quarta-feira, 25 abril, 2018

Biotina é boa para os cabelos, pele e unhas

Nutriente também ajuda na melhor absorção de outras substâncias

A biotina é uma vitamina do complexo B. Ela também é conhecida como vitamina B7 e vitamina H. Trata-se de uma vitamina hidrossolúvel produzida no intestino pelas bactérias e obtida por meio da alimentação.

Assim como outras vitaminas do complexo B, a biotina está relacionado ao metabolismo das gorduras, carboidratos e proteínas. Ela também é essencial para a saúde da pele, unhas e cabelos.

Benefícios comprovados

Bom para a pele: A biotina é muito benéfica para a pele, isto porque ela ajuda no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras o que acaba melhorando a saúde da pele. A ausência da biotina pode fazer com que a pele fique seca, escamosa e com vermelhidão em volta da boca e nariz.

Bom para o cabeloA ausência da biotina pode causar a queda de cabelos e também fazer com que os fios fiquem enfraquecidos. Ainda não é certa a relação entre o nutriente e os cabelos, mas alguns especialistas acreditam que a biotina tem relação com a produção de queratina, proteína que compõe o cabelo

Bom para as unhas: A falta de biotina pode enfraquecer as unhas. Alguns especialistas acreditam que isto ocorre porque o nutriente tem relação com a produção de queratina, proteína que compõe as unhas.

Ajuda na absorção correta dos nutrientesA biotina, juntamente com outras vitaminas do complexo B, contribui para o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas, fazendo com que o corpo os absorva da melhor maneira.

Benefícios em estudo

Bom para quem tem diabetes: Como a biotina ajuda a metabolizar melhor os carboidratos, alguns estudos apontam que a biotina pode ser interessante para diabéticos. Contudo, ainda são necessárias mais pesquisas para se comprovar este benefício.

Deficiência de biotina

A deficiência de biotina é extremamente incomum porque este nutriente está muito presente na alimentação. Contudo, quando acontece os sintomas da ausência do nutriente são: fraqueza nas unhas e cabelos, calvície, pele seca e escamosa e vermelhidão em volta do nariz e da boca. Outras complicações que podem ocorrer são conjuntivite, dermatite exfoliativa, dores musculares e lassidão, acompanhada de aumento da glicemia.

Combinações da biotina

Para proporcionar os benefícios mencionados, a biotina precisa ser ingerida com as outras vitaminas do complexo B. Além disso, é importante que ela faça parte de uma dieta balanceada.

Fontes da biotina

As principais fontes de biotina são o amendoim, as nozes, o tomate, a gema do ovo, a cebola, a cenoura, alface, couve-flor e amêndoa. A carne vermelha, o leite, as frutas e as sementes também contam com o nutriente.

Quantidade recomendada de biotina

  Quantidade recomendada do nutriente
Bebê de 0 a 6 meses 5 mcg
Bebê de 7 a 12 meses 6 mcg
Criança de 1 a 3 anos 8 mcg
Criança de 4 a 8 anos 12 mcg
Jovem de 9 a 13 anos 20 mcg
Jovem de 14 a 18 anos 25 mcg
Adulto de 19 a 70 anos 30 mcg
Gestantes 35 mcg
Lactantes 35 mcg

O uso do suplemento de biotina

O suplemento de biotina só é orientado quando a pessoa manifesta sintomas da ausência deste nutriente. A suplementação só pode ser realizada por um nutricionista ou médico nutrólogo.

O excesso de biotina

O consumo excessivo de biotina só ocorre por meio da suplementação e não tem grandes complicações, pois o nutriente é excretado pela urina.

Fonte consultada:

Nutróloga e médica ortomolecular Tamara Mazaracki.

(Minha Vida)

Arnica é indicada em casos de lesões e picadas de insetos

Planta se destaca por contar com ação analgésica, anti-inflamatória e cicatrizante

Arnica é uma planta medicinal com propriedades antissépticas, anti-inflamatórias, adstringentes e anestésicas. Suas partes benéficas para a saúde são as flores, folhas e o caule subterrâneo (rizoma) e ela não deve ser ingerida, mas sim aplicada na pele.

No Brasil existem diversas espécies de plantas conhecidas com o nome de arnica e todas pertencem à família botânica das Asteracea. Também existe a arnica verdadeira (Arnica Montana), de origem europeia. Ambas são benéficas para a saúde, mas a arnica brasileira só pode ser aplicada na pele.

Nutrientes da arnica

Os nutrientes da arnica podem ser encontrados em suas flores, folhas e caule subterrâneo. Nestas partes da planta estão presentes óleos essenciais, taninos e flavonoides, que possuem forte ação antioxidante. A arnica também conta com helenalina, que é uma lactona com forte ação anti-inflamatória, responsável pelo alívio quando há contusões.

Benefícios em estudo da arnica

Ação anti-inflamatória: Diversas pesquisas apontam que a arnica conta com uma forte ação anti-inflamatória.

Boa em casos de lesões: a arnica conta com propriedades analgésicas e anti-inflamatórias por isso é interessante aplica-la em casos de pancadas. A planta também tem ação cicatrizante. A principal responsável por este benefício é a helenalina.

Boa contra picadas de insetos: As propriedades da arnica fazem com que ela seja uma boa alternativa aplicar a arnica na pele em caso de picadas de insetos.

Boa em casos de dores reumáticas: A arnica ajuda a aliviar este tipo de dor, pois além da atividade analgésica também é tem um poder anti-inflamatório.

Como consumir

Existem várias maneiras de utilizar a arnica, ela pode ser consumida na forma de gel, loção e compressas de chá em casos de contusões, dores reumatológicas e edemas. A arnica não deve ser ingerida. Isto porque o chá de arnica é extremamente toxico e pode causar náuseas, vômitos, dores abdominais, tontura, arritmias cardíacas e até o aborto espontâneo. O uso via oral deve ser prescrito sob acompanhamento de um médico homeopata.

Os preparos como loção e creme geralmente são industrializados ou feitos em farmácias de manipulação. Já o chá basta ferver a água com as flores da arnica e embebedar uma compressa colocando-a no local desejado.

Cuidados ao consumir

O principal cuidado ao consumir a arnica é não ingeri-la.

(Minha Vida) 

 

Quais os riscos, em longo prazo, das medicações para dormir?

Remédios para insônia podem ter vários efeitos colaterais, principalmente quando não utilizadas conforme a recomendação médica

A definição de insônia é bastante complexa, mas envolve, em geral, um período prolongado em que a pessoa não consegue dormir – geralmente acima de 30 minutos ou vários despertares durante a noite – por pelo menos um mês seguido. A insatisfação com o sono e dificuldades de desempenhar atividades no dia seguinte também fazem parte dos critérios. (1)

Num estudo feito na cidade de São Paulo e publicado em 2013, consta que cerca de 15% de 1042 pessoas pesquisadas apresentava um quadro de insônia (2). Por outro lado, cerca de quatro em cada cem paulistanos, segundo outro estudo, usam sedativos ou medicações para dormir. Considerando a Grande São Paulo, isto equivale a cerca de um milhão e duzentas mil pessoas (3).

As principais medicações para dormir são os benzodiazepínicos (aquelas vendidas em embalagens com uma faixa preta) e as drogas Z, das quais, no Brasil, são comercializados o zolpidem e o zopiclone – lembra-se que, numa farmácia, estas drogas podem ter várias marcas mas, embaixo do nome comercial, em letras menores, sempre pode ser visto o nome químico. Os benzodiazepínicos foram desenvolvidos a partir de meados da década de 50, no século passado, enquanto as drogas Z têm origem mais recente, a partir da década de 80 (4,5).

Antes da existência destas medicações, eram muito usados os remédios do grupo dos barbitúricos, que apresentavam riscos elevados quando usados em quantidades maiores. Assim, uma grande vantagem dos benzodiazepínicos e das drogas Z é que são muito seguros e, caso ingeridas em grandes quantidades, geralmente não trazem riscos de morte. Assim, a partir da década de 60, os benzodiazepínicos passaram a ser as drogas preferidas como tranquilizantes e indutores do sono.

Os efeitos colaterais

Porém, apesar da segurança destes remédios (benzodiazepínicos) em relação a riscos de vida, em curto prazo, eles possuem vários efeitos colaterais, potencialmente perigosos. Assim, logo no início do tratamento, eles aumentam os riscos de quedas e prejudicam a coordenação motora e a memória. Os acidentes indiretamente relacionados ao seu uso envolvem lesões por causa das quedas, prejuízos em atividades que exigem coordenação (como, por exemplo, dirigir veículos) e esquecimento (alguns chegam a cometer atos ilícitos e apagá-los da memória). Além disto, elas são abusadas por algumas pessoas, principalmente por indivíduos que já fazem uso de outras drogas, como a heroína.

Em longo prazo, pode haver uma diminuição dos efeitos sobre a coordenação motora, porém os efeitos negativos sobre a memória tendem a permanecer. Inclusive, existe um estudo que sugere que o uso prolongado pode estar relacionado ao desenvolvimento de quadros de demência (6) – parecidos com a Doença de Alzheimer, com alterações comportamentais e redução progressiva da capacidade de se lembrar, principalmente de fatos recentes – ou da própria Doença de Alzheimer.

As drogas Z parecem ser um pouco mais seguras, porém há evidências de que mesmo elas podem causar problemas de equilíbrio e coordenação motora, principalmente se seus efeitos forem medidos no decorrer da noite em que as pessoas tomaram estes remédios.

Apesar de não haver conclusões definitivas, pesquisadores que estudam as consequências do uso de benzodiazepínicos recomendam que sejam utilizados por um máximo de duas semanas seguidas. Também se recomenda que se não sejam usados em pessoas acima dos sessenta ou sessenta e cinco anos (8).

O que fazer em caso de insônia?

Quando alguém tem insônia, deve consultar um(a) especialista (geralmente psiquiatra ou neurologista). O(a) profissional fará uma investigação da insônia, que pode aparecer sozinha ou ser causada por quadros como depressão, ansiedade ou vários tipos de doenças clínicas.

Naqueles casos em que a insônia tiver uma causa determinada, deve-se tratar esta causa e, como consequência provável, a insônia será curada ou melhorada.

(Minha Vida) 

A importância da autenticidade nos relacionamentos

Precisamos entender a importância da autenticidade em nossas vidas e em nossos relacionamentos. Quando conhecemos a nós mesmos e nos mostramos da maneira como somos, é muito mais provável que consigamos manter relações saudáveis com os outros.

Me queira assim: livre, desarrumada, atrevida, caótica, imperfeita, sempre luminosa. Não me queira dócil, nem submissa ou silenciosa, não idealizemos um amor de folhetos nem apaguemos essas nuances que nos tornam únicos para você e para mim. Caso você me queira assim, é melhor me deixar ir, me devolva ao meu mundo, a minhas correntes, a minha nutritiva solidão, a minhas raízes…

Benjamin Franklin dizia com grande sabedoria que em nosso mundo há três coisas especialmente duras, uma era o aço, outra o diamante e a terceira era conhecer a si mesmo. Fica claro que tal tarefa não é fácil, que mergulhar nos recifes de nossas inseguranças, de nossos medos, preocupações, virtudes e sombras requer um ofício paciente e, ao mesmo tempo, corajoso.

“Uma pessoa deve conhecer a si mesma. Mesmo que isso não sirva para descobrir a verdade, pelo menos é útil como regra de vida e, portanto, não há nada melhor”.
-Blaise Pascal-

No entanto, poucas coisas são tão valiosas quanto delimitar essas fronteiras pessoais, além de conquistar espaços privados e autoconhecimento para manter uma autêntica fidelidade a nós mesmos. Somente assim conseguiremos estabelecer relações afetivas mais satisfatórias, somente assim formaremos uma existência mais íntegra e de acordo com nossos valores, onde comportamentos e pensamentos estão sempre em rigoroso equilíbrio.

Agora, há um fato que deveríamos ter em mente. Recentemente o Dr. Yi Nan Wang, um conhecido pesquisador em psicologia da personalidade, explicou em um de seus trabalhos que boa parte dos casais “dilui” parte de si mesmos para conseguir uma melhor harmonia com a pessoa amada. Um desejo de comunhão que passa a mostrar uma atitude mais dócil e priorizar as necessidades do outro enquanto levamos as nossas próprias para a gaveta do esquecimento.

Assim, o que o Dr. Wang nos sugere é que sejamos capazes de desenvolver o que ele mesmo chamou de “autenticidade equilibrada”. Trata-se de um conceito baseado na teoria psicossocial de Erikson, que nos lembra que toda relação mutuamente satisfatória passa antes por uma fase em que alguém tenha sido capaz de delimitar sua identidade.

A importância da autenticidade saudável

Pode ser que no passado você tenha sido dócil, manejável, complacente… A maioria de nós foi por alguns anos porque assim nos educaram, porque os outros queriam. Desta forma, é claro, éramos mais fáceis de lidar, de controlar; éramos bons nos ajustando às engrenagens de uma sociedade onde às vezes ter voz própria é pouco mais do que uma ousadia.

Tudo isso faz com que tenhamos algum medo ou relutância em mostrar o nosso verdadeiro “eu”. Do mesmo modo, e apesar de ser claro que esses pensamentos, vozes e sentimentos são essenciais para a nossa integridade, nós dizemos a nós mesmos que não, que é melhor que não sejam vistos, que não sejam ouvidos, nem notados demais. Tememos ser rejeitados por eles, tememos contradizer os outros, danificar seus sentimentos, romper os esquemas que foram feitos em nossa pessoa…

No entanto, em que estado fica nosso próprio esquema pessoal ou nossa identidade?Fica boicotada. Nós nos tornamos nosso próprio atirador emocional por não sermos capazes de praticar e entender a importância da autenticidade saudável. Nós nos tornamos vítimas de nossa própria ingenuidade por pensar que ser autêntico pode causar danos a aqueles que estão ao nosso redor.

 Mostrar-nos para o mundo como somos, como pensamos e sentimos que não é um ato de agressão. Pelo contrário. Com isso, definimos limites e criamos espaços mais sinceros, saudáveis ​​e dignos.

(A Mente é Maravilhosa)

Sete cuidados para prevenir o câncer

Especialistas indicam hábitos capazes de evitar os tipos mais comuns da doença

O tratamento contra o câncer é um dos mais desgastantes. Família e paciente sofrem durante meses, às vezes por vários anos, até controlar a doença. Fatores genéticos são historicamente conhecidos como causas do problema, a novidade da Medicina mais recentemente é o peso que seus hábitos têm no desenvolvimento de um tumor. “Manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos fazem bem para a saúde de maneira geral e isso inclui a prevenção de vários tipos de câncer”, afirma o oncologista Hezio Jadir Fernandes Jr, diretor do Instituto Paulista de Cancerologia (IPC). “O segredo está em identificar os cuidados específicos para cada tumor”.

Veja as dicas dos especialistas para diminuir os riscos dos principais tipos da doença.

Câncer de mama

Tipo de câncer mais comum em mulheres, com exceção do câncer de pele, o câncer de mama corresponde a 28% dos tumores no sexo feminino. Segundo a oncologista Ana Ramalho, coordenadora da divisão de atenção oncológica do INCA, os exames preventivos, como a ressonância da mama e a mamografia, têm um papel importante na prevenção e devem ser feitos uma vez a cada dois anos, após os 40 anos de idade. “Quando a mulher chega aos 50, deve realizar pelo menos um desses exames anualmente, além de fazer o autoexame de toque toda a semana”, afirma a especialista.

Outro hábito simples tem se mostrado eficaz na hora de prevenir o câncer de mama. “Para as mulheres que estão pensando em ter filhos, um bom conselho é amamentar o bebê pelo menos durante o primeiro ano de vida. Estudos mostraram que esse hábito, além de trazer inúmeros benefícios para o bebê, pode diminuir em até 5% as chances de ter câncer de mama”, explica.

Câncer de próstata

De acordo com o último levantamento feito pelo Instituto Nacional de Câncer, o câncer de próstata é o segundo tipo que mais atinge homens, correspondendo a 30% dos casos registrados. “Fazer o exame de toque retal ou ultrassom da próstata, anualmente, a partir dos 40 anos é fundamental”, afirma o urologista José Roberto Colombo, especialista do Minha Vida.

Outra medida apontada pelo o especialista é aumenta a ingestão de tomates, principalmente em versão quente, como no molho vermelho. “O tomate tem uma substância chamada licopeno que, além de dar a cor avermelhada à fruta, também age como preventivo contra o câncer de próstata”.

Câncer de pulmão

Esse tipo de câncer é o mais comum de todas as neoplasias malignas e apresenta um aumento de 2% ao ano na incidência mundial. “Aproximadamente 90% de pacientes que foram diagnosticados com câncer de pulmão fumam ou já fumaram. Esse dado já mostra que a melhor maneira de se prevenir é não fumar ou largar o cigarro o mais rápido possível”, afirma o oncologista Artur Katz, do Hospital Sírio Libanês, líder da pesquisa Câncer de Pulmão: a Visão dos Pacientes.

De acordo com o pneumologista Ricardo Meirelles, da Divisão de Controle de Tabagismo do INCA, a região sul do Brasil é onde o câncer de pulmão afeta mais pessoas. “É lá também que o hábito de fumar e consumir outros produtos derivados do tabaco é mais comum”, explica.

Cavidade oral e laringe

Mesmo que os casos desse tipo de câncer sejam mais comuns em homens, as mulheres também precisam ficar atentas e evitar alguns hábitos que causam diretamente a doença. “Os principais fatores de risco para o câncer da cavidade bucal são o fumo, o consumo de álcool e infecções bucais por HPV. Sozinho, o tabagismo é responsável por cerca de 42% das mortes por esse tipo de câncer. Já o alcoolismo intenso é responsável por 16% das mortes”, afirma o oncologista Fernando Luiz Dias, coordenador da seção de cabeça e pescoço do INCA.

O tabagismo e o consumo de álcool têm efeitos ainda mais devastadores juntos. “Estudos apontam que, juntos, o fumo e a bebida aumentam em 30 vezes o risco para o desenvolvimento do câncer da cavidade oral e laringe”, diz o oncologista Fernando Luiz Dias.

Colo do útero

Tirando o câncer de pele não melanoma, o câncer de colo de útero é o que apresenta maior percentual de prevenção e cura. “Para diminuir esse tipo de câncer, dois hábitos se mostram bastante eficazes: o uso de preservativos e fazer o exame Papanicolau todos os anos”, afirma o oncologista Hezio Jadir Fernandes Jr, diretor do Instituto Paulista de Cancerologia (IPC).

Segundo o especialista, o vírus do papiloma humano (HPV), é um dos principais causadores do câncer de colo de útero. Para se proteger, basta usar preservativos e controlar o número de parceiros sexuais. “O começo da vida sexual está cada vez mais precoce. Isso favorece o aparecimento do vírus do papiloma humano e, consequentemente, o câncer de colo de útero”, explica. Como a vacinação contra HPV ainda não está disponível a todos, o uso do preservativo ainda é a melhor forma de prevenção.

Já o exame Papanicolau é a maneira mais eficiente de encontrar esse tipo de câncer no estado inicial. “Nessa fase, o problema é facilmente tratado. Por isso, as mulheres que tem vida sexual ativa devem fazer esse exame esse exame pelo menos uma vez por ano”, explica o oncologista.

Câncer de pele

Considerando todas as variações possíveis, o câncer de pele é o mais comum, tanto em homens como em mulheres. Por outro lado, ele também é o que possui o maior índice de cura, se descoberto em estágio inicial, e o mais fácil de prevenir. “O câncer de pele está diretamente ligado à exposição demasiada ao sol. Por isso, as duas melhores maneiras de se prevenir estão ligadas a este hábito”, explica o dermatologista Claudio Mutti, especialista em cirurgia oncológica pélvica pelo Instituto de Controle do Câncer.

Segundo o dermatologista o protetor solar é o maior aliado na prevenção do câncer de pele. A aplicação deve ser feita cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol e o produto deve ser aplicado no corpo todo, especialmente nas áreas mais expostas ao sol, como face, pescoço, colo e braços. “É nessas áreas que o câncer de pele é mais frequente”, explica.

Outra medida importante é evitar sair no período de pico do sol, entre 10 e 16 horas. “Mesmo usando protetor solar, é importante evitar se expor aos raios solares nesse período de sol forte”, explica Claudio Mutti.

Cólon e reto

“Uma alimentação balanceada, com baixo teor calórico, rica em frutas, fibras e legumes, associada a hábitos saudáveis como a prática de atividade física, pode reduzir 37% desse tipo de tumor”, diz o nutricionista Fábio Gomes, especialista da área de nutrição do INCA. O especialista ainda lembra que a ingestão excessiva e prolongada de bebidas alcoólicas também pode ser um fator de risco para esse tipo de câncer.

(Minha Vida)

Conheça as doenças de verão e previna-se

Para curtir o verão sem problema nenhum!

Dias mais longos, praia, mar, piscina, festas de fim de ano. Ah, que delícia é o verão! Mas, para aproveitar tudo isso sem neura, é preciso ficar atenta. Algumas doenças chatinhas (e outras até mais perigosas) se proliferam com o calor e a umidade. Aí, já viu: vírus, fungos, bactérias e parasitas podem atrapalhar aquela viagem que você está planejando há meses. Aprenda a se prevenir contra as doenças de verãonesta página e boa praia!

Micose superficial

micose é um tipo de infecção causada por fungos. E incomoda, né? Coceira e descamação na pele são sintomas comuns. Ocorrem porque o fungo da micose se alimenta de gordura e queratina da pele, cabelos e unhas. O contágio pode vir pelo suor do próprio corpo, toalhas e roupas de banho molhadas, areia da praia…

Previna-se: não fique com o biquíni molhado depois de voltar da praia (imagina só o paraíso quente e úmido que os bichinhos vão encontrar!) e use chinelos em ambientes públicos. Seque-se beeeeeem depois do banho, capriche nas juntas, dobrinhas e entre os dedos dos pés. Aquelas botas podem ser in-crí-veis, mas guarde-as. Sapatos muito fechados estão proibidos até que as temperaturas baixem.

Candidíase vaginal

candidíase é causada pelo desequilíbrio do fungo Candida sp nos genitais femininos. Eles estão naturalmente presentes na flora vaginal mas, quando encontram condições favoráveis – leia-se: umidade, calor e baixa resistência – se reproduzem excessivamente e a doença se instala. Ardor ao urinar, corrimento esbranquiçado (parecendo nata de leite) e coceira são sinais de alerta. Converse com o seu ginecologista.

Previna-se: vale a regra: saiu da praia? Tire o biquíni assim que puder. Calça e calcinha não podem abafar a região genital, então, prefira modelos de algodão (o jeans não é bacana, sabia?). Alimente-se bem porque o sol de verão que você espera o ano inteiro contribui para a queda da imunidade. O tratamento da candidíase é simples – geralmente, uma combinação de antifúngicos dá cabo da história. Mas é o seu médico que vai receitá-la

Conjuntivite bacteriana

Supercomum no verão, a conjuntivite infecciona a conjuntiva dos olhos (membrana que reveste a parte frontal dos olhos e o interior das pálpebras). São sintomas: secreção amarelada, vermelhidão, coceira, dor ao olhar pra luz e aquela sensação horrível de areia nos olhos.

Previna-se: não mergulhe em locais impróprios para o banho. O contágio é frequente em piscinas sem tratamento e água poluída. Não compartilhe toalhas, travesseiros ou maquiagem com pessoas contaminadas. E lave as mãos sempre (ok, você já sabe. Mas não custa lembrar). O tratamento é feito com colírios específicos, indicados por um oftalmologista

Dengue

No rol das doenças de verão, a dengue é motivo de políticas públicas de saúde há anos. Os indícios da picada do Aedes aegypti envolvem febre alta, náuseas, dores de cabeça, nos músculos e articulações, perda de apetite e manchinhas vermelhas pelo corpo. A forma hemorrágica da doença é ainda mais perigosa.

Previna-se: a única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. Para isso, é importante acabar com os criadouros e não deixar água parada em qualquer tipo de recipiente.

Otite externa

É uma inflamação dos ouvidos, geralmente provocada pelo uso incorreto de objetos introduzidos no local (como cotonetes, por exemplo). O motivo pelo qual a otite se encaixa nas doenças de verão é que a infecção é facilitada pela entrada de água no local (bastante comum em mergulhos no mar e em piscinas), que aumenta a proliferação de germes. Os sintomas da otite incluem dor, sensação de ouvido “cheio”, calor no local e secreção.

Previna-se: contenha a vontade de passar cotonete nos ouvidos (a parte externa da orelha está liberada).

Intoxicação alimentar

No verão, geralmente, fazemos mais refeições fora de casa. É aí que mora o perigo da intoxicação alimentar. As altas temperaturas prejudicam a conservação dos alimentos, que podem contaminar quem os consome. Os sintomas da Intoxicação alimentar variam de acordo com o microorganismo que causou o distúrbio. Os mais comuns são náuseas, vômito, diarreia, sensação de febre, dor de cabeça e desidratação.

Previna-se: é fundamental o cuidado com o armazenamento e preparo dos alimentos que se consome, em especial ovos, laticínios, peixes e demais frutos do mar.

(Tão feminino) 

Casos de Sífilis aumentam 5.000% e doença volta a ser epidemia

Gravidade da situação faz Ministério da Saúde lançar Dia Nacional de Combate

número de casos de Sífilis aumentou desenfreadamente nos últimos cinco anos. Segundo dados do Ministério da Saúde, os casos saltaram de 1.249 em 2010 para 65.878 em 2015, um aumento de 5.000%. A gravidade da situação levou o órgão a lançar o Dia “D”, no terceiro sábado de outubro, de combate à doença, segundo o jornal EXTRA.

Os especialistas afirmam que o número de casos aumentou pois o avanço e o custo reduzido dos tratamentos fez as pessoas perderem o medo de contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). “Há uma tendência mundial de redução do uso de preservativo nas relações sexuais, principalmente entre os jovens”, explica Aline Junqueira, infectologista do Hospital Adventista Silvestre. Vale ressaltar que a sífilis também pode ser passada de mãe para bebê.

Apesar do tratamento feito à base de penicilina ser eficaz quando aplicado nas fases iniciais, a Sífilis pode trazer graves consequências se não for tratada, como aneurisma, meningite, paralisia geral e demência. Quando o bebê adquire através da mãe, ele pode desenvolver prematuridade, baixo peso, deformações ósseas, articulares e neurológicas (como meningite), surdez, dificuldade de aprendizado e até abortamento.

Notícias ao Minuto

Esperma pode abrigar 27 tipos diferentes de vírus, aponta estudo

Apesar de, na prática, nem todos os vírus serem transmitidos, eles podem trazer graves consequências aos portadores

Já se sabe que alguns vírus, como o HIV, conseguem sobreviver no sêmen humano. O grupo das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) já é amplamente conhecido, mas ele pode ser maior do que o esperado, de acordo com o UOL.

Um estudo, feito a partir da revisão de mais de 3.800 publicações científicas e publicado na revista “Emerging Infectious Diseases“, aponta que o esperma é capaz de transmitir 27 tipos diferentes de vírus, entre eles ebola, hebatite B e C, catapora e chikungunya. Apesar de, na prática, nem todos os vírus serem transmitidos, eles podem trazer graves consequências aos portadores, entre elas redução da fertilidade e da imunidade. Outra grave consequência do vírus neste ambiente é a mutação do DNA do esperma, o que pode comprometer as gerações futuras.

As evidências apontam também que outros 11 vírus podem viver nos testículos, incluindo gripe, dengue, varíola e rubéola. Os autores afirmam que mais estudos são necessários para concluir por quanto tempo os vírus se mantém vivos no sêmen, em que concentrações.

Notícias ao Minuto

Termina hoje prazo para atualizar carteira de vacina de crianças e adolescentes

Segundo o Ministério da Saúde, 53% desse público não estão com a vacinação em dia

Hoje (22) é o último dia da Campanha de Multivacinação 2017, que tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes. Os postos de saúde estarão abertos até o fim da tarde. Segundo o Ministério da Saúde, foram disponibilizadas 13 vacinas, para crianças até nove anos, e oito para adolescentes de 10 a 15 anos.

O alvo da campanha são crianças menores de 5 anos, crianças de 9 anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos. Cerca de 47 milhões de crianças e adolescentes estão convocados para atualizar a caderneta de vacina. Segundo o Ministério da Saúde, 53% desse público não estão com a vacinação em dia.

As vacinas disponíveis nesta campanha para crianças menores de 7 anos são: BCG – ID, hepatite B, penta (DTP/Hib/Hep B), VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VOP (vacina oral contra pólio), VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano), vacina pneumocócica 10 valente, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), DTP (tríplice bacteriana), vacina meningocócica conjugada tipo C, tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) e hepatite A.

As doses disponíveis para crianças e adolescentes entre 7 e 15 anos são hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dT (dupla tipo adulto), dTpa, vacina meningocócica conjugada tipo C e HPV.

(*) Agência Brasil

 

Como curar a ferida da rejeição

Quem não tem medo da rejeição? Pode ser que esse temor viva com você todos os dias, mas você não é consciente disso. O problema é que só nós temos a autoridade para nos rejeitarmos ou aceitar-nos. Não permita que ninguém rejeite você, isso é assunto seu!

Apesar de sermos conscientes disto, não podemos evitar que a nossa autoestima seja afetada quando alguém nos rejeita. Ficamos mais vulneráveis, nos isolamos dos outros e inclusive deixamos de nos cuidar.

“Encaro a rejeição como alguém que toca um trompete no meu ouvido e me acorda para me fazer andar, em vez de me retirar”

-Sylvester Stallone-

Vejamos como curar a ferida da rejeição. Uma ferida que costuma fazer com que devolvamos aquilo que recebemos, isto é, faremos o possível para sermos rejeitados pois é o que conhecemos.

Cuide de si mesmo

Você não pode evitar ser rejeitado, embora você possa aceitar ou não essa rejeição. Você precisa ser capaz de se apreciar, de se valorizar e de investir em si mesmo. Você pode continuar do jeito que está, já que mudar é difícil e talvez você se sinta bastante inseguro. Mas você prefere rejeitar a rejeição ou continuar aceitando-a? Essa opção está somente em você, ninguém poderá tomar essa decisão.

A rejeição o tornará fraco, vulnerável, e pode fazer você mergulhar na depressão. Você deve se olhar a si mesmo e saber quem você é. Perdoe-se! Todos cometemos erros, mas isso não justifica que os outros possam nos rejeitar. Quem é você para me rejeitar? Por acaso eu rejeito os outros?

Nunca permita que o fato de rejeitarem você o transforme no primeiro a pagar com a mesma moeda. Você vale muito. Descubra-se, valorize-se e dê-se o respeito que você merece…

“A aceitação e o valor não podem ser dados pelas pessoas, você mesmo é quem deve provê-lo. Não permita que ninguém marque o seu coração”

-Bernardo Stamateas-

Fale bem de vocêMuitas vezes é difícil falar bem dos outros, ou é o contrário? Às vezes sabemos apreciar os pontos fortes das outras pessoas, aquilo em que se destacam. É mais fácil ver as coisas nas outras pessoas, tanto as boas como as ruins. Mas o que acontece com relação a nós mesmos? Aí nos encontramos com uma barreira. Comece a falar bem de você hoje com estes conselhos simples:

  • Enumere os seus pontos fortes

  • Determine que o dia de hoje é o seu melhor dia!!!

  • Pense que o que sair da sua boca poderá curá-lo ou feri-lo

  • Transforme o seu diálogo interior em algo positivo

Hoje é o dia e o momento em que você precisa começar a falar bem de si mesmo para se recuperar e estar cada dia melhor. A rejeição provoca mal-estar, angústia e faz com que sintamos que não valemos nada. Mas o que os outros podem dizer de você não o define! Estar seguro de si mesmo é o primeiro passo para ir com a cabeça bem erguida frente à quantidade de rejeições que você terá que enfrentar.Presenteie-se com o melhor. Para começar a se valorizar você precisa se permitir o melhor. Se você vai comer, coma o melhor; ao se vestir, vista o melhor. Valorize-se, presenteie-se e premie-se constantemente. Você precisa se cuidar com carinho, pois ninguém mais o fará por você. Para que isto seja muito mais simples, permita-se também a possibilidade de se rodear de gente que seja realmente positiva para você.Procure a companhia daquelas pessoas que agregam valor a sua vida e não as que a diminuem, que aumentem a sua autoestima e não a pisoteiem. Essas pessoas positivas das quais você estará rodeado permitirão que você tire o melhor de si, que explore tudo o que você tem dentro e ainda não colocou para fora, por medo.

“A comemoração é agradável e a aprovação é útil, mas não trabalhe procurando a aprovação dos outros. Fazendo isto você se desviará do seu objetivo e da sua meta”

-Bernardo Stamateas-

Mas na sua procura pela libertação de toda rejeição e a cura das suas feridas, não caia na tentadora busca pela aprovação que pode fazer você cair em outras redes ainda piores.

Procure apenas a sua aprovação, apóie-se nos outros para se impulsionar, mas não para se acomodar. Investir em você e se valorizar como pessoa será o primeiro passo importante para começar a cuidar de si, para começar a viver sem medo da rejeição.

¨A Mente é Maravilhosa ¨