domingo, 22 abril, 2018

Mitomania: conheça a mentira patológica

O dia 1º de abril é conhecido como o Dia da Mentira, ocasião em que pessoas pregam “peças” e inventam histórias entre amigos. A verdade é que, todo mundo mente para evitar situações constrangedoras ou até mesmo para agradar alguém, e essas pequenas mentiras fazem com que a prática seja socialmente aceita.

A partir do momento em que as invenções se tornam permanentes e o indivíduo passa a vivenciá-las, a situação pode se reverter para um transtorno chamado mitomania.

De acordo com a psicóloga Sarah Lopes, do Hapvida Saúde, a mitomania é um quadro psiquiátrico, e pessoas próximas devem fazer o alerta, já que muitos que possuem a doença não estão cientes de suas criações.

“O distúrbio envolve uma mania por mentiras, mesmo que não haja necessidade alguma. Semelhante ao quadro compulsivo, o sujeito, na maioria das vezes, não percebe que está mentindo”, explica.

O hábito obsessivo e excessivo se difere da prática consciente. “O mentiroso compulsivo é aquele que sempre cria algo diferente da realidade. E, mesmo diante da verdade, não se convence e cria novas histórias para tentar corrigir o lapso anterior”, descreve a especialista.

O mitomaníaco tem como sintoma, mentir sem necessidade e com objetivos aparentemente supérfluos para enaltecimento próprio, criando ou valorizando excessivamente os fatos.

A especialista ressalta que apesar da mentira não ser levada à sério, a doença existe: “a mitomania pode ser vista até como brincadeira, muitas vezes acaba sendo a marca registrada de alguém, mas, é um transtorno psiquiátrico e deve ser tratado”.

A partir de avaliação clínica é feito o diagnóstico para iniciar o tratamento, e a família e amigos podem contribuir com informações para identificação do problema. O tratamento dependerá do grau da patologia. Na maioria das vezes a psicoterapia pode ser eficiente, porém nos casos graves, recomenda-se o uso de psicotrópicos.

(Notícias ao Minuto) 

 

Conheça os diferentes impactos da endometriose e como superá-los

Apesar da endometriose ser uma doença frequente, o tempo para o diagnóstico ainda é muito elevado: cerca de sete anos após o aparecimento dos primeiros sintomas, de acordo com estudos internacionais. A longa espera, geralmente marcada por consultas a médicos não habituados a lidar com a doença, expõe as portadoras a um verdadeiro calvário, com impacto negativo na qualidade de vida.

O sofrimento é emocional e, ainda mais evidente, físico. A endometriose causa dores muitas vezes incapacitantes, dores nas relações sexuais, desconforto ao evacuar e urinar, infertilidade e até mesmo dores na região lombar e nas coxas. Em alguns episódios, a falta de tratamento pode levar a problemas mais graves, como o de obstrução intestinal, se houver comprometimento extenso do intestino, e a perda das funções renais, caso a bexiga e os ureteres sejam prejudicados.

O segundo martírio, não em ordem de importância, porque comparações desse tipo são descabidas, é o mental. Muitas mulheres com endometriose relatam ter sido chamadas de exageradas ou ?frescas? por pessoas próximas, inclusive outras mulheres que sustentam o mito de que dor na menstruação é normal e que não compreendem que a intensidade das cólicas de quem tem a doença é muito mais elevada.

Há ainda os prejuízos profissionais, acadêmicos e sociais – devido à possibilidade de afastamento das atividades por conta das dores – e, eventualmente, na vida amorosa, em função das já citadas dificuldades para engravidar e pelas dores nas relações sexuais. Tudo isso faz com que a depressão seja relativamente comum entre as portadoras.

Volta por cima

Felizmente, a qualidade de vida da mulher com endometriose pode ser restabelecida caso ela seja atendida por um ginecologista apto a fazer o diagnóstico e o tratamento adequado, seja por meio do tratamento hormonal (apenas para controle temporário da dor) ou de procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos, como a videolaparoscopia ou, mais recentemente, a robótica.

É importante destacar que a possibilidade de recaída existe e que talvez seja necessário fazer ajustes no tratamento. No entanto, algumas medidas podem ser de grande valia para a redução do desconforto. São elas a prática de exercícios físicos, não fumar, evitar o máximo situações estressantes, realizar sessões de acupuntura e de fisioterapia e adotar uma alimentação balanceada.

Nesse sentido, recomenda-se o consumo de alimentos ricos em ômega 3, a exemplo da sardinha, atum, salmão, castanhas e amêndoas. Reduzir açúcares e evitar adoçantes (preferir stévia, quando necessário); priorizar hortaliças, carnes magras, ovos, queijo cottage, azeite de oliva, feijões e frutas como caju, goiaba, limão e abacate – todas capazes de reduzir a resposta inflamatória no organismo. Óleos hidrogenados, sal refinado comum e temperos prontos também devem ser evitados sempre que possível.

(Minha Vida) 

 

5 formas de pedir mais espaço em um relacionamento sem magoar o/a outro(a)

É importante que cada um tenha sua individualidade e seu tempo sozinho

Quando um relacionamento está começando e você ainda está conhecendo o seu parceiro, pode ser difícil imaginar querer ficar longe… Mas, quanto mais tempo um casal estiver junto, mais você perceberá que é bom ter um tempo separado, só seu, para fazer suas próprias coisas.

Todos nós, ocasionalmente, precisamos de um tempo sozinho para relaxar ou para estar com alguns amigos e familiares. E, embora isso seja essencial para manter o relacionamento saudável, saber como pedir esse espaço não é tarefa fácil. Para quem ouve pode parecer até assustador.

Veja cinco dicas de especialistas para ter uma conversa sem complicações e conseguir que os dois tenham algum tempo para si mesmos.

1. Estabeleça o tempo ideal para você

Se você precisa de um fim de semana ou apenas de uma hora para esfriar a cabeça ou fazer outras coisas, certifique-se de deixar isso claro para o parceiro. “Eu preciso de uma caminhada ao redor do quarteirão. Quero passar o fim de semana na casa dos meus pais. Quero alugar um apartamento por seis meses em outra cidade”. Diga sempre quanto tempo será e o que você pretende fazer. Ter essa clareza deixa a outra parte mais segura.

2. Explique seus sentimentos

Sempre que você precisa se comunicar sobre algo difícil em seu relacionamento, explique seus sentimentos e os motivos que te levaram a tomar tal decisão. É uma maneira simples de mostrar ao outro que a necessidade de espaço não é um reflexo de seus sentimentos ou do relacionamento, mas sim uma decisão pessoal. “Preciso de espaço porque preciso descobrir / descansar / organizar meus pensamentos / escrever / trabalhar neste projeto”…

3. Ouça as preocupações do parceiro(a)

Naturalmente seu parceiro(a) pode ter algumas dúvidas sobre seu pedido. Em vez de desconsiderar seus sentimentos ou dar uma resposta vaga (“não se preocupe, vai ficar tudo bem”), ouça as preocupações específicas, os medos, as ansiedades e, se tiver sentido para você, faça um plano para compromissos juntos no futuro.

4. Lembre-se que você é individual antes de ser parceiro

Se você é o único que pede espaço ou o que está sendo solicitado por espaço, é importante ter em mente que tanto você como o parceiro(a) são indivíduos com necessidades diferentes, e não extensões um do outro. Isso é vital para a longevidade dos relacionamentos. Saiba que nem sempre a necessidade do outro é sobre você.

5. Busque o equilíbrio

Quando se trata de pedir espaço, pode ser difícil saber o quanto é demais (ou muito pouco). Não existe uma quantidade certa, até porque cada um pode estar em um momento diferente. Por isso é importante conversar e ver o tempo que cada um vê como necessário.

Lembre-se sempre que uma pessoa não pode satisfazer todas as necessidades de outra pessoa e o desejo seu ou do seu parceiro/parceira de ter espaço é necessário para cada um cuidar de si mesmo e retornar mais forte e reabastecido.

O mais importante é que os dois saibam deixar claro sobre o tipo de espaço que quer/precisa, o quanto você e ele/ela se sentem confortáveis com isso e o que significa esse desejo por um tempo.

(Dicas de Mulher) 

10 itens da sua casa que são muito sujos e merecem mais atenção

Alguns objetos são cheios de bactérias e vírus que causam alergias e gripes

Você provavelmente considera sua casa limpa, especialmente cômodos como a cozinha e o banheiro. Mas saiba que esses não são os lugares mais sujos. Há alguns itens que você talvez nunca tenha imaginado, mas que podem comprometer a limpeza do ambiente.

Além da boa aparência da casa, manter as coisas limpas é importante para evitar problemas de saúde, como alergias e gripes que surgem com a propagação de vírus e bactérias nocivas.

Por isso, tenha atenção a alguns itens domésticos que você usa todos os dias, mas que costumam ser negligenciados na hora da limpeza. Cuidar deles da forma correta é essencial. Veja 10 itens que são mais sujos do que o seu banheiro:

1. Telefone celular

De acordo com o The Health Site, o seu próprio telefone é o item mais sujo que você possui. Mais sujo até que um assento no banheiro. Há estudos que mostram que 92% dos telefones possuem bactérias, sendo 16% as bactérias encontradas nas fezes. Além disso, como a tela geralmente é quente, as bactérias se transferem não apenas para os dedos, mas também para o rosto, incluindo os olhos, nariz, orelhas e lábios. A dica é limpar com álcool diariamente e parar de levar o telefone para o banheiro.

2. Teclado do computador

Além do seu telefone, seu computador provavelmente é algo que você usa todos os dias. E muitas pessoas nunca limpam o teclado. Mas, segundo um estudo publicado pela CBT Nuggets, o teclado é 20 mil vezes mais sujo que o banheiro. Por isso, certifique-se de limpar o teclado e o mouse regularmente.

3. Maçanetas

Seja em casa ou no trabalho, é quase impossível evitar tocar uma maçaneta da porta. E maçanetas são alguns dos itens mais negligenciados quando se trata de limpeza. Em edifícios públicos são os itens mais contaminados. E, se você não lavar as mãos antes de voltar para casa e tocar suas próprias maçanetas, estará levando vírus contagiosos para sua casa. Então, na hora da faxina, lembre-se de limpá-las do lado de dentro e de fora.

4. Almofadas

O Daily Mail informou que as almofadas e os travesseiros são um perigo, pois estão cheios de pele morta, insetos e ácaros. A boa notícia é que a maioria dos travesseiros podem ser colocados na máquina de lavar. Então, na próxima vez que você trocar a roupa de cama, não se esqueça de lavar seus travesseiros também.

5. Tábuas de corte

As tábuas usadas na cozinha para cortar carnes e vegetais, segundo um estudo divulgado pelo Reader’s Digest, contém 200 vezes mais matéria fecal do que um assento de vaso sanitário. A solução é reforçar a higiene deste utensílio.

6. Máquina de lavar

As roupas limpas não podem ser consideradas realmente limpas. E a culpa é da máquina de lavar. Como elas estão quase sempre molhadas, se tornam o ambiente perfeito para bactérias. Uma dica é limpar a máquina com alvejantes pelo menos uma vez por mês.

7. Carpetes

Não há nada mais nojento que os carpetes, especialmente em casas ou apartamentos que recebem muita gente. De acordo com o Reader’s Digest, uma média de 200 mil bactérias vivem em cada centímetro quadrado de carpetes, o que é 700 vezes maior que um assento no banheiro. Se você não quer abrir mão dos carpetes, certifique-se de limpá-los profundamente pelo menos uma vez por ano. Você também pode usar tapetes descartáveis para cobrir um carpete sujo antigo.

8. Bolsa

Sua bolsa é 10 vezes mais suja que um assento no banheiro do escritório, de acordo com o Reader’s Digest. Uma das razões pelas quais esse objeto vive cheio de germes é o fato de você às vezes colocá-lo no chão em banheiros, restaurantes ou mesmo no transporte público. Então, sempre que possível, mantenha a bolsa fora do chão e limpe-a todos os dias para reduzir o risco de transferir bactérias para sua casa.

9. Escova de dentes

Você se lembra a última vez que lavou o cabo da escova de dentes? Possivelmente você não o limpa de forma suficiente. Um estudo da organização independente de saúde NSF International descobriu que eles contêm bactérias nocivas e mofo. Fique atenta!

10. Esponjas de cozinha

Não adianta ter pratos limpos se eles foram lavados com uma esponja suja. Esse provavelmente é o item mais sujo de uma casa, com centenas de milhões de bactérias. A NSF International observou que, de um modo geral, as cozinhas têm mais germes do que banheiros. Por isso a esponja deve ser substituída com frequência, além de ser lavada regularmente na máquina de lavar louças ou mesmo de lavar roupas.

A boa notícia é que você pode resolver facilmente todos esses problemas que foram apontados parando de negligenciar esses itens na hora da limpeza. Em apenas alguns minutos é possível limpar o telefone, teclado e maçaneta, diariamente, e se organizar para as demais tarefas, evitando bactérias que podem causar doenças.

(Dicas de Mulher)

O que é a síndrome da progenitora tóxica?

Jill Churchill acredita que não existe forma de ser uma mãe perfeita, mas existem um milhão de maneiras de ser uma boa mãe. Com esta delicada ternura, esta famosa escritora fala das belezas da maternidade. Mas, o que acontece quando a mãe realmente não tem interesse em ser mãe? Pode aparecer a síndrome da progenitora tóxica.

O tema da maternidade hoje em dia pode causar muito desconforto. Para muitas mulheres é a coisa mais maravilhosa que pode acontecer na vida. Para outras, é algo belo que gera fascínio. Também há aquelas que não quiseram ficar grávidas e dão seus filhos para adoção ou os abandonam. E também existe um grupo de mulheres que se viram abocanhadas pela maternidade por diversas circunstâncias, mas que na verdade, no mais profundo do seu ser, nunca quiseram procriar.

A síndrome da progenitora tóxica

A psicóloga Olga Carmona considera que não é fácil conseguir entender que existem mulheres que não têm o menor interesse em ter filhos. Muitos de nós vivemos em sociedades onde não ser pais não é considerado uma opção válida. Contudo, esta pressão trará consigo mais mal do que bem .Justamente dessa pressão citada surge a figura da progenitora tóxica. Neste grupo de mulheres estão aquelas que chegaram à maternidade por motivos alheios à sua própria vontade real e íntima.Uma progenitora tóxica é aquela mulher que acabou de se tornar mãe por convenções sociais ou porque segue um roteiro que parece estar projetado de antemão. Um destino pré-fabricado pelo entorno, que cria uma inércia propícia para que se cumpra.

Consequências da síndrome da progenitora tóxica

Como você pode imaginar, as consequências de sofrer a síndrome da progenitora tóxica não são nada agradáveis. Não só isso, mas além de afetar a própria mulher, também prejudicam os filhos e depois o entorno mais próximo.Então, é difícil que uma mãe tóxica não ame de forma incondicional a sua filha ou filho. Para ela, ter sido mãe está muito distante de ser a coisa mais bela que lhe aconteceu. Os seus descendentes podem ser inclusive rivais, obstáculos ou incômodos. Até poderiam projetar neles os seus desejos mais íntimos, inclusive indo contra as necessidades da criança.Esta situação dá lugar a uma mulher que demonstra comportamentos narcisistas em muitas ocasiões. Quando não assume o papel de mãe, pode observar o mundo com um tom infantil, filtrando tudo através do seu desejo e necessidades. Mas no pior dos casos, a progenitora tóxica pode se transformar em uma mulher muito amargurada. Não tem mais remédio do que ser testemunha de como o seu mundo se afasta das suas verdadeiras expectativas e desejos, o que a torna profundamente infeliz.

Os filhos da progenitora tóxica sofrem as consequências

É lógico pensar que, seguindo a própria mãe, os filhos serão os principais afetados pela criação tóxica. Por isso, muitas vezes acabam sendo o bode expiatório da sua progenitora. A criança acaba por carregar a culpa da infelicidade da mulher que lhe deu à luz. Por isso podem sofrer de infelicidade, manipulação, incompreensão, crítica, humilhação e mesmo um tratamento cruel.Não existe nada mais doloroso para uma criança do que não se sentir querido e compreendido por seus pais. Mas este tipo de mãe tóxica não sente grande empatia por seu filho, já que seu mundo é puramente egocêntrico. Além disso, é comum que a progenitora tóxica destaque as falhas e os aspectos negativos da personalidade da criança, especialmente os que mais lhe incomodam… A criança nunca estará à altura e será criticada sem compaixão. Até mesmo as suas conquistas poderão ser vistas com inveja.

A síndrome da progenitora tóxica impregna tudo

É lógico pensar que uma mãe tóxica acabará por impregnar com a sua infelicidade tudo que existe ao seu redor. Então, não é de estranhar que procurem anular seus filhos: sendo superprotetoras até a exaustão ou se colocando no extremo oposto e não lhe dando nenhum tipo de apoio.Não é raro que uma mãe tóxica priorize uma fachada de respeito aos interesses do seu filho. Por isso a sua exigência para com seus filhos poderia alcançar níveis irracionais. As crianças precisam ser moldes fiéis do que elas são ou sonham em ser.Também podem usar a vitimização e a doença para usar a culpa do filho e manipulá-lo do jeito que quiserem. Inclusive podem inverter papéis e mostrar a seus filhos que são eles que precisam cuidar do bem-estar da mãe, e não o contrário.

“O porvir de um filho é sempre obra de sua mãe.”
-Napoleão Bonaparte-

Desempenhar um papel não escolhido, e ainda mais um papel que tem uma carga tão grande quanto o de ser mãe, não é uma tarefa fácil. Lembre-se de que no mundo existe um punhado de mães que não se tornaram mães por vontade própria ou que se decepcionaram com a experiência da maternidade. Contudo, nem todas encheram de amargura suas vidas ou as de seus filhos. De fato, muitas delas souberam extrair o melhor da situação. Por isso as circunstâncias, embora influenciem, não são definitivas; por isso sempre há esperança, e uma intervenção profissional pode ajudar, tanto a elas quanto a seus filhos.

(A Mente é Maravilhosa)

6 mudanças no seu corpo que acontecem quando você se torna vegana

Seu corpo vai responder de um jeito diferente ao excluir alimentos de origem animal da dieta

1. Sofrer flutuação no peso

A tendência é que o ponteiro da balança desça, afinal, uma dieta rica em vegetais tende a ser menos calórica do que um cardápio recheado de carnes e laticínios. “Só fique atenta a tudo o que come, pois, quem é vegana acaba consumindo mais carboidratos”, alerta Alan Tiago Scaglione, nutricionista da Estima Nutrição, de São Paulo. Isso quer dizer que, se você cortar todos os produtos de origem animal, mas se jogar nas massas e em itens ricos em açúcar, o saldo pode não ser favorável.

2. Sentir mais fome

Isso acontece porque um cardápio rico em proteínas vegetais e carboidratos acaba sendo digerido mais rapidamente. Busque a orientação de um profissional para ajudá-la a montar o menu correto e com opções que tragam mais satisfação. “Caso contrário, você pode acabar ingerindo uma quantidade maior de alimentos que o necessário”, alerta o nutricionista.

3. Melhorar o paladar

Algumas semanas sem junk food e opções de origem animal ricas em sal e gordura já são suficientes para que suas papilas gustativas passem a funcionar melhor. Isso significa que você vai encontrar uma sinfonia de sabores em cada prato e a apreciar as refeições como nunca havia feito antes.

4. Aumentar gases e inchaço

Nos primeiros dias de transição, seu corpo vai reagir à quantidade maior de fibras ingeridas e à presença de alguns elementos que antes não eram tão presentes no seu prato – como o enxofre, encontrado em legumes como brócolis e repolho. Uma vez que sua microbiota intestinal se acostumar, os gases e o inchaço vão embora.

5. Ganhar energia

Quer mais pique para ir à academia? Saiba que sua disposição aumenta quase que imediatamente quando dispensa opções de origem animal. “A alimentação vegana prioriza itens mais leves e de fácil digestão, o que nos torna mais alertas durante o dia”, explica Alan. Ou seja, mais saúde e menos xícaras de café para ajudá-la a encarar as tarefas da rotina.

6. Apresentar deficiências nutricionais

Apesar de legumes carregarem uma série de nutrientes, pode ser que seu corpo sinta falta de algumas vitaminas e minerais. “É que alimentos de origem vegetal apresentam uma biodisponibilidade menor que itens de origem animal, ou seja, acabam sendo menos absorvidos pelo organismo”, conta Alan. A solução: faça exames regularmente para saber se é preciso suplementar algum nutriente.

(Boa Forma)

8 formas efetivas de afastar maus pensamentos

É normal que, às vezes, uma ‘voz’ negativa tome conta da mente; veja como reverter isso e pensar de forma mais positiva

A maioria das pessoas já ouviu, em alguns momentos, uma voz negativa dentro da própria cabeça dizendo que não são boas o suficiente, que devem parar de tentar, que não são dignas. Mas não é só porque essa voz existe que significa que estamos presos a isso.

Pelo contrário! Há várias maneiras de interromper as conversas negativas dentro da nossa mente e passar a cultivar a positividade e a autoconfiança. E, principalmente, entender que essa voz negativa não é forte o suficiente e nem tem o poder que parece ter.

Veja sete formas eficazes, segundo especialistas, para reverter – ou pelo menos melhorar – essa situação.

1. Reconheça o pensamento

Ao invés de tentar empurrar o pensamento para fora da sua cabeça, reconheça que ele surgiu. Anote quando você ouve a voz negativa. Desta forma, você pode documentar as ocorrências e ter uma compreensão mais clara do que você está dizendo a si mesmo e como você está se sentindo com isso.

2. Trate-se como se você fosse um amigo

Na maioria das vezes, somos muito mais exigentes com nós mesmos do que com outras pessoas. Então, da próxima vez que a voz negativa surgir, tente se tratar com a mesma cortesia que você trataria um amigo. A maioria de nós se julga muito duramente, mas é mais compassivo com outros que passam pelo mesmo problema. Lembre-se de que você é importante o suficiente para merecer sua própria compaixão.

3. Tente parar o pensamento

Há um método rápido de três passos: assim que perceber a voz, diga (ou grite) em sua própria mente “PARE!”. Em seguida, respire profundamente por três vezes. Depois, imagine uma imagem silenciosa, calma, bonita e fortalecida que você criou. Continue respirando. Repita, se necessário.

4. Faça afirmações positivas

Ser mais gentil com você mesmo é uma atitude mais poderosa do que se imagina. Substituir a voz negativa por afirmações positivas é algo que realmente funciona. Encontre ou crie declarações que reflitam força, confiança, realizações e direitos pessoais. Ao desafiar o negativo e criar força emocional positiva, você aumenta seu humor e sua autoestima.

5. Fale sobre o pensamento

Ao falar do pensamento negativo em voz alta, cantando ou usando um efeito de voz estranho, isso cria um pouco de distância da sua reação emocional a ele. E, ao longo do tempo, ele deixa de causar o forte impacto emocional que costumava ter.

6. Nomeie sua voz negativa

É isso mesmo, dê um nome a ela. Convide para passear, mas mostre que o controle é seu. A negatividade, assim como o medo, a preocupação, a raiva e a autocrítica, pode ser parte de nossa mentalidade, mas não precisa ser a parte que decide onde vamos e o que devemos fazer.

7. Complete o pensamento negativo com um positivo

Quando você tiver um pensamento negativo, complete imediatamente com um positivo. Por exemplo, “eu confundi essa conversa e sou digno de qualquer jeito”. Ou “eu odeio esse trabalho e tenho os pontos fortes para descobrir como criar um novo caminho”. Isso nos lembra que estamos no controle de nossos pensamentos e ajuda a ativar neurônios que elevam o otimismo, a autoconfiança positiva e a criatividade.

8. Compartilhe seus pensamentos com alguém

Quando a voz negativa estiver desenfreada, ela pode nos levar a tomar decisões ruins. Em vez disso, ligue para um amigo no qual possa confiar e pergunte se ele pode emprestar sua mente clara por um tempo. Ao ouvir outras formas de pensar, você se liberta para novas escolhas.

O mais importante é se lembrar sempre de que os pensamentos negativos podem existir, e isso acontece com todo mundo. Mas eles não precisam ser decisivos em nenhum momento. Quando um deles aparecer, tente usar esses truques para banir essas ideias e ter uma mente com outro foco.

(Dicas de Mulher) 

Brigadeirão!

INGREDIENTES

  • 2 latas de creme de leite

  • 1 lata de leite condensado

  • 4 ovos inteiros

  • 4 colheres de chocolate em pó

  • 1 xícara (chá) açúcar

  • 2 copos de água

  • Chocolate granulado para enfeitar

PREPARO

Bata no liquidificador os cremes de leite, o leite condensado, os ovos e o chocolate em pó por 5 minutos. Reserve. Faça uma calda com o açúcar e a água, coloque em uma forma para pudim. Depois coloque a mistura que foi batida no liquidificador e asse em banho-maria coberto com papel alumínio por 45 minutos em forno pré-aquecido em temperatura média. Desenforme quando estiver frio e decore com o chocolate granulado.

(Guia da Semana)

Ser mãe toma mais tempo do que ter dois empregos, pesquisa mostra

O levantamento levou em conta mães norte-americanas, mas a sobrecarga é unanimidade quase mundial quando o assunto é cuidar dos filhos.

Cansaço e estresse são queixas rotineiras das mulheres, que costumam acumular jornadas no trabalho e em casa. E os números recentes apontam que há mesmo uma diferença de gênero neste ponto – como mostrou neste mês o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao divulgar a notícia de que elas trabalham até oito horas a mais por semana do que os homens no cuidado com a casa ou com os familiares.

Mas o panorama pode ser ainda mais significativo do que isso, especialmente quando a maternidade entra em cena. É o que aponta outra pesquisa do ano passado, encomendada pela empresa norte-americana Welch’s com mais de 2 mil mães. De acordo com os relatos das próprias mulheres, o expediente total delas dura em média 98 horas por semana, ou o equivalente a ter cerca de 2,5 empregos em tempo integral.

A jornada típica da mãe norte-americana mostrada pela pesquisa começa às 06h23 e vai até 20h31 em um dia típico. São 14 horas sem parar, e vale destacar que as mulheres tinham filhos entre 5 e 12 anos. Ou seja, trata-se de um período onde as crianças já estão até mais independentes e, mesmo assim, elas acabam tendo em média apenas pouco mais de 1 hora ao dia de tempo para si mesmas.

Como resultado desta alta demanda, as participantes também relataram sacrifícios comuns, dos mais simples como ter hobbies até coisas básicas para a saúde mental como socializar com os amigos que não tem filhos, se recuperar ao ficarem doentes, sair para encontros e ficar um tempo sozinhas.

Custo para a saúde

A sobrecarga, a longo prazo, cobra seu preço. Um mega estudo da Universidade de Turim, na Itália, feito em 2015 com mais de 105.000 mulheres do país. Ao comparar os dados sobre o número de filhos das mães do grupo e a incidência de doenças cardíacas, os pesquisadores descobriram que o risco de algum problema no coração era 18% maior a cada filho que uma mulher que trabalhava fora tinha.

Por outro lado, mulheres que tinham filhas não apresentaram um risco cardíaco elevado. A hipótese dos pesquisadores para essa diferença é a divisão de tarefas domésticas desigual na sociedade italiana, onde as meninas acabam ajudando mais a mãe em casa.

 

(M de Mulher) 

Assédio no trabalho: psicopata corporativo ou mau-caráter? Como identificar e lidar com eles

Quando você se depara com uma pessoa sem escrúpulos, é comum chamá-la de psicopata – inclusive em ambientes de trabalho, quando há assédio moral ou sexual. Não é por acaso que o termo “psicopata corporativo” ganhou notoriedade, inclusive com alguns livros lançados. No entanto, será que esses indivíduos são, de fato, psicopatas?

Para entender, precisamos, primeiramente, saber o que é a psicopatia. Segundo Adriano de Lemos Laves Peixoto, Professor do Instituto de Psicologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Presidente da Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho (SBPOT), trata-se de uma desordem da personalidade caracterizada por um conjunto de elementos afetivos, interpessoais e comportamentais – como falta de empatia e remorso, impulsividade e irresponsabilidade, egocentrismo, manipulação e enganação e comportamentos antiéticos e antissociais.

 

Psicopata ou mau-caráter?

De acordo com o periódico Psychology Today, existem diferenças na estrutura do cérebro de um psicopata e, para identificá-lo, é preciso uma extensa pesquisa clínica. Por isso, seria um erro usar o termo para descrever genericamente pessoas que cometem assédio no trabalho e são abusivas – resumidamente, são mau-caráter.

“Esse termo infla a percepção de prevalência de uma doença. Sim, existem psicopatas na sociedade e eles trabalham. Então é possível que, em algum momento, convivamos com algum deles. Entretanto, o índice de prevalência do Transtorno de Personalidade Antissocial (psicopatia) é baixo”, diz.Assim, é possível encontrá-los, também, em posições de chefia. É o que defende Key Sun, especialista em Psicologia Legal e autor do Psychology Today. Para ele, isso acontece porque psicopatas sabem como “se vender” para pessoas de status mais elevado, levar crédito pelas conquistas alheias e são bons em usar o medo para ameaçar e confundir outras pessoas. Isso faz com que elas pareçam extremamente competentes, inteligentes, eloquentes e destemidos.

 

“O mercado tende a apreciar várias destas características, confundindo-as com competência e alto preparo para assumir cargos de liderança”, afirma Amalia Sina, autora do livro “Psicopata Corporativo – Identifique-o e Lide Com Ele” (Ed. Évora) e diretora do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp – que ministrou uma palestra a respeito na última quarta-feira (21) no Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP).Por outro lado, é perfeitamente possível encontrar um indivíduo que, mesmo sem nenhum transtorno de personalidade do tipo, use de artimanhas para se dar bem. “Esse tipo de comportamento está associado ao isolamento físico e social do indivíduo no ambiente de trabalho, retenção de informações e recursos relevantes para a realização do trabalho, sabotagem, crítica pública, fofoca maliciosa, atribuição de prazos e cargas de trabalho não razoáveis e excesso de monitoramento no ambiente de trabalho, de forma deliberada e intencional”, descreve Peixoto.

Aliás, pessoas com essas características – os vulgos canalhas – também podem galgar um cargo de chefia facilmente porque o próprio mercado de trabalho aprecia traços comumente associados a assediadores, como agressividade e desejo de poder.

Lidando com o assédio

Com ou sem transtorno, conviver com esse tipo de toxicidade pode lhe prejudicar, e muito. “O assédio é um forte estressor no ambiente de trabalho, sendo associado à depressão e ansiedade, estresse pós traumático, insônia, náusea e fadiga. Um chefe abusivo compromete o desempenho e a produtividade de sua equipe e cria um ambiente de trabalho desagradável”, aponta Peixoto.Para ele, as mulheres podem ser tidas como vítimas preferenciais no contexto de trabalho, uma vez que, social e historicamente, somos encaradas como mais frágeis e incapazes de nos defendermos.

 

Por isso, todo cuidado é pouco.O primeiro passo é identificar se você está lidando com uma pessoa com um transtorno ou apenas mau-caráter. Leia e adquira conhecimento sobre o tema. “Aprender a ler pessoas com as características citadas é a base da capacidade de identificar o psicopata. Em adição, é importante estar preparado emocionalmente. O objetivo é não se tornar mais uma de suas vítimas”, ensina Amalia. Apesar de você poder tomar essas atitudes individualmente, o assédio no trabalho deve ser visto como uma questão organizacional – ou seja, você não conseguirá fazer muita coisa sozinha se a empresa não enxergar o problema e enfrentá-lo.

 

Denunciar essa situação nem sempre é tarefa fácil. O enfrentamento também pode ser feito com ajuda da Justiça do Trabalho, caso a situação não se resolva dentro da própria empresa.“A organização não deveria permitir que uma chefia com essas características se instalasse. Mesmo que comportamentos mais agressivos sejam desejados em um contexto ou outro de trabalho, existe uma linha que não deve ser cruzada, uma vez que as consequências indesejadas ultrapassam eventuais benefícios”, finaliza Peixoto.

 

(Finanças Femininas)