quinta-feira, 26 abril, 2018

Após manifestação, salários de funcionários da Santa Casa são pagos

Uma manifestação com funcionários da Santa Casa de Presidente Epitácio foi realizada na manhã desta terça-feira (25) para demonstrar a insatisfação com o atraso no pagamento dos salários mensais. O ato foi pacífico e, conforme o Sindicato dos Empregados de Estabelecimentos de Serviços Saúde de Presidente Prudente, não há previsão de greve.

De acordo com o presidente do sindicato da categoria, Sebastião Aparecido Matias, a manifestação teve duração de 40 minutos e, para este mês, o atraso já foi resolvido. Ele explicou que os funcionários devem receber seus salários no quinto dia útil, mas há atraso nos últimos meses. “Os administradores da Santa Casa alegam que a Prefeitura não repassa a verba em tempo hábil”, disse.

Conforme a administração da unidade, a Santa Casa recebe uma verba mensal da Prefeitura devido à prestação de serviços do Pronto-socorro. Também foi apontado que, “de um ano para cá, todo mês há atraso no repasse”. “Hoje [25] foi feito o repasse e ainda hoje os funcionários receberão”, destacou.

O prefeito Sidnei Caio da Silva Junqueira (PSB) declarou  que o repasse tem sido feito normalmente e que o valor passou de R$ 210 mil, em 2012, para R$ 400 mil mensais, atualmente. “Tem um pouco de atraso, mas não existe um dia determinado para o repasse”, disse.

Também salientou o prefeito que existe uma verba repassada à unidade devido aos atendimentos do Pronto-socorro. “Não é para a manutenção da Santa Casa”, alegou. “A responsabilidade da Prefeitura é pelo Pronto-socorro e não pelo pagamento integral dos funcionários da Santa Casa. Não é municipal. Eles precisam se organizar”, frisou.

DO G1 DE PRES PRUDENTE

UTI da Santa casa de Presidente Venceslau receberá verba

Na manhã da última segunda-feira (24), ocorreu a solenidade de assinaturas de portarias que liberaram verbas de custeio para serviços oferecidos na rede municipal de saúde.

O evento realizado no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, contou com a presença do governador Geraldo Alckmin e do ministro da Saúde, Ricardo Barros. Foi assinado, por Geraldo Alckmin, um repasse de verba, que na Santa casa de Presidente Venceslau se destinará a manutenção dos leitos da Unidade Intensiva de Tratamento.
O valor do repasse que será recebido pela instituição da cidade será de R$ 396.792,96.
Durante sua fala, o governador Geraldo Alckmin também destacou a iniciativa do Governo Federal. “São recursos essenciais para as prefeituras e que chegam num momento delicado da economia. Estão sendo priorizados os serviços que mais necessitam de suporte financeiro”, comentou.

 

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Brasil vive epidemia de sífilis

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu que o país vive uma epidemia de sífilis. Nos últimos cinco anos, a doença avançou de uma forma nunca vista. A taxa de bebês com sífilis congênita em 2015 foi de 6,5 casos a cada mil nascidos vivos – 13 vezes mais do que é tolerado pela Organização Mundial de Saúde e 170% a mais do que o registrado em 2010.

A sífilis em gestante passou de 3,7 para 11,2 casos a cada mil nascidos vivos, um aumento de 202%. Para sífilis adquirida (denominação dada para sífilis na população em geral) a taxa é de 42,7 casos a cada 100 mil habitantes.

“Os casos subiram em número significativo. Estamos tratando o problema como epidemia até para que resultados da redução sejam mais expressivos possíveis”, disse o ministro, durante o anúncio na quinta-feira de uma estratégia para combater a doença.

Pacto de combate à doença

O pacto pretende mobilizar profissionais de saúde e a sociedade para tentar reduzir o avanço da doença. Entre as medidas que serão adotadas está a ampliação de testes rápidos para diagnóstico da sífilis e o tratamento da doença em gestantes, até o primeiro trimestre da gestação. Números antecipados pelo Estado indicam que pelo menos 50% dos casos de sífilis em gestante são diagnosticados no terceiro trimestre de gestação, quando as chances de se proteger o bebê já são bem menores do que quando a terapia começa na primeira fase da gestação.

Um dos braços do programa de enfrentamento prevê a realização de campanhas para que gestantes iniciem o pré-natal ainda no primeiro trimestre. De acordo com a diretora do programa de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, há ainda uma falsa ideia de que as mulheres devem esperar a barriga crescer para procurar o pré-natal.

Veja

Lucélia recebe nota 10 no tratamento de resíduos

LUCÉLIA – Lucélia recebeu nota 10 no quesito ‘cuidados com o lixo’ na avaliação que integra o Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Urbanos, realizado pela CETESB e que analisa as condições ambientais e sanitárias dos aterros de cada município.

Os resultados são divulgados por meio do IQR (Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos), onde Lucélia recebeu a nota máxima. Em 2015, a avaliação foi de 9,4.
Elaborado a partir de inspeções ‘in loco’ nas áreas de destinação por técnicos da Cetesb, o IQR considera uma série de fatores, como estrutura de proteção ambiental dos empreendimentos, características do espaço, dimensões da frente de trabalho (área na qual os resíduos são compactados) e outros.

A partir da pontuação obtida nos diversos indicadores, os aterros são classificados em dois tipos de avaliações: condições inadequadas (de 0 a 7) e condições adequadas (de 7,1 a 10).

Para pontuar, a Cetesb leva em consideração a situação dos aterros, de acordo com o que pede o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que decretou o fim dos lixões no Brasil.
As cidades consideradas inadequadas, com notas inferiores a sete, podem perder recursos dos Governos Federal e Estadual para implantação e manutenção de projetos nas áreas de saneamento e meio ambiente.

De acordo com a Diretoria de Meio Ambiente, em Lucélia, o lixo orgânico coletado segue primeiramente para a Estação de Transbordo, local onde os caminhões da coleta domiciliar e de lixo público descarregam todo o resíduo do município. Em seguida é pesado e transferido para contêiner e por meio de empresa contratada segue para o aterro sanitário em Quatá.

Esse sistema, além de extinguir o aterro sanitário no município, serve para reduzir os custos de transporte dos resíduos até o aterro sanitário, uma vez que o contêiner consegue transportar um volume maior.

Assessoria de Imprensa

CAMPANHA ENERGIA DO BEM: Ajude a AAPC de forma simples e prática; Saiba mais:

A Associação de Apoio ao Portador de Câncer e a Fundação do Hospital Regional do Câncer de Presidente Prudente, formaram uma parceria e com o apoio da Energisa, criaram a Campanha Energia do Bem que consiste na captação de recursos através de doação mensal na conta de energia, comvalores de R$ 3; R$ 5; R$ 10 e R$ 20 a ser descontado na conta de energia.

Os valores arrecadados serão divididos em 50% para cada instituição, sendo que para a Associação de Apoio ao Portador de Câncer o valor será direcionado à construção da Casa de Apoio; e para a Fundação do Hospital do Câncer para despesas (com funcionários e medicamentos) com a ala de radioterapia, que já está em funcionamento, atendendo diariamente 40 pacientes. E, também o valor arrecadado servirá para completar a estrutura dos consultórios de atendimento e quimioterapia, bem como atender as demais alas, conforme for se estruturando o hospital.

A construção da Casa de Apoio ao Portador de Câncer é de suma importância, pois recebemos pacientes de toda região, que não tem onde ficar hospedados, ou aqueles que vêm com os ônibus ou ambulâncias, que após fazer quimioterapia, não tem onde ficar para aguardar todos os demais pacientes acabarem os seus atendimentospara retornarem as suas cidades, e com a Casa de Apoio essas pessoas terão um local adequado para se alimentar, descansar e ter uma pessoa apoiando-a em suas necessidades durante o dia.

O prédio da Casa de Apoio, terá 6 andares com 72 apartamentos, onde cada paciente terá o seu apartamento, que ficarão hospedados juntamente com seu acompanhante e receberão toda a assistência psicológica, nutricional, fisioterapêutica, jurídica e odontológica, bem como o fornecimento de cesta alimentar e suplementar necessários para que o paciente siga no tratamento.

Meninos também serão vacinados contra HPV a partir de 2017

A partir de janeiro de 2017, a rede pública de saúde vai passar a oferecer a vacina contra o HPV para meninos de 12 a 13 anos como parte do Calendário Nacional de Vacinação. A faixa etária, de acordo com o Ministério da Saúde, será ampliada gradativamente até 2020, período em que serão incluídos meninos de 9 a 13 anos.

A expectativa da pasta é imunizar mais de 3,6 milhões de meninos em 2017, além de 99,5 mil crianças e jovens de 9 a 26 anos que vivem com HIV/aids no Brasil. Serão adquiriras, ao todo, 6 milhões de doses ao custo de R$ 288,4 milhões.

Segundo o governo federal, o Brasil será o primeiro país da América Latina e o sétimo no mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunização. Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá já fazem a distribuição da dose para adolescentes do sexo masculino.

Duas doses

O esquema vacinal contra o HPV para meninos será de duas doses, com seis meses de intervalo entre elas. Já para os que vivem com HIV, o esquema vacinal é de três doses, com intervalo de dois e seis meses, respectivamente. Nesses casos, é necessário apresentar prescrição médica.

Custos

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que, apesar das novas inclusões, não haverá custo extra para o governo federal já que, neste ano, a pasta anunciou a redução de três para duas doses no esquema vacinal contra o HPV para meninas. O quantitativo previsto, segundo ele, foi mantido.

“É mais um avanço que conseguimos fazer sem ampliar investimentos”, disse Barros. “É um conjunto de ações integradas que temos feito para produzir mais e mais resultados com os recursos que temos”, completou.

Meningite

A pasta anunciou ainda a ampliação da vacinação contra a meningite C para adolescentes de ambos os sexos. Foram adquiriras 15 milhões de doses, a um custo de R$ 656,5 milhões. O objetivo do governo é reforçar a eficácia da dose, já aplicada em crianças de 3, 5 e 12 meses mas que, com o passar dos anos, pode perder parte de sua eficácia.

A meta é vacinar 80% do público-alvo, formado por 7,2 milhões de adolescentes. Além de proporcionar proteção para essa faixa etária, a estratégia tem efeito protetor de imunidade rebanho – quando acontece a proteção indireta de pessoas não vacinadas em razão da diminuição da circulação do vírus.

Segundo o ministério, a ampliação só foi possível graças a economia de R$ 1 bilhão por meio da revisão de contratos e redução de valores de aluguéis e outros serviços. Parte dos recursos está sendo investida na produção nacional da vacina pela Fundação Ezequiel Dias.

Parceria

A coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Carla Domingues, destacou que o ministério pretende investir em parcerias com escolas da rede pública e particular para facilitar o acesso de meninos e meninas às doses contra o HPV e contra a meningite.

“Vacinar adolescentes não é como vacinar crianças, que os pais pegam na mão e levam ao posto de saúde. É mais complicado”, disse. “Com os adolescentes, não conseguimos alcançar coberturas vacinais tão completas como entre as crianças”, completou.

Agência Brasil

Campanha da OMS alerta para importância de conversar sobre depressão

No Dia Mundial da Saúde Mental, comemorado na segunda-feira(10), a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou a campanha Depressão: vamos conversar sobre isso. De acordo com a entidade, a doença afeta pessoas de todas as idades e esferas sociais, causa angústia mental e impacta diretamente na capacidade de realizar as tarefas mais básicas do dia a dia.

“Na pior das hipóteses, a depressão pode levar ao suicídio, segunda principal causa de morte entre pessoas na faixa etária dos 15 aos 19 anos”, alertou a OMS. A organização destacou, entretanto, que a doença pode ser prevenida e tratada e que uma melhor compreensão acerca do quadro pode fazer com que mais pacientes procurem ajuda.

O risco de uma pessoa apresentar um quadro depressivo ao longo da vida, segundo a entidade, aumenta diante de fatores como a pobreza; o desemprego; a perda de uma pessoa querida ou o fim de um relacionamento; doenças físicas; e problemas causados pelo consumo de álcool e pelo uso de drogas,

“No centro da campanha está a importância de conversar sobre a depressão como um componente vital para a recuperação. O estigma em torno de doenças mentais, incluindo a depressão, permanece como uma barreira para as pessoas procurem ajuda em todo o mundo”, destacou a organização.

A doença

Segundo a OMS, a depressão é uma doença caracterizada pela tristeza persistente e pela perda de interesse em atividades antes apreciadas, acompanhadas da inabilidade em exercer tarefas rotineiras por um período de, pelo menos, duas semanas. Além disso, pessoas com depressão normalmente apresentam sintomas como:

– perda de energia;

– mudanças no apetite;

– alterações no sono (dormir mais ou dormir menos que o habitual);

– ansiedade;

– concentração reduzida;

– indecisão;

– inquietação;

– sentimentos como inutilidade, culpa e desesperança;

– pensamentos sobre autoagressão ou suicídio

Estigma

Ainda de acordo com a entidade, o simples ato conversar sobre a depressão contribui para romper o estigma da doença – seja com um membro da família, um amigo ou um profissional de saúde; em grupos maiores, como nas escolas, no trabalho ou em ambientes sociais; e em meios de comunicação, blogs ou redes sociais.

“A depressão pode afetar qualquer um. Essa campanha, portanto, é para todos, seja lá qual for a sua idade, sexo ou status social”, destacou a OMS, ao citar atenção particular a três grupos proporcionalmente mais afetados: adolescentes e jovens adultos; mulheres em idade reprodutiva (sobretudo após o parto); a adultos com mais de 60 anos.

“Conversar com pessoas em quem você confia pode ser o primeiro passo rumo à recuperação de um quadro depressivo”, concluiu a entidade.

 Agência Brasil

Caminhada melhora a autoestima e combate a depressão

Caminhada é talvez o exercício físico mais recomendado pelos médicos para deixar a vida sedentária. Mas vou perguntar agora, será a caminhada o melhor exercício?

E quem deve responder a essa pergunta é o próprio indivíduo que vai fazer o exercício. Antes de explicar o motivo dessa afirmação vamos tentar ver os benefícios da caminhada, que é um exercício de baixo impacto e baixa intensidade, que, portanto não vai levar o praticante a um esforço muito intenso e isso é coisa de quem tem bom senso.

Existe uma grande discussão sobre a capacidade da caminhada em fazer o indivíduo perder barriga. Claro que é um fator importante juntamente com a boa alimentação, mas talvez não faça o mesmo efeito que exercícios de maior intensidade. Então não coloque muitas expectativas somente na caminhada e saiba que ficar em forma é uma grande jornada.

Uma jornada de esforço e dedicação diária e duradoura e o prêmio vai ser a boa forma física tão desejada. Mas cuidado com as fórmulas mirabolantes que combinam caminhada com dietas proteicas ou vitaminadas, isso pode ser uma armadilha que vai te tirar do bom caminho e da sua jornada.

Estudos recentes demonstram o desenvolvimento de doenças renais associadas ao uso de produtos super proteicos, também conhecidos como “shakes”, então de preferência a uma alimentação balanceada e saudável.

A caminhada é uma atividade física muito popular e de fácil acesso a qualquer iniciante, porém essa atividade vai ser melhor aproveitada se o praticante souber as formas mais corretas de caminhar, levando em consideração intensidade, volume e duração do exercício, fatores determinantes que somente um Educador Físico vai poder orientar.

Os benefícios para quem pratica a caminhada são inúmeros e vão do controle de peso, passando pela melhora da autoestima e autoimagem, diminuição dos casos de doenças cardíacas até diminuição dos casos de desenvolvimento de cataratas causadas pela idade quando comparados a pessoas sedentárias.

Você pode caminhar em uma esteira em casa ou na academia mas acho que você deve sempre dar preferência a caminhadas em parques ou locais destinados a essa finalidade seja pelo contato com a natureza ou pela interação social que isso proporciona.

Neto Bechara – Educador Físico

Instituto do Câncer inicia segunda fase de testes clínicos da fosfoetanolamina sintética

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) iniciará na segunda-feira 10, a segunda fase da pesquisa clínica para testar a fosfoetanolamina sintética no tratamento do câncer.

A etapa inicial, que durou dois meses, foi concluída e avaliou a segurança da droga em 10 pacientes. A análise não apresentou toxicidade significativa, viabilizando assim a sequência do estudo para a próxima fase.

Na etapa seguinte, está prevista a inclusão de mais 20 pacientes para cada um dos 10 grupos (tipos) de tumor: cabeça e pescoço, pulmão, mama, cólon e reto (intestino), colo uterino, próstata, melanoma, pâncreas, estômago e fígado. Os candidatos são pacientes do Icesp, passaram por triagem e preencheram os critérios de elegibilidade para participar da pesquisa, após indicação da equipe de oncologia da Instituição. Essa fase terá uma duração estimada de seis meses e os pacientes serão avaliados a cada duas semanas, nos dois primeiros meses. Após esse período, o acompanhamento será mensal.

Progressivamente, desde que se comprove atividade relevante, a inclusão de novos pacientes continuará até atingir o máximo total de 1.000 pessoas (100 para cada tipo de câncer). A estratégia adotada permitirá melhor compreensão da droga.

“A avaliação dessa primeira etapa foi fundamental para assegurarmos que não havia risco de eventos adversos graves associados ao uso da substancia. A partir de agora a pesquisa determinará se há eficácia da fosfoetanolamina, abrangendo um número maior de pacientes”, destaca o oncologista Paulo Hoff, diretor-geral do Icesp

 

ASSESSORIA DE IMRPENSA / Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp)

O que é o HPV?

O Human Papiloma Virus, ou HPV, é um vírus que vive na pele e nas mucosas dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis. É uma infecção transmitida sexualmente (DST). A ausência de camisinha no ato sexual é a principal causa da transmissão.

Também é possível a transmissão do HPV de mãe para filho no momento do parto, devido ao trato genital materno estar infectado. Entretanto, somente um pequeno número de crianças desenvolve a papilomatose respiratória juvenil.

O HPV pode ser controlado, mas ainda não há cura contra o vírus. Quando não é tratado, torna-se a principal causa do desenvolvimento do Câncer de colo do útero e do Câncer de Garganta. 99% das mulheres que possuem Câncer de colo do útero foram infectadas por esse vírus.

Dr. Sergio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP