções;• Falta de menstruação entre meninas e mulheres.

Algumas pessoas que têm anorexia nervosa se recuperam com o tratamento e não apresentam mais os sintomas. Outras, no entanto, podem ficar bem, mas ter recaídas. Outros ainda podem ter uma forma mais crônica ou duradoura de anorexia nervosa, em que sua saúde declina enquanto combatem a doença.

Bulimia nervosa

As pessoas com bulimia nervosa têm episódios recorrentes e frequentes de comer de forma incomum grandes quantidades de alimentos e sentir uma falta de controle sobre esses episódios. Esta compulsão alimentar é seguida por um comportamento que compensa o excesso de comida, como o vômito forçado, uso excessivo de laxantes ou diuréticos, jejum, exercício excessivo ou uma combinação desses comportamentos.

Ao contrário da anorexia nervosa, as pessoas com bulimia nervosa geralmente mantêm o que é considerado um peso saudável ou normal, enquanto alguns estão ligeiramente acima do peso. Mas, como pessoas com anorexia nervosa, muitas vezes temem ganhar peso, querem desesperadamente perder peso e estão intensamente infelizes com o tamanho e a forma do seu corpo.

Normalmente, o comportamento bulímico é feito secretamente porque muitas vezes é acompanhado por sentimentos de desgosto ou vergonha. A compulsão alimentar e o ciclo de purga podem acontecer em qualquer lugar, várias vezes por semana, muitas vezes ao dia.

Transtorno de compulsão alimentar

As pessoas com distúrbios compulsivos perdem o controle sobre a alimentação. Ao contrário da bulimia nervosa, os períodos de compulsão alimentar não são seguidos por comportamentos compensatórios como a purga, exercício excessivo ou jejum.

Como resultado, as pessoas com transtorno compulsivo estão frequentemente com excesso de peso ou obesidade. As pessoas com transtorno compulsivo que são obesos têm maior risco para desenvolver doenças cardiovasculares e hipertensão arterial. Também experimentam culpa, vergonha e angústia sobre a compulsão, o que pode levar a uma compulsão excessiva.

Como são tratados tratamentos alimentares?

Os objetivos típicos do tratamento incluem restaurar a nutrição adequada, trazendo o peso para um nível saudável, reduzindo o exercício excessivo e interrompendo a compulsão e comportamentos de purga.

Formas específicas de psicoterapia, ou terapia – incluindo uma terapia familiar e cognitiva e abordagens comportamentais – demonstraram ser úteis para o tratamento de distúrbios alimentares. A evidência também sugere que os medicamentos antidepressivos podem ajudar na bulimia nervosa e também pode ser eficaz para o tratamento de ocorrência da ansiedade ou depressão para outros distúrbios alimentares.

Os planos de tratamento geralmente são adaptados às necessidades individuais e podem incluir um ou mais do seguinte:

• Psicoterapia individual, grupal ou familiar;

• Cuidados médicos e monitoramento;

• Aconselhamento nutricional;

• Medicamentos (por exemplo, antidepressivos).

Alguns pacientes também podem precisar ser internados para tratar problemas causados por desnutrição ou para garantir que eles comam o suficiente se tiverem muito baixo peso. A recuperação completa é possível.

(Notícias ao Minuto) 

Asma infantil: sintomas, tratamentos e causas

O que é Asma infantil?

Asma é uma doença crônica em que as vias aéreas ficam inflamadas. A asma infantil quadro é mais preocupante, pois suas vias respiratórias tem um calibre menor do que a dos adultos, portanto qualquer inflamação pode ser mais prejudicial e impedir a passagem de ar. Por isso mesmo, a asma infantil costuma causar mais hospitalizações e visitas à emergência do que a asma em adultos.

Causas

Ninguém sabe exatamente o que provoca asma infantil, uma vez que cada pessoa apresenta uma sensibilidade a gatilhos diferentes. Dessa forma, é importante entender o que causa seus ataques de asma e tentar reduzir a exposição a esses agentes ou buscar tratamentos mais adequados. Aqui estão os gatilhos mais comuns da asma:

Substâncias e agentes alérgenos

Cerca de 80% das pessoas com asma sofrem crises quando expostas a alguma substância transportada pelo ar, como ácaros e poeira, poluição, pólen, mofo, pelos de animais, fumaça de cigarro e partículas de insetos. Substâncias químicas como tinta, desinfetantes e produtos de limpeza também podem desencadear uma crise. Quando aspirados, esses agentes podem irritar os brônquios, levando a uma crise. Infecções virais, como o resfriado comum ou a gripe, também constituem causa importante para o desencadeamento de uma crise de asma.

Alimentação

Alergias alimentares podem causar crises de asma infantil. Os alimentos mais comuns associados com sintomas alérgicos são:

  • Ovos
  • Leite de vaca
  • Amendoins
  • Soja
  • Trigo
  • Peixe
  • Camarão e outros crustáceos
  • Saladas e frutas frescas.

Alguns conservantes e aditivos acrescentados dos alimentos industrializados também podem desencadear uma crise de asma.

Asma noturna

Asma noturna é um tipo comum da doença. Se seu filho tem asma infantil, as chances de sofrer uma crise são muito mais elevadas durante o sono, porque a asma é fortemente influenciada pelo ritmo circadiano (ciclo biológico que regula as funções do nosso corpo, geralmente de acordo com a luz do sol). Acredita-se que a asma noturna acontece devido ao aumento da exposição aos alérgenos, ao resfriamento das vias aéreas, a posição reclinada ou até mesmo pelas secreções hormonais.

Se seu filho tem asma infantil, observe se os sintomas pioram quando a noite avança. Caso isso aconteça, procure um médico para descobrir as causas das crises de asma e buscar o tratamento mais adequado.

Mudanças de temperatura

O choque de temperaturas é uma mudança bastante agressiva para quem tem as vias respiratórias mais sensíveis, como as crianças com asma infantil. Além das crises de asma, é comum haver piora de rinite ou tosse. A mudança do calor para o frio pode desencadear uma resposta na mucosa brônquica que, por meio de estímulos nos receptores nervosos de temperatura ou pela liberação de substâncias alergênicas, pode desencadear uma crise.

Sintomas de Asma infantil

A asma infantil tem os mesmos sintomas da asma dos adultos, só que muitas vezes eles são agravados, devido ao calibre menor das vias aéreas das crianças. Entre os sintomas mais comuns da asma infantil encontramos:

  • Dificuldade em respirar
  • Tosse frequente
  • Sibilos e chiado no peito
  • Respiração encurtada
  • Congestão no peito
  • Fadiga constante
  • Dor no peito, principalmente em crianças menores.

Muitas vezes a criança pode sentir dificuldade para acompanhar o ritmo dos amigos em brincadeiras e exercícios.

Alguns sintomas indicam situações de emergência, como:

  • Lábios e rosto de cor azulada
  • Nível diminuído de agilidade, como sonolência grave ou confusão, durante um ataque de asma
  • Extrema dificuldade de respirar
  • Pulsação rápida
  • Ansiedade grave devido à deficiência respiratória
  • Sudorese.

Diagnóstico de Asma infantil

O principal para o diagnóstico de asma infantil é a história do paciente e os exames subsidiários. Crianças menores de seis anos ainda não tem seu sistema respiratório plenamente desenvolvido, portanto é difícil ter um diagnóstico preciso da asma infantil antes dessa idade.

Crianças maiores podem ser submetidas aos mesmos exames que os adultos. Veja quais são eles:

Função pulmonar

No teste de função pulmonar, você assopra em um tubo ligado a um computador que vai medir a função dos pulmões. Se o paciente estiver tendo uma crise de asma naquele momento, ele assopra no tubo uma primeira vez, e novamente após usar um broncodilatador. O seu médico lhe dará instruções sobre como controlar a respiração corretamente. Se a função pulmonar estiver alterada no primeiro resultado e estabilizada no segundo, tem-se um diagnóstico de asma.

Entretanto, muitas vezes o asmático chega ao médico contando uma história típica de asma, mas o exame dá normal, pois ele não está em crise. Nesses casos, o médico pode solicitar a chamada broncoprovocação, ou seja, expõe o paciente a um agente inflamatório em nível controlado e observa. Se ele iniciar uma crise, é muito suspeito para a asma, confirmando após o término do exame.

Espirometria

Esse teste avalia o estreitamento dos seus brônquios, verificando a quantidade de ar que você pode exalar depois de uma respiração profunda e quão rápido você pode colocar o ar para fora. O exame de espirometria se encontra dentro do exame de função pulmonar. Caso os seus pulmões não estejam inspirando todo o ar que deveriam, é um sinal de que seus pulmões podem não estar funcionando bem.

Exames adicionais

Outros testes para diagnosticar a asma incluem:

Teste de óxido nítrico: embora pouco usado, esse teste mede a quantidade do gás óxido nítrico que você tem em sua respiração. Quando as vias aéreas estão inflamadas um sinal de asma você pode ter níveis maiores de óxido nítrico do que pessoas saudáveis

Exames de imagem: radiografia de tórax e tomografia computadorizada (TC) dos seus pulmões e cavidades do nariz podem identificar quaisquer anormalidades estruturais ou doenças que estejam causando ou agravando problemas respiratórios.

Gasometria arterial: a gasometria arterial mede o pH e os níveis de oxigênio e gás carbônico no sangue de uma artéria. Esse exame é utilizado para verificar se os seus pulmões são capazes de mover o oxigênio dos alvéolos para o sangue e remover o dióxido de carbono do sangue.

Tratamento de Asma infantil

Prevenção e controle são a chave para impedir que os ataques de asma infantil comecem. As medicações de uso contínuo servem para minimizar a sensibilidade e a inflamação as quais os brônquios da criança asmática estão sujeitos, fazendo com que os pulmões reajam com menos intensidade aos agentes irritantes, como poeira e ácaros. Diferente dos broncodilatadores, que apenas revertem o quadro de contração do brônquio, os medicamentos contínuos funcionam para evitar que essas reações aconteçam. Veja as linhas de tratamento para a asma infantil:

Medicamentos contínuos

Os medicamentos da asma infantil perfeitos para o perfil do seu filho dependem de uma série de coisas, incluindo sua idade, seus sintomas, seus gatilhos de asma e o que parece funcionar melhor para manter a sua doença sob controle. Os medicamentos preventivos de controle em longo prazo reduzem a inflamação nas vias aéreas, impedindo que os sintomas se iniciem. Os medicamentos contínuos, geralmente tomados diariamente, são a base do tratamento da asma infantil. Eles incluem:

  • Corticosteroides inalados: essa classe de medicamentos inclui fluticasona, budesonida, mometasona, ciclesonida, flunisolide, beclometasona e outros. Seu filho pode precisar usar esses medicamentos durante vários dias ou semanas antes que eles atinjam o seu máximo benefício. Ao contrário de corticosteroides orais, esses medicamentos têm um risco relativamente baixo de efeitos colaterais e são geralmente seguros para uso contínuo, uma vez que agem diretamente nos pulmões, em vez de passarem primeiro pela corrente sanguínea. As inalações são feitas com inaladores portáteis, por meio de sprays ou em forma de pó – esse último inalado por meio de um instrumento próprio. O tempo de ação pode ser de quatro, 12 ou 24 horas, e o espaço entre as inalações varia conforme esse intervalo. Mais de 95% dos casos de asma podem ser controlados com o uso de corticoides
  • Modificadores de leucotrienos: são medicamentos orais, incluindo o montelucaste, zafirlucast e zileuton. Eles podem ser encontrados em forma de comprimidos, xaropes ou sachês. Eles interferem no processo inflamatório dos pulmões, e raramente são usados de forma isolada, sendo associado ao uso de corticoides. As doses e intervalos de utilização variam conforme o caso e a associação de medicamentos que está sendo feita
  • Beta-agonistas de longa duração: são medicamentos inaláveis, e incluem salmeterol e formoterol. Sua função é abrir as vias aéreas – ou seja, é um broncodilatador. Normalmente são usados em associação com corticosteroides – chamados assim de inaladores de combinação. Esses medicamentos não devem ser usados durante um ataque de asma
  • Teofilina: a teofilina funciona principalmente como broncodilatador, mas possui efeito anti-inflamatório, sendo também associada aos corticoides. O medicamento deve ser ministrado a cada 12 horas, e as doses também variam conforme o paciente.

Convivendo/ Prognóstico

A asma infantil pode ser um desafio e estressante. Às vezes seu filho pode ficar frustrado, irritado ou deprimido porque precisa cortar suas atividades habituais para evitar os gatilhos. Ele também pode se sentir limitado ou constrangido com os sintomas da doença e por rotinas de gestão complicadas. Mas a asma infantil não tem de ser uma condição limitante. A melhor maneira de superar a ansiedade e uma sensação de impotência é entender sua condição e tomar o controle de seu tratamento. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:

Converse com outras pessoas

Fóruns e outros grupos na internet podem ser usados para trocar experiências sobre a asma infantil, além de ajudá-lo a se conectar com pessoas que enfrentam desafios semelhantes. Se seu filho tem asma infantil, tente concentrar a atenção nas coisas que seu filho pode fazer, e não sobre as coisas que ele ou ela não podem fazer. Envolver professores, enfermeiras escolares, treinadores, amigos e parentes podem ajudar seu filho a controlar a asma.

Evite seus gatilhos

Tomar medidas para reduzir a sua exposição a coisas que provocam sintomas de asma é uma parte fundamental do controle da asma. Manter a casa sempre limpa, evitar o acúmulo de poeira e deixar algumas atividades de lado podem ajudar a prevenir uma crise.

Faça exercícios

Ter asma não significa que você não pode se manter ativo. Inclusive, a atividade pode prevenir ataques de asma e fortalecer seu coração e pulmões. Além disso, os exercícios ajudam no controle do peso, que podem piorar um ataque de asma.

Controle as doenças relacionadas

Alergias e a doença do refluxo gastroesofágico podem provocar ataques de asma. Se esse for o caso, tente tratar esses problemas antes de tratar a asma infantil.

Prevenção

A asma infantil em si não pode ser prevenida, uma vez que é decorrente de uma inflamação dos brônquios sem causa aparente. Entretanto, é possível controlar as crises e ter uma qualidade de vida melhor:

Teste para alergias

Os testes para alergias respiratórias são feitos para detectar qual é o agente causador da asma. Entram nessa lista ácaros, fungos, mofo, pelos de animais, entre outros. Com o teste, é possível evitar a exposição ao agente, prevenindo crises. Além disso, é comum que a asma esteja associada a outras doenças alérgicas, como a rinite alérgica e o eczema. Controlando os causadores dessas alergias é possível evitar crises asmáticas.

Não trate apenas a crise

É muito importante lembrar que a asma infantil é uma doença crônica cujo tratamento, nos casos de asma persistente, deve ser contínuo, mesmo que não existam sintomas. Esse tratamento consiste no uso de corticoide inalatório diariamente, em doses que deverão ser determinadas pelo médico. O uso irregular dos medicamentos que controlam a asma é uma das causas mais comuns de crises. O paciente não deve ter receio de usar a medicação diária da asma.

Garanta as doses de vitamina D

A carência da vitamina D está sendo relacionada a uma série de doenças do aparelho imunológico e a asma é uma delas. O papel da vitamina D na importância do tratamento da asma é recente. Estudos apontam que a deficiência do nutriente pode aumentar os riscos de doenças pulmonares mais graves em crianças. De qualquer forma, vale a pena ressaltar que a principal fonte de vitamina D é a exposição solar, que dever ser feita por cerca de 15 minutos, três vezes por semana. Ovos, manteiga, iogurtes e peixes, como atum e sardinha, são fontes da vitamina.

Aposte na higiene

Mofo, pelos de animais, insetos, ácaros e poeira domiciliar devem ser cuidadosamente eliminados. É importantíssimo que a roupa de cama seja lavada semanalmente e secada ao sol. Também é recomendado o uso de fronhas e capas de colchão antiácaros, que diminuem a possibilidade de crises. Podem ser usados até produtos de limpeza que matam os ácaros, mas nunca na presença do asmático. O carpete deve ser substituído por outros tipos de piso, tapetes devem ser retirados do quarto e umidificadores devem ser banidos, já que a umidade favorece o aparecimento de alguns alérgenos.

Evite cheiros fortes

Velas, sprays aromatizadores e essências. Esses produtos podem até deixar sua casa perfumada, mas são um perigo para quem tem asma. Cheiros fortes e fumaça irritam as vias aéreas e podem desencadear crises de asma. Se você é ou tem algum familiar asmático, elimine todos esses produtos ou, pelo menos, opte por versões que não possuem aroma.

Entre em forma

Existem algumas evidências de pessoas asmáticas com obesidade que conseguiram controlar melhor a asma ao perder peso. Uma teoria é a de que os pulmões de indivíduos com obesidade não se expandem como deveriam, o que predispõe o estreitamento dos brônquios. A inflamação do tecido adiposo causada pela obesidade também pode afetar a musculatura das vias aéreas, aumentando a resposta inflamatória e estreitando os canais da via aérea, o que levará a uma crise asmática. Outro ponto é que os hormônios liberados pela gordura – como a leptina e a adiponectina – podem agir na árvore brônquica causando os mesmos efeitos.

Uma pessoa com asma pode e deve praticar esportes, mas, para isso, a doença precisa estar controlada com o tratamento. Isso porque a desidratação das vias aéreas, em função da sudorese e do aumento constante do fluxo de ar, podem desencadear uma crise se a doença não estiver controlada. Outro mecanismo que pode levar a uma crise é o da variação de temperatura nas vias aéreas, principalmente se o ar é inspirado pela boca e atinge as vias aéreas a uma temperatura mais baixa – o que pode piorar se temperatura ambiente está mais baixa.

Por outro lado, manter uma boa hidratação e exercitar-se em ambiente saudável e com temperatura adequada ajudam a tornar a prática esportiva menos perigosa. Se mesmo assim ainda ocorrerem crises de asma, um tratamento com broncodilatadores antecedendo a atividade física e indicado pelo médico tende a controlar bem os sintomas.

Cuide do pet

Se o contato com animais não te faz bem, seria aconselhável, no mínimo, não tê-los na sua própria casa. Mas, se isso está fora de cogitação, pelo menos não deixe que ele entre ou durma no seu quarto. Outra medida importante é dar banho no animal pelo menos uma vez a cada duas semanas. O local em que o pet permanece a maior parte do tempo deve ser limpo toda semana.

Agasalhe-se

É normal que, ao passar de um ambiente fechado para um externo, com ar frio, o alérgico logo apresente reações do sistema respiratório, como espirros e inchaço nasal. Por isso, o ideal é sempre sair de casa bem agasalhado e com um cachecol ou lenço cobrindo o nariz para que o ar gelado não entre em contato direto com ele.

Fatores de risco

Histórico familiar

A asma infantil é uma doença que tem em seu bojo características genéticas. Pessoas com casos de alergias na família tem uma predisposição genética para desenvolver quadros alérgicos no geral, e o relacionado ao pulmão é a asma.

Histórico de alergias

A asma infantil é uma doença caracterizada pela presença de uma reação exagerada das vias aéreas, ou seja, por um mecanismo de defesa aumentado. Esse é o pano de fundo em outras alergias, desde respiratórias até cutâneas. Dessa forma, uma pessoa que tenha algum tipo de alergia tem uma maior predisposição a ter outros tipos, dentre eles a asma, uma vez que seu corpo tende a reagir de forma excessiva aos estímulos externos.

Obesidade

Crianças com obesidade tem maior risco de asma infantil. Isto ocorre porque a obesidade desencadeia uma série de processos inflamatórios – e a asma nada mais é do que um processo inflamatório em nossos brônquios. A obesidade é uma “facilitadora” desse processo.

Baixo peso ao nascer e hábitos da gravidez

Os bebês filhos de mães tabagistas tem menor peso, devido aos infartos que o cigarro causa na placenta, dificultando a nutrição do bebê durante a vida intrauterina. Apesar de alguma controvérsia, existe uma relação entre baixo peso ao nascer e asma até os cinco anos de idade. Isso acontece porque o pulmão só se forma plenamente no fim de gestação. Por isso o bebê prematuro tem mais risco de ter quadros inflamatórios no pulmão. É importante ressaltar que só podemos dizer que uma criança é asmática após os dois anos de vida. Antes disso ela é um bebê chiador.

Outros comportamentos durante a gestação aumentam o risco de o bebê ter alergia, tais como dormir mal, transtorno de ansiedade e depressão.

Expectativas

Não há cura para asma, embora os sintomas das crianças tendam a melhorar ao longo do tempo, principalmente com o amadurecimento de suas vias respiratórias. Com autogerenciamento e tratamento apropriados, a maioria das pessoas com asma pode levar uma vida normal.

Diagnóstico e Exames

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar a asma infantil são:

  • Pediatra
  • Pneumologista.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quais os principais sintomas que seu filho apresenta?
  • Há quanto tempo seu filho vem sentido esses sintomas?
  • Quão severos são os sintomas do seu filho?
  • Seu filho apresenta problemas respiratórios sempre, ou só em certas situações?
  • Seu filho tem alergias, como dermatite atópica ou rinite?
  • Existe algo que pareça piorar os sintomas da criança?
  • Existe algo que pareça melhorar os sintomas da criança?
  • Existem casos de alergia ou asma na família?.

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para asma infantil, algumas perguntas básicas incluem:

  • É asma a causa mais provável dos problemas respiratórios do meu filho?
  • Quais são as outras causas possíveis para estes sintomas?
  • Que tipos de testes que meu filho precisa?
  • Esta condição provavelmente temporária ou crônica?
  • Qual é o melhor tratamento?
  • Quais são as alternativas para a abordagem primária que você está sugerindo?
  • Meu filho tem essas outras condições de saúde. Qual a melhor forma de gerenciá-las juntas?
  • Existem restrições que meu filho precisa seguir?
  • Existe uma alternativa genérica para o medicamento que você está prescrevendo?
  • Há algum livro ou outro material impresso que eu posso levar para casa comigo? Quais sites você recomenda visitar?.

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Buscando ajuda médica

É importante marcar uma consulta médica quando a criança apresentar os sintomas da asma infantil, como dificuldade para respirar, chiado no peito, tosse constante e fadiga.

Em caso que a criança tiver uma crise de asma, que envolve dificuldade extrema em respirar, pulsação rápida e sonolência, entre outros, procure por um atendimento de emergência.

(Minha Vida)