quinta-feira, 24 agosto, 2017
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Biblioteca do Sesi recebe novos computadores e acervo de DVDs

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Por: Bianca Lima/Assecom-Bataguassu

 

A Biblioteca Sesi Indústria do Conhecimento unidade de Bataguassu recebeu no dia 22 de junho, novos computadores de última geração.

Segundo a secretária municipal de Educação e Cultura, Regina Duarte de Barros Dovale, a substituição dos equipamentos antigos visa oferecer maior facilidade durante a realização de pesquisas escolares desenvolvidas pelos frequentadores do local. 

Regina lembra que além da troca de equipamentos, a unidade que funciona no município desde 2009, recebeu ainda 930 novos DVDs para o uso da população em geral.

ESTRUTURA

O projeto Sesi Indústria do Conhecimento tem como objetivo facilitar ao trabalhador (a), sua família e comunidade em geral o acesso à informação disponível de forma impressa e eletrônica. Além de promover a formação do indivíduo, o acesso à informação possibilita o resgate da cidadania, a autoestima e a integração social, desenvolvendo um olhar crítico e uma sociedade mais consciente.

Em Bataguassu, a unidade da Biblioteca Sesi Indústria do Conhecimento conta com acervo composto de obras nas diversas áreas do conhecimento, contemplando os mais diversos gêneros da literatura (poesia, romance, contos, entre outros). Dispõe ainda de dicionários, livros de gramáticas, periódicos, livros, DVDs, CD-ROM e gibis, oferecendo também agendamento do espaço para uso das escolas.

O local possui computadores com acesso à internet gratuita para pesquisas escolares, além de jogos lúdicos e recreativos como dama, xadrez e dama; cursos livres, promoção de palestras, cantinho da leitura além do desenvolvimento dos projetos “Pupa Primeira Infância”, em atendimento as crianças de 2 a 6 anos de creches municipais; e “Lego Zoom”, com ensino da robótica para crianças de 7 a 9 anos de escolas públicas.

SERVIÇO

A Biblioteca Sesi Indústria do Conhecimento fica localizada na Avenida Campo Grande, sn, na praça Manoel Cecílio de Lima (praça da Roda) e atende a população de segunda a sexta-feira, das 8 às 19 horas. O telefone para contato é (67) 3541-3717.

Foto: Divulgação/LinkedIn

LinkedIn revela palavra-chave mais usada para encontrar seu currículo

Foto: Divulgação/LinkedIn
Foto: Divulgação/LinkedIn

Por: TechTudo

 

Através de anúncio nesta quarta-feira (21), o aplicativo Linkedin disponibilizou um novo recurso para o seu sistema de busca, que promete auxiliar os membros do site a serem encontrados mais facilmente por quem esteja interessado em seus serviços. Dentre as funções novas do Linkedin, uma permitirá que os proprietários de cada perfil saibam quantas pessoas visualizaram seu currículo através da rede social, tanto na versão web quanto no aplicativo para celular. A plataforma anuncia que as novidades chegam para os usuários ainda essa semana.

Um dos recursos também possibilitará saber quais as companhias e os cargos dos recrutadores. Dessa forma, o usuário poderá encontrar vagas abertas e saber se há uma boa oportunidade para se candidatar. O usuário também poderá seguir o perfil da pessoa que está contratando para saber mais informações sobre o emprego sem precisar adicioná-la na sua rede.

Aplicativo do TechTudo: dicas e notícias de tecnologia no seu celular

Quando as opções estiverem no ar, será possível até mesmo saber por quais palavras-chaves na busca o recrutador chegou até a nossa página pessoal.

O LinkedIn deu ainda uma série de dicas para quem não está sendo encontrado por empresas do seu ramo de atuação. Dentro do medidor de preenchimento de perfil, o usuário encontrará orientações que podem ajudar a melhorar o seu perfil, em cada uma das seções. Confira algumas dessas sugestões:

  • Assegure-se de que você tenha uma foto de perfil cadastrada. De acordo com o serviço, pessoas com fotos “recebem até 21x mais visualizações e 9x mais solicitações de conexão”;
  • As pessoas que destacam seus cargos atuais “são descobertos até 16x mais em buscas de recrutador”;
  • Quem possui mais de cinco habilidades cadastradas na rede tem “27x mais chances de serem descobertos nas buscas dos recrutadores”.
  • Se incluir a cidade onde mora, o usuário poderá “se destacar até 23x nas pesquisas”.
 

Conhecendo como as companhias estão procurando os profissionais de uma área específica, o usuário pode entender como otimizar o seu perfil para as buscas internas na plataforma de maneira a ser encontrado mais facilmente, semelhante como é feito em blogs e sites para o Google achar uma página na web.

LinkedIn é gratuito ou precisa pagar? Troque dicas no Fórum do TechTudo.

Foto: Ana Marques/TechTudo

Zenfone 3: as diferenças entre os celulares vendidos no Brasil

Foto: Ana Marques/TechTudo
Foto: Ana Marques/TechTudo

Por: Felipe Alencar-TechTudo

O Zenfone 3 é um celular da Asus lançado no Brasil em outubro 2016, juntamente com as versões Max e Deluxe. A linha recebeu mais tarde, em março de 2017, um novo membro, chamado de Zenfone 3 Zoom. Com preços que variam de R$ 999 a R$ 3.599, os smartphones têm diversos modelos com diferentes quantidades de memória RAM e armazenamento, o que pode confundir os usuários na hora da compra.

Para ajudar você a decidir qual Zenfone 3 é o ideal para seu dia a dia, o TechTudo explica quais são as diferenças entre as versões vendidas no mercado nacional.

Zenfone 3: foco no custo-benefício

O Zenfone 3 chegou ao Brasil em duas versões de display: uma de 5,2 polegadas e outra com 5,5″, ambas com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) e painel LCD IPS com proteção Gorilla Glass, que aumenta a resistência a arranhões.

Todas as variações do Zenfone 3 tradicional têm processador octa-core Qualcomm Snapdragon 625 de 2 GHz e uma GPU Adreno 506. O usuário deverá decidir a quantidade de memória RAM, que pode ser 3 GB ou 4 GB – quanto mais, melhor. E, no quesito armazenamento, há opções com 16 GB, 32 GB e 64 GB, expansíveis para até 256 GB via cartão microSD.

Sendo assim, os preços variam de acordo com a memória e a tela do celular. Entre os modelos com 5,2 polegadas, a variante com 16 GB internos e 2 GB de RAM custa R$ 1.499 enquanto a de 32 GB/3 GB sai por R$ 1.699. Já os celulares com 5,5” têm preço de R$ 1.749 (32 GB/3 GB) e R$ 1.899 (64 GB/4 GB)

A câmera traseira tem sensor Sony IMX298 de 16 megapixels com tecnologia PixelMaster 3.0, lentes Larhan de seis elementos com abertura f/2.0. O celular utiliza laser para focar o objeto em apenas 0,03 segundos.

Para gravação de vídeos o Zenfone 3 conta com as tecnologias OIS e EIS, que servem para estabilizar a imagem e deixá-las menos tremidas. A câmera frontal, por sua vez, possui 8 MP de resolução e uma lente com abertura de f/2.0. As duas câmeras oferecem recursos como HDR, Modo Noturno, Panorama, dentre outros.

O Zenfone 3 de 5,5” tem bateria fixa de 3.000 mAh, enquanto o de 5,2” conta com capacidade de carga para 2.650 mAh – valor baixo para os padrões atuais. Portanto, prepare-se para recarregar o seu smartphone pelo menos uma vez por dia. A traseira dele é de vidro, mas numa concepção frágil e fácil de trincar.

Zenfone 3 Max: bateria poderosa

O grande destaque do Zenfone 3 Max é a bateria de 4.100 mAh. Apesar disso, o smartphone tem as especificações de hardware mais modestas do quarteto. Ele também é vendido em opções de display de 5,2” e 5,5”, porém com resolução menor, de 1280 x 720 pixels (HD). A câmera traseira tem sensor de 13 MP e a frontal de apenas 5 MP. Ambas possuem o Modo HDR, Modo Noturno, Embelezamento, Time Lapse e outros.

O Max de 5,2” é único smartphone dessa lista a utilizar um processador MediaTek quad-core com uma GPU Mali T720. A versão maior tem chipset Qualcomm Snapdragon 430 octa-core de 1,4 GHz. Quem quiser comprar o aparelho deverá prestar atenção também na quantidade de memória RAM, que pode ser 2 GB ou 3 GB.

Quanto ao armazenamento, o usuário poderá decidir entre 16 GB ou 32 GB internos. Já a expansão via cartão microSD pode ser em até 32 GB para modelos com tela de 5,2”. A versão de 5,5” tem entrada para cartão de 128 GB.

Os preços variam da seguinte forma: modelos com tela de 5,2” são vendidos por R$ 999 (memória RAM de 2 GB e interna de 16 GB), enquanto os com display de 5,5” podem ser encontrados por R$ 1.299 (32 GB/2 GB) ou R$ 1.399 (32 GB/3 GB).

Zenfone 3 Deluxe: considerado o mais potente

A versão Deluxe do Zenfone 3 é a mais cara, e também a que tem hardware mais poderoso. Por R$ 4.699 você leva pra casa o modelo com 256 GB internos e memória RAM de 6 GB – isso é mais do que custa o Galaxy S8 Plus, atual celular top de linha da Samsung.

O design do aparelho é realmente impressionante, visto que ele é formado por uma única peça de liga de alumínio. A tecnologia PureMetal, criada pela ASUS, permite que a carcaça do dispositivo não tenha as tradicionais faixas de antenas. Isso deixa o visual do Zenfone 3 Deluxe totalmente uniforme.

 

A tela deste smartphone é a maior dentre os quatro. São 5,7 polegadas de display Super AMOLED com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels). Além disso, ele conta com a tecnologia Tru2Life, que aumenta o contraste, e a proteção Gorilla Glass 4, resistente a arranhões.

O processador usado é um Snapdragon 820 ou 821 (depende do modelo), que possui quatro núcleos com frequências que chegam até 2,4 GHz. A GPU é uma Adreno 530. Ambos trabalham em conjunto com impressionantes 6 GB de memória RAM. De fato, o Deluxe é capaz de um desempenho fluido e livre de travamentos. O celular oferece 256 GB de espaço interno, embora haja uma versão com 64 GB para quem deseja menos espaço. E caso isso seja insuficiente para o usuário, ainda é possível instalar um cartão de memória de até 2 TB.

 

O Zenfone 3 Deluxe tem câmera traseira de 23 MP com autofoco a laser e frontal de 8 MP. Além disso, ela conta com estabilição eletrônica (EIS) e óptica (OIS) de imagem, tanto para fotos quanto vídeos. Isso diminui o tremor na hora de fazer alguma captura. O sensor utilizado é o Sony IMX318, última geração da fabricante japonesa.

Uma característica que decepciona um pouco é a bateria não-removível de apenas 3.000 mAh, que não deve aguentar um dia inteiro de uso intenso. Ainda mais levando em consideração o seu alto desempenho e a telona Full HD.

Zenfone 3 Zoom: fotografia é o diferencial

O último smartphone da ASUS a chegar ao Brasil foi o Zenfone 3 Zoom que, como o nome indica, é voltado para a fotografia. Na traseira encontramos uma câmera dupla de 12 MP, assim como no iPhone 7 Plus. O sensor é o Sony IMX362 e a abertura de lente é f/1.7, o que permite a captura de bastante luz, cerca de 2,5 vezes mais do que no celular da Apple. Ele também alcança um zoom óptico de 2,3x. A tecnologia ASUS SuperPixel Engine faz o serviço de aprimoramento de imagens.

Outro ponto que salta aos olhos é a capacidade da bateria. São 5.000 mAh, mais ainda que o Zenfone 3 Max. A ASUS destaca que a alta capacidade de bateria permite até mesmo que o usuário faça um vídeo Time Lapse mostrando a passagem do dia para a noite.

A configuração de hardware, embora não seja tão poderosa quanto ao do Deluxe, não decepciona a maioria dos usuários. Ele usa um processador Snapdragon 625 octa-core de 2 GHz, GPU Adreno 506 e está disponível em versões com 3 GB ou 4 GB de memória RAM. No quesito armazenamento, o usuário pode escolher entre 32 GB, 64 GB ou até 128 GB, expansível via cartão de memória em até 2 TB.

A tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) usa painel AMOLED e ocupa 76,5% da área frontal. Nela também encontramos a proteção Gorilla Glass 5 e vidro 2.5D, que confere uma leve curvatura às bordas.

O Zenfone 3 Zoom é vendido por R$ 1.899 com 32 GB internos e memória RAM de 3 GB, R$ 2.199 (64 GB/4 GB) e R$ 2.499 (128 GB/4 GB).

Semelhanças

Embora os aparelhos sejam bem diferentes entre si, até por que focam em mercados diferentes, eles têm algumas semelhanças. Dentre elas, a possibilidade de usar dois chips de operadora (função dual chip), o leitor de impressões digitais e as conexões Wi-Fi 802.11 b/g/n; Bluetooth, GPS e também 4G LTE.

Além disso, todos os celulares saem de fábrica com o Android 6.0 Marshmallow, customizado com a interface ZenUI 3.0, que é padrão em todos os smartphones da empresa taiwanesa.

Zenfone 3 Ultra ou Zenfone 3 Deluxe: qual celular da Asus comprar? Opine no Fórum do TechTudo.

Foto: AP Photo/Frank Augstein

Quem é o surfista de 22 anos que freou, do computador de seu quarto, o ciberataque mundial?

Foto: AP Photo/Frank Augstein
Foto: AP Photo/Frank Augstein

Por: G1

Enquanto o gigantesco ataque de um “vírus de resgate” corria de computador para computador, infectando dezenas de milhares de máquinas em todo o mundo, um especialista em tecnologia trabalhava em seu quarto na Inglaterra para interromper o desastre. Mas Marcus Hutchins não se considera um herói (veja trecho da entrevista e imagens do quarto no vídeo acima).

Quem é o craque no contra-ataque ao vírus?

O jovem de 22 anos, creditado como a pessoa que interrompeu o WannaCry, disse à agência de notícias Associated Press que luta contra os “malwares” porque “é a coisa certa a se fazer”.

Foi a primeira entrevista presencial de Hutchins, que trabalha para a Kryptos Logic, empresa de tecnologia com sede em Los Angeles (EUA).

“Eu definitivamente não sou um herói”, reafirmou. “Sou apenas alguém fazendo minha parte para parar os botnets (aplicativos maliciosos que se espalham em redes).”

Surfista que vive com a família

computação e surfista, que vive com sua família em uma pequena cidade litorânea no sudoeste da Inglaterra, fez uma descoberta acidental: o registro de um endereço na internet era capaz de interromper o surto.

Ele passou os três dias seguintes lutando contra o vírus que prejudicou os hospitais públicos da Grã-Bretanha, além de fábricas, agências governamentais, bancos e outros negócios em todo o mundo.

O WannaCry paralisou computadores com versões mais antigas do Microsoft Windows, criptografando arquivos de computador dos usuários e exibindo uma mensagem exigindo um resgate de US$ 300 a US$ 600 para liberar.

Hutchins disse que achou a solução quando estava analisando uma amostra do código mal-intencionado e percebeu que estava vinculado a um endereço da web não registrado. Ele registrou o domínio. Ele costumava fazer isso para descobrir maneiras de rastrear ou parar ameaças cibernéticas. Após o registro, ele descobriu que impediu o vírus de se espalhar.

‘Salvou os EUA’

O executivo-chefe da Kryptos Logic, Salim Neino, disse que o rápido trabalho de Hutchins permitiu que ele retardasse o vírus na sexta-feira à tarde, antes que pudesse afetar completamente os Estados Unidos.

“Marcus, com o programa que dirige no Kryptos Logic, não só salvou os Estados Unidos, mas também impediu novos danos ao resto do mundo”, disse Neino em uma entrevista em Veneza, na Itália. “Depois de pouco tempo, conseguimos validar que houve realmente uma interrupção no vírus. Foi um momento muito emocionante.”

Neino disse que o vírus foi “mal projetado” – um remendo “de diferentes partes”, com um sistema de pagamento simples.

‘Time’ no contra-ataque

A Kryptos Logic é uma das centenas de empresas que trabalham para combater ameaças online para empresas, agências governamentais e indivíduos pelo mundo. Além disso, Hutchins faz parte de uma comunidade global que constantemente observa ataques e trabalha para frustrá-los, muitas vezes compartilhando informações no Twitter.

Não é incomum que os membros usem apelidos para proteger de ataques de retaliação e garantir privacidade. Hutchins usa o Twitter há muito tempo sob o nome MalwareTech, que apresenta uma foto de perfil de um gatinho cheio de pose, usando óculos de sol enormes.

Mas ele sabe que sua fama recém-descoberta significa o fim do anonimato.

“Eu não acho que vou voltar a ser o MalwareTech que todo mundo conhecia”, disse o jovem de cabelos crespos, encolhendo os ombros e dando um sorriso vencedor.

Mãe enfermeira e coruja

A mãe de Hutchins, Janet, uma enfermeira, não podia estar mais orgulhosa. Ela ficou feliz com o fim do anonimato. Quando seu filho fez a descoberta, ela queria contar ao mundo sobre isso.

“Eu queria gritar, mas eu não podia”, disse a mãe.

Agora, ele é uma celebridade. O jovem esteve em contato com o FBI e com autoridades britânicas de segurança cibernética.

Do quarto no litoral

Sua nova vida provavelmente vai precisar de um grande ajuste. Hutchins trabalha em seu quarto em Ilfracombe, no litoral sudoeste da Inglaterra, em um computador sofisticado com três telas grandes. O conceito de celebridade era estranho para ele.

Ele estava nervoso em dar uma entrevista. Os jornalistas receberam o endereço minutos antes de começar, e tiveram que fornecer uma senha antes que Hutchins os deixasse entrar. Enquanto fazia um teste de som para a câmera, estava tão ansioso que mal escreveu seu sobrenome, dando-o como Hutchis, sem o “n “. Sua mãe fez chá e café para os visitantes.

Uma vez que Hutchins começou a falar, ele relaxou. Constantemente sorrindo, se mostrou tímido e educado, e feliz em explicar como ele luta contra o malware. Ele disse que estava ansioso para superar o frenesi da mídia e voltar à sua vida normal.

“Eu senti que eu deveria concordar com uma entrevista”, disse ele.

Na crista da onda

A CyberSecurity Ventures, que acompanha a indústria da tecnologia, estima que os gastos globais com segurança cibernética vão subir para US$ 120 bilhões este ano. Ele eram apenas US$ 3,5 bilhões em 2004. Ela prevê que as despesas crescerão entre 12% e 15% anualmente nos próximos cinco anos.

“Enquanto todos os outros setores tecnológicos são impulsionados pela redução de ineficiências e aumento da produtividade, os gastos com segurança cibernética são impulsionados por cibercrimes”, disse a empresa em um relatório de fevereiro.

Depois de muitas análises, Hutchins, um ávido surfista, planeja tirar férias – viajando para Las Vegas e Califórnia às custas da empresa.

Um palpite sobre o que ele vai fazer lá: surfar. Em ondas do mar, dessa vez.

 
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Projeto de lei permite que consumidor use saldo de internet móvel quando quiser

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Por: Agência Brasil

 

Quem utiliza o celular para acessar a internet já pode ter se deparado com a seguinte situação: o pacote de dados acaba antes do prazo e o acesso à rede é cortado pela operadora, mas, se a franquia que foi contratada não é totalmente utilizada em um mês, esse saldo não retorna para o consumidor.

Um projeto de lei que tramita no Senado pretende mudar essa realidade. A ideia do Projeto de Lei do Senado (PLS) 110/2017 é permitir que os dados que não forem utilizados em um mês possam ser reaproveitados no mês seguinte ou quando o cliente desejar.

“Se você economiza e não utiliza todo o pacote contratado, as operadoras não permitem utilizar esse saldo que sobra no mês seguintes. Acho que isso não é justo, não é certo. Por isso que apresentei esse projeto de lei para que o consumidor possa usar o saldo que ele contratou e pagou quando desejar”, explica o autor da proposta, senador Dário Berger (PMDB-SC).

O senador diz que considera viável tecnicamente a implantação dessa mudança pelas operadoras de telefonia. O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) disse que não vai comentar projeto de lei ainda em tramitação.

No portal e-Cidadania do Senado, que possibilita a participação do cidadão nas atividades parlamentares, mais de 1,9 mil pessoas já se manifestaram favoráveis ao projeto e 22 contrárias. A proposta tramita em caráter terminativo na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado e, se aprovada, segue para análise na Câmara dos Deputados.

A prática de cortar a internet quando o pacote de dados dos consumidores acaba começou a ser adotada pelas operadoras de telefonia em 2014. Na época, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que as regras do setor permitem às empresas adotar várias modalidades de franquias e de cobranças, inclusive o bloqueio do acesso à internet.

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Lançado ao espaço satélite brasileiro que será usado para comunicações e defesa

Foi lançado há pouco ao espaço o primeiro satélite geoestacionário brasileiro para defesa e comunicações estratégicas. O lançamento, feito do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, foi acompanhado no Brasil pelo presidente Michel Temer e pelos ministros da Defesa, Raul Jungmann, e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, na sede do VI Comando Aéreo Regional, em Brasília.

A decolagem foi considerada perfeita pelo centro de controles da Arianespace na Guiana Francesa.

Depois do lançamento do foguete que leva o equipamento ao espaço, haverá um tempo de 28 minutos até a separação do satélite, que levará cerca de 10 dias para chegar à sua posição final.

Depois disso, serão feitos testes por 30 dias. Em meados de junho, o controle operacional do satélite já poderá ser feito pelas Forças Armadas. A banda utilizada para comunicações poderá ser usada a partir de setembro.

Além do satélite brasileiro, foi lançado para o espaço hoje um satélite da Coréia do Sul, também pela empresa lançadora de satélites Arianespace.

Satélite

Satélite brasileiro para defesa e comunicações será lançado na Guiana Francesa (Reprodução/TV NBr)
Satélite brasileiro pesa 5,8 toneladas e tem 5 metros de alturaReprodução/TV NBr

Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o satélite ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. A capacidade de operação do satélite é de 18 anos.

O projeto é uma parceria entre os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e envolve investimentos de R$ 2,7 bilhões. O equipamento foi adquirido pela Telebras e será utilizado para comunicações estratégicas do governo e para ampliar a oferta de banda larga no país, especialmente em áreas remotas.

O satélite vai operar nas bandas X e Ka. A primeira é uma faixa de frequência destinada exclusivamente ao uso militar, correspondendo a 30% da capacidade total do satélite. Já a banda Ka será usada para comunicações estratégicas do governo e implementação do Plano Nacional de Banda Larga, especialmente em áreas remotas.

Da Agência Brasil

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WhatsApp: cinco recursos que você não sabia que existiam

Praticidade na troca de mensagens relega ao desconhecimento recursos do aplicativo que podem ser bem úteis

Com mais um bilhão de usuários, o WhatsApp é um dos apps mais populares do mundo. A praticidade na troca de mensagens, de texto, áudio e vídeo, no entanto, relega ao desconhecimento recursos do aplicativo que podem ser bem úteis – ou interessantes de usar. Confira alguns.

PARA FICAR BONITINHO

Na categoria “bonitinho”, as fontes saem na frente. É possível dar ênfase a palavras ou frases usando comando bem simples. Para colocar uma palavra em itálico, basta escrevê-la entre “_”. Por exemplo: _Oi_. Para escrevê-la em negrito, basta usar “*” (*Oi*). Para riscá-la, “~” (~Oi~). Também é possível combinar os comandos, como “_*Oi*_”, para escrever em negrito e itálico ao mesmo tempo.

MENSAGENS SECRETAS

É possível enviar a mesma mensagem para vários contatos, ao mesmo tempo, e sem que eles saibam. Na aba Conversas, vá até os ‘Três Pontos’ e selecione ‘Nova lista de destinatários’, clique nos contantos que quer inlcuir e pronto. Este comando permite enviar um mesmo texto, com destinários ocultos. Superútil em caso de convite para uma festinha, já pensou?

MELHOR CONTATO

Quer descobrir quem é o contato com quem mais troca mensagens? Se for usuário do iOs, vá em Configurações > Conta > Armazenamento. Uma lista de pessoas e grupos com os quais troca mensagem vai aparecer ao lado do número de interações. Se quiser saber o quanto de espaço virtual criou com este contato, vá em Tamanho.

SOB CONTROLE

Controle quem vê quando você está online ou tenha acesso ao perfil. O que é muito útil para quem acaba usa o WhatsApp para fins comerciais. Configurações > Conta > Privacidade e selecione Visto Por Último, Foto de Perfil e Meus Contatos. Assim, apenas pessoas que você tem na agenda de contatos poderão ver estas informações.

DIVIDA COM QUEM QUISER

O WhatsApp pode intermediar uma “conexão difícil” entre os dispositivos de nuvem do iOS e do Google, que não são compatíveis. Para passar os arquivos que estão no Google Drive para o iCloud, ou vice-versa, por meio de uma conversa, basta ir aos ‘Três Pontos’, depois clicar em Arquivos e escolher de onde vai mandar o arquivo.

Notícias ao Minuto

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Chefão da Samsung pode ser preso por corrupção

Jay Y. Lee, o homem que comanda a Samsung, pode ser preso por supostamente tomar parte em uma série de esquemas de corrupção que, em dezembro passado, ajudaram a derrubar a hoje ex-presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye.

Nesta segunda-feira, 16, um promotor especial chamado Park Young-soo anunciou ter feito o pedido de prisão, e a Justiça marcou para quarta-feira, 18, a audiência na qual se analisará o requerimento, segundo informa a Bloomberg.
Jay é vice-chairman da Samsung. Seu pai, Lee Kun-hee, é o chairman da companhia, mas, como está incapacitado devido a um ataque do coração sofrido em 2014, ele teve os poderes transferidos para o filho.

A promotoria acusa o executivo de ter subornado a ex-presidente coreana para receber apoio governamental em um plano de unir duas afiliadas da Samsung em 2015. Jay teria instruído subsidiárias da Samsung a fazerem doações multimilionárias à família de Choi Soon-sil, que é confidente da ex-presidente, e a duas fundações controladas pela mesma Choi.

A maior doadora

O New York Times explica que a eventual prisão de Jay contribuiria para a construção do caso contra a ex-presidente Park. Ela enfrenta uma investigação mais ampla na esfera governamental, que, em 9 de dezembro, votou favoravelmente pelo seu impeachment.

Investigadores afirmam que Park e Choi conspiraram para obter milhões não só da Samsung, mas de várias outras companhias locais, grande parte delas controladas por famílias poderosas no país. Em novembro, promotores indiciaram Choi por ter coagido 53 grandes negócios a doarem o equivalente a US$ 69 milhões a duas fundações em seu nome.

A Samsung foi quem deu a maior contribuição, diz o NYT: além de doar um total de US$ 17 milhões às fundações, a empresa ainda assinou um contrato de US$ 18 milhões com uma companhia de gerenciamento esportivo alemã que era controlada por Choi. A Samsung também repassou US$ 1,3 milhão a um programa de esportes de inverno tocado por Choi e seus netos.

No mês passado, Jay Y. Lee afirmou, em depoimento, que não estava envolvido nas decisões que culminaram em tais doações. O vice-chairman também argumentou que os repasses eram involuntários, indicando que a Samsung não seria participante do esquema de suborno, e sim vítima de extorsão. A promotoria, entretanto, diz ter provas em contrário.

Olhar Digital

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Planalto publica no Twitter por engano senhas de redes sociais do governo

Palácio do Planalto publicou nesta terça-feira (10) por engano, no Twitter, todas as senhas de redes sociais do Portal Brasil e do Palácio do Planalto.

A Secretaria de Imprensa da Presidência informou que o erro aconteceu em uma postagem já apagada do Portal Brasil no microblog, gerido pela equipe de Contas Digitais, mas não deu mais detalhes de como aconteceu o processo.

Anexado ao tweet havia um link supostamente para uma matéria sobre o assunto abordado, mas, na verdade, ele redirecionava o internauta a um documento do Google Drive com todas as senhas das redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, do Portal Brasil e do Palácio do Planalto.

A Secretaria de Imprensa da Presidência informou que as senhas já foram trocadas e o caso está sendo apurado internamente. Segundo o Planalto, não há a possibilidade de as contas terem sido hackeadas por terceiros.

 G1
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Senado aprova projeto que cobra imposto de serviços como Netflix e Spotify

Senado aprovou, por 63 votos a favor e 3 contra, nesta quarta-feira (14) um projeto que amplia a lista de serviços que são tributados, com alíquota de 2%, com o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), de competência dos municípios e do Distrito Federal.

O projeto prevê que a “disponibilização, sem cessão definitiva, de conteúdos de áudio, vídeo, imagem e texto por meio da internet” terão incidência de ISS. Isso atinge serviços como Spotify e Netflix.

Seriado House of Card é uma produção original do Netflix, serviço de vídeos pela internet (Foto: Reprodução)Seriado House of Card é uma produção original do Netflix, serviço de vídeos pela internet (Foto: Reprodução)

Seriado House of Card é uma produção original do Netflix, serviço de vídeos pela internet (Foto: Reprodução)

O imposto, no entanto, não incidirá em livros, jornais e periódicos disponibilizados pela internet.

A proposta segue agora para a sanção do presidente Michel Temer. Ela entrará em vigor a partir de 90 dias depois de sua publicação no Diário Oficial da União.

G1